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20110318

Marketing digital – investimento necessário para as empresas

Muitas empresas têm investido de forma equivocada neste mercado

Por Simone Arrifano
 
Marketing Digital: esta é a nova onda no segmento de comunicação no Brasil que tem gerado empregos com altos salários, em virtude da falta de profissionais capacitados para esta função. As redes sociais como o Facebook, LinkedIn, Youtube e, principalmente o Twitter, são hoje ferramentas estratégicas para pequenas, médias e grandes empresas aumentarem ainda mais seu lucro.

Além disso, aparecer com destaque no Google, maior site de busca do mundo, também é o desafio das empresas que a cada dia têm investido pesado em SEO (Search Engine Optimization) e SEM (Search Engine Marketing), links patrocinados, sites otimizados, entre outras ferramentas que agregam valor à comunicação como uma importante arma para se diferenciar neste mercado cada vez mais competitivo no mundo globalizado.

Entretanto, muitas empresas têm investido de forma equivocada neste mercado digital. Não basta apenas otimizar seu site com uma linguagem que "agrade" ao Google, que é muito mais inteligente do que pensamos, e investir milhares de reais em links patrocinados. A expressão de ordem neste quesito para se obter sucesso é "conteúdo relevante".

Quanto mais informação relevante tiver no site da sua empresa e nas suas redes sociais, mais chance ela terá de aparecer na primeira página do Google, sem necessariamente investir em link patrocinado, ou seja, prender a atenção do seu potencial cliente no seu site por o máximo de tempo possível.

Neste sentido, o Google também vem revolucionando o papel do jornalista, mais especificamente, do assessor de imprensa, que é uma peça chave neste quebra-cabeça tecnológico, principalmente quando o assunto é conteúdo. Hoje há no mercado diversos cursos de SEO voltados para este profissional.

As empresas de assessoria de imprensa mais do que divulgar e garantir que seus clientes estejam na mídia de forma espontânea, precisam ter alguns cuidados na hora de elaborar o material divulgacional (seja para a imprensa ou para as redes sociais da empresa), como usar palavras-chaves no título, no texto, utilizar links, créditos, entre outros, que tragam ainda mais visibilidade para seu cliente na internet.

É preciso que o assessor de imprensa pense da seguinte maneira: se eu fosse procurar pelo serviço/produto que meu cliente oferece como eu realizaria a busca na Internet?

Entretanto, esta é uma realidade ainda distante das assessorias de imprensa e uma das principais dificuldades para os profissionais da área. É preciso pesquisar as palavras-chaves mais usadas, antes de escrever um texto e publicá-lo de acordo com os desejos do Google.

Este é um serviço diferencial que agrega valor ao trabalho do assessor de imprensa, afinal gera mais visibilidade para o cliente. Além disso, para quem contrata uma empresa de assessoria de imprensa é fundamental verificar se o site da mesma é atualizado constantemente, com o material divulgado dos clientes, as matérias publicadas e toda e qualquer informação que agregue conteúdo.

Sendo assim, quer investir em Marketing Digital? Então, lembre-se no processo como um todo, otimização, palavras-chaves filtradas, assessoria de imprensa especializada e muito conteúdo, assim o sucesso é garantido. Faça do Marketing Digital o seu cartão de visita, afinal nem todos os seus potenciais clientes sabem que sua empresa existe e a Internet é o ponto chave da lucratividade.

Simone Arrifano – jornalista, diretora da Marsi – Assessoria de Imprensa & Comunicação, especializada em Search Engine Optimization (SEO) para jornalistas (simone@marsicomunicacao.com.br).

Fonte: Portal Administradores

5 premissas para gerir as mídias sociais

Conheça a ordem que as informações circulam na Web 2.0 e saiba como utilizar esse fluxo a favor da empresa

Entre o final de 2008 e o começo de 2009, o termo “mídias sociais” passou a fazer parte dos mantras mercadológicos mais repetidos pelos corredores de empresas de todos os portes.

Mas, de uma maneira geral, não existe nenhum grande segredo para se trabalhar mídias sociais. Basta seguir a lógica.


O primeiro ponto é entender como a informação se dissemina. Normalmente, a viralização de uma notícia costuma obedecer à seguinte ordem:

1) Acontecimento do fato acontece.
2) Os primeiros usuários começam a divulgá-lo utilizando ferramentas de microblogging, como o Twitter.
3) O fato vira post/vídeo e começa a aparecer em blogs diversos e/ou em sites como Youtube.
4) A força e o alcance da imprensa dão mais gás à blogosfera e às demais ferramentas, que ecoam a notícia e começam a agregar mais e mais comentários de leitores. Retweets e plágios em posts começam a ser comuns.
5) O Orkut começa a dar coro ao fato que, aos poucos, vai aparecendo em fóruns de discussão.
6) Se for efetivamente relevante, o fato começa a se imortalizar na rede, ganhando menções na Wikipedia e cases no Slideshare.

Na era das mídias sociais, no entanto, a relevância de um fato não reside apenas no seu grau de veracidade. Ela é formada, em grande parte, pelo interesse ou curiosidade que desperta na comunidade como um todo.

Se um blogueiro divulgar um fato – verdadeiro ou não – que envolva grandes marcas ou celebridades em situações embaraçosas, por exemplo, ele certamente ganhará uma massa de leitores curiosos passando pelas suas páginas.

Quanto mais usuários, mais cliques nas ferramentas geradoras de caixa (como o Adsense) ele terá. Também mais relevância perante os algoritmos de buscadores e mais anunciantes dispostos a patrocinar o seu blog aparecerão.

Em um contexto em que todos podem produzir conteúdo e que o retorno financeiro vem unicamente da audiência, a linha entre ética e ambição pode ficar extremamente tênue.

Ninguém está imune a este novo tipo de terrorismo institucional gerado pela guerrilha por audiência. Mas ele pode ser combatido com sucesso se a empresa estiver preparada e souber trabalhar bem a sua comunidade.

Para tanto, existe um conjunto de premissas que a empresa deve seguir:
1) Obedeça o ciclo de informação: divulgue as suas informações seguindo o fluxo de viralização de conteúdo. Dê preferência às ferramentas de micro-blogging a blogs e assim por diante, construindo-se como notícia de forma conjunta com a comunidade.

2) Seja transparente: evite a todo custo mentir para a comunidade. Quando alguém detectar algum tipo de falha no seu negócio, por exemplo, não tente esconder: assuma e resolva.

3) Conheça os seus evangelizadores: mapeie com antecedência os principais formadores de opinião da sua marca ou da sua linha de negócios. Conheça-os e relacione-se com eles, trazendo-os para o seu lado. Em qualquer tipo de crise ou problema, eles provavelmente se transformarão nos seus primeiros e principais defensores nas mídias sociais.

4) Saiba como você é visto: há hoje diversas empresas que monitoram a “saúde” das marcas nas redes sociais. Saber como se é visto nos diversos ambientes sociais existentes é como ter um mapa em mãos – algo fundamental para se chegar a qualquer lugar.

5) Esteja sempre preparado: quando você menos esperar, uma gigantesca crise institucional pode tomar conta do seu negócio. Planeje a sua ação de forma calma e fria. Evite fazer ameaças a blogueiros ou líderes de comunidades, mesmo que eles estejam errados. Lide com a comunidade como um igual.

Ricardo Almeida (Criador do conceito de Webs Progressivas, da Metodologia Moebius e autor de Mirando Resultados, o primeiro livro voltado para planejamento estratégico, mensuração e previsão de ROI (retorno de investimentos) para Web no Brasil. É também especialista em planejamento e gestão de projetos Web, com passagens por empresas como DM9DDB, Totem, Frontier e MMCafé. Formado em comunicação e marketing pela ESPM, atua no mercado Web desde 1996. Durante a sua carreira, já desenvolveu projetos para toda a América Latina e atuou nos maiores clientes da região. É Diretor Geral do I-Group e do Clube de Autores.)

Fonte: HSM


20110217

Redes sociais como ferramenta de protesto - parte 2 | Alcance da mensagem


Texto de MARKO PAPIC e SEAN NOONAN, da STRATFOR

"Tanto a Tunísia quanto o Egito têm assistido ao aumento do uso de redes sociais como o Facebook e o Twitter com a finalidade de auxiliar na organização, na comunicação e, sobretudo, no início de campanhas e ações de revolta civil nas ruas. O Movimento Verde iraniano em 2009 foi seguido de perto pela mídia ocidental por meio do YouTube e do Twitter, e este último ainda emprestou à revolução da Moldávia de 2009 o seu nome, a Revolução do Twitter.
Analistas internacionais _e particularmente a mídia_ estão mesmerizados pela habilidade de rastrear eventos e cobrir diversas localidades, perspectivas e demografias em tempo real. Mas uma revolução é muito mais do que vemos e ouvimos na internet: toda revolução requer organização, financiamento e apelo às massas. As mídias sociais, sem dúvida, oferecem vantagens na rápida e ampla disseminação de mensagens, mas também são vulneráveis a táticas antiprotesto do governo (leia mais sobre isso abaixo). E, embora a eficiência das ferramentas dependa da qualidade da liderança de um movimento, ser dependente de mídias sociais pode, na verdade, impedir o desenvolvimento de uma boa liderança.

O segredo de qualquer movimento de protesto é inspirar e motivar indivíduos a sair do conforto de seus lares rumo ao caos das ruas para enfrentar o governo. As mídias sociais permitem aos organizadores reunir pessoas com ideais parecidos em um mesmo movimento a um custo muito baixo, mas não levam necessariamente essas pessoas a agir. Em vez de participarem de reuniões, seminários e comícios, pessoas descomprometidas podem se unir a um grupo do Facebook ou seguir o feed de notícias do Twitter em casa, o que lhes confere alguma medida de anonimato (embora as autoridades possam facilmente rastrear um endereço de IP), mas não necessariamente as motiva a estar fisicamente nas ruas e oferecer energia a uma revolução. No final do dia, para um movimento de protesto movido por meio de mídias sociais obter sucesso, é preciso transformar membros de redes sociais em ações existentes nas ruas.

A internet permite que um grupo revolucionário espalhe amplamente não apenas a sua mensagem ideológica mas também o seu programa de treinamento e o seu plano operacional. Isso pode ser feito por e-mail, mas as mídias sociais ampliam a exposição e aceleram o crescimento de um grupo conforme redes de amigos e de seguidores compartilham a informação instantaneamente.

Vídeos do YouTube que expliquem os princípios e as táticas de um movimento permitem aos líderes transmitir informações importantes a seguidores distantes sem que seja preciso eles se deslocarem. (Em termos econômicos, isso é mais seguro e eficiente para os movimentos que se esforçam para conseguir financiamento e permanecer no anonimato, mas o nível do treinamento que podem oferecer é limitado. Algumas coisas são difíceis de aprender por vídeo, o que leva os organizadores de protestos a enfrentar os mesmos problemas que as bases jihadistas, que dependem amplamente da internet para se comunicar.) As mídias sociais também tornam mais ágeis o levante e o alastramento de ações, como um incêndio. Em vez de organizar campanhas em torno de datas fixas, movimentos de protesto podem alcançar centenas de milhares de adeptos com uma única publicação no Facebook ou um único feed de notícias no Twitter, lançando em segundos um chamado massivo à ação.

Com custos de organização e comunicação mais baixos, um movimento acaba dependendo menos de fundos externos, o que lhe dá a sensação de ser um movimento puramente nativo (sem financiadores estrangeiros) e de grande apelo. De acordo com a página de eventos do Facebook, o Movimento 6 de Abril no Egito teve cerca de 89.250 pessoas reivindicando participação em um protesto de 28 de janeiro quando, na realidade, um número bem menor de manifestantes estava presente, segundo estimativas da Stratfor. O Movimento 6 de Abril é composto por uma minoria de egípcios _ os que têm acesso à internet_, que a OpenNet Initiative estimou em agosto de 2009 ser equivalente a 15,4% da população. Embora esse número seja maior que o dos que acessam a internet na maioria dos países africanos, é menor que o dos que o fazem na maioria dos países do Oriente Médio. Taxas de inserção da internet em países como o Irã e o Qatar estão em torno de 35%, o que representa ainda uma minoria da população. Consequentemente, um movimento revolucionário bem-sucedido precisa atrair a classe média, a classe trabalhadora, os aposentados e os segmentos rurais da população, grupos que, provavelmente, não têm acesso à internet na maioria dos países em desenvolvimento. Caso contrário, um movimento poderia rapidamente se achar incapaz de controlar forças revolucionárias que ele mesmo impulsionou ou ser acusado por um regime de representar o movimento de uma facção sem representatividade. Esse pode ter sido o mesmo problema que manifestantes iranianos vivenciaram em 2009.

Organizadores de protestos devem não apenas expandir suas bases para além dos usuários de internet mas também ser capazes de atuar em brechas do governo. Após o bloqueio da internet no Egito, manifestantes conseguiram distribuir panfletos táticos impressos e usar aparelhos de fax e telefones fixos para se comunicarem. Criatividade e liderança rapidamente se tornam mais importantes do que mídias sociais quando o governo começa a usar táticas antiprotesto, que são bem desenvolvidas mesmo nos países mais fechados."

Fonte: Blog de Tec | Rodolfo Lucena






20110215

Redes sociais entram no mapa das contratações

“Executivos e profissionais qualificados que desejam uma recolocação precisam estar atentos ao networking proporcionado pelas redes sociais eletrônicas, tais como o Twitter, o LinkedIn, o Orkut e o Facebook. Elas entraram definitivamente no mapa das contratações”. Quem alerta é o CEO da Thomas Case & Associados, Norberto Chadad.

"O uso das redes sociais já pode ser considerado uma ferramenta de recolocação profissional", explica. Entretanto, ele esclarece que elas devem ser utilizadas com foco e bom senso: "Elas devem ser entendidas como mais um mecanismo que se agrega aos esforços de busca de uma nova colocação profissional. Outras medidas importantes, como o planejamento baseado no perfil do candidato ou o próprio coaching, não podem ser deixadas de lado".
O twitter, com seu imediatismo e agilidade, é um bom exemplo do uso das redes sociais na recolocação profissional. "O microblogging se tornou, inclusive, uma ferramenta de negócios e divulgação. Utilizá-lo de forma criteriosa pode ser um aspecto bem avaliado pelas empresas no momento da contratação. É sinal de que o profissional está antenado com as tendências de mercado", opina Norberto. Segundo sua avaliação, headhunters que trabalham com a área de tecnologia são ainda mais propensos a ver as redes sociais como potencial campo para a identificação de talentos.

Há também o lado inverso, o uso das redes pelas empresas para divulgarem suas oportunidades de emprego. “Nessa categoria, pode-se acrescentar o uso do YouTube como instrumento para levar aos candidatos informação revelante sobre contratações”, acrescenta.

Fonte: HSM






20110124

YouTube vira uma espécie de escola e os chamados tutoriais fazem sucesso

Por Carolina Vicentin

Glauber Rocha falava de cinema quando disse que “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça” eram o bastante. A célebre frase, no entanto, parece profecia. Quase trinta anos depois da morte do cineasta, uma ferramenta despretensiosa democratizou a ciência do vídeo e se tornou responsável pela maior parte do tráfego de bits na internet. O YouTube, que fará seis anos em 2011, tem espaço para tudo e, com sua imensa generosidade, acabou criando a política do “faça você mesmo” virtual.

Não há nada que não possa ser aprendido no site: fazer nó de gravata, trança embutida, passarinho de origami, fuxicos de tecido, maquiagem ou trabalhos acadêmicos (com e sem qualidade); instalar programas, tocar instrumentos e como preparar toda sorte de pratos e receitas estão contemplados no site. Isso sem falar nos tutoriais mais curiosos: “Como fazer uma bomba-relógio com bexiga e gelo seco”, por exemplo, já teve quase 100 mil exibições. Bem menos do que os 400 mil views de “Como fazer um homem se apaixonar”.

“Nos últimos anos, as pessoas descobriram que podem produzir conteúdo on-line, seja ele relacionado à história pessoal ou profissional do indivíduo. Isso começou com os blogs, fortaleceu-se com os fotologs e atingiu outro grau de evolução com o vídeo”, afirma Sidnei Oliveira, consultor de tecnologia e especialista em gerações. Sidnei acredita que o YouTube se tornou um padrão para a publicação de conteúdos e que o site deve se fortalecer como um novo canal de comunicação.
A publicitária Priscila Paes soube aproveitar o recém-nascido nicho. Há dois anos, ela publica na rede vídeos em que dá dicas de cabelo e maquiagem, ensinando as internautas a fazer em casa o que, até pouco tempo atrás, só podia ser feito nos salões de beleza. “Eu sempre gostei de maquiagem e procurava na internet informações sobre isso. Encontrava fóruns com comentários e imagens, mas pouca coisa em vídeo”, conta Priscila, que produz os tutoriais sozinha, falando a uma câmera apoiada em um tripé e editando o material.

Hoje, o hobby da publicitária virou profissão. Ela mantém o site www.passandoblush.com.br e um canal no YouTube, tudo com apoio de empresas de cosméticos e acessórios. Os tutoriais de Priscila já foram vistos por cerca de 4 milhões de usuários, que acabam inspirando a realização de novos vídeos. “Eu recebo muitos pedidos, acompanho as tendências e tenho um retorno bastante positivo. As pessoas ficam satisfeitas, percebem que a maquiagem não é um bicho de sete cabeças e que não é mais necessário pagar um maquiador”, diz.

É o que incentiva a designer Virgínia Soares, 27 anos, a consultar o YouTube sempre que o assunto é produção visual. “Eu leio blogs de referência no assunto, mas os vídeos são muito esclarecedores. Se tenho alguma dúvida,

sobre como fazer um olho esfumaçado, por exemplo, é só jogar no YouTube que a explicação aparece”, observa. “Eu passei a usar melhor os produtos de beleza que eu comprava”, completa. Virgínia também usa o site para conferir a opinião de outros internautas. “Sempre presto atenção nos comentários e, se eles não forem bons, não adoto a técnica.”

O esquema colaborativo também estimula Caio Novaes, criador do canal Ana Maria Brogui, em referência à apresentadora da TV Globo Ana Maria Braga. Caio se inspira na preferência dos usuários para montar seus “programas” virtuais. Até agora, criou 15, que foram assistidos por, aproximadamente, 1 milhão de pessoas. “Antigamente, eu apenas colocava a receita na internet, mas percebi que muita gente não fazia o prato por achar que era muito complicado. Então resolvi mostrar que, mesmo alguém sem qualquer experiência, como eu, poderia ter sucesso na cozinha”, explica Caio, que ensina a fazer coisas tão diversas como estrogonofe, prestígio (sim, o chocolate) e uma bebida similar à Smirnoff Ice.

Os programas de Ana Maria Brogui também têm um quê de humor. Em um deles, por exemplo, Caio tenta abrir um coco usando uma faca de cozinha. “A ideia inicial é simplesmente cozinhar, o resto ocorre naturalmente. Gosto de mostrar que uma pessoa toda atrapalhada é capaz de fazer algo bonito, e essa é a intenção. A diversão que o vídeo gera fica como um bônus para quem assiste”, brinca.

Negócio sério

Há tutores, no entanto, que levam a plataforma virtual bastante a sério. É o caso do guitarrista Marcelo Barbosa, que criou o projeto Guitarosofia, uma série de 15 aulas com 10 minutos cada. Marcel contratou um cinegrafista e um editor de imagens para montar o material. “A ideia era dividir um pouco do meu conhecimento com as pessoas que gostariam de frequentar a minha aula, mas não têm condições, seja por questões financeiras ou geográficas”, ressalta. “Ao mesmo tempo, queria divulgar a minha escola e, por que não, o meu nome como guitarrista.”

O músico adota o estilo despojado, falando sem roteiro em frente às câmeras. “A aula é dada como se eu estivesse na frente do aluno, falando naturalmente. Às vezes, até gaguejo ou paro para pensar o que vou dizer”, detalha. A série de Marcelo já alcançou 75 mil exibições e vai virar um DVD. Músicos são, inclusive, um dos grupos mais adeptos aos tutoriais, mesmo os artistas profissionais. O bandolinista Rafael Bandol, 28 anos, assiste a vídeos no YouTube quase todos os dias, não para aprender a tocar seu bandolim, mas para captar detalhes de canções de outros instrumentistas. “O site é uma ferramenta muito importante, dá acesso a informações que não vêm no CD, como a disposição das coisas no palco”, exemplifica.

Para Marcelo e Rafael, os vídeos não substituirão o papel dos professores de música. “Claro que os tutoriais são excelentes, eu mesmo aprendi a editar vídeos e noções básicas de Corel Draw. A grande desvantagem é o fato de não ser interativo”, diz. “Mas eu sou um fã da aula individual e personalizada. O video é um só para todos, enquanto um bom professor conhece seus alunos, sabe os pontos fortes e fracos de cada um e usa isso no processo de ensino”, aponta Marcelo.

Galinha dos ovos de ouro

O YouTube foi criado em fevereiro de 2005 por dois amigos em uma garagem de São Francisco, na Califórnia. Chad Hurley e Steve Chen queriam desenvolver uma ferramenta que facilitasse o compartilhamento de vídeos entre seus amigos, até então demorado por conta do peso dos arquivos. Quase dois anos depois da invenção do site, a dupla vendeu a ideia para o Google por US$ 1,65 bilhão.

Fonte: Correio Braziliense

20110104

Habilitar uso seguro de redes sociais no trabalho desafia a TI

Gestores são pressionados a afrouxar as regras de acesso às comunidades virtuais como o LinkedIn, o Facebook e o YouTube.
Por Network World/EUA

A tentação de bloquear o acesso às redes sociais no ambiente de trabalho é grande, mas não tem futuro. Os departamentos de TI são pressionados a afrouxar as regras de acesso às comunidades virtuais como o LinkedIn, o Facebook e o YouTube.

Essa pressão vem de várias frentes diferentes e tem motivações igualmente variáveis. As equipes de marketing e comerciais, por exemplo, vão contatar seu público usando essas mídias. Na perspectiva do RH das organizações, funcionários com vivência nessas redes serão melhor avaliados, mas de nada valerá contratar esses colaboradores se não puderem exercer seus conhecimentos no trabalho.

Mudança de paradigma

O vice-presidente e analista-chefe da Forrester, Chenxi Wang, afirma que há um movimento grande de mudança de paradigma nas organizações, à medida que elas adotam modelos mais liberais de interação digital de seus funcionários. Falta apenas encontrar a mistura balanceada entre liberdade e segurança.

Especialistas no assunto sugerem que a abertura seja efetuada de maneira gradativa e com base em um planejamento. Se, por um lado, empresas afrouxaram sensivelmente o uso do email, muito pouco foi feito com o objetivo de transferir essa liberdade aos sites de relacionamento.

“A primeira tarefa das empresas é estender as políticas de uso do e-mail pessoal a todas as vias de comunicação digital”, diz Bradley Anstis, que ocupa a cadeira de vice-presidente de estratégia digital da empresa M86 Security.

Cada caso um caso

No planejamento da “abertura social” devem ser considerados os níveis de acesso com foco em segurança. O YouTube, por exemplo, não precisa ser acessado por todos. O mesmo pode ser dito sobre os aplicativos para Facebook. Quem sabe, seja questão de configurar acesso em modo leitura apenas, o que impede que programas alheios aos interesses da empresa gravem qualquer bit no sistema corporativo. Como em tudo, educação é a pedra fundamental nessa questão e deve abordar o perigo de vazamento de informações confidenciais.

“Nosso papel não é nem será o de policiar a diversão e a alegria das pessoas”, diz Anstis. “Basta às empresas compreender isso e habilitar o uso seguro das redes sociais no trabalho”, completa.

Pesquisa

Um levantamento realizado pela empresa FaceTime Communications com 1.654 gerentes de TI e usuários de redes sociais em 2010 revelou que a presença de redes sociais no ambiente de trabalho é certa para 62% dos respondentes. Recursos digitais, como a partilha de arquivos acontecem em 74% das empresas, respondem os usuários. Aos olhos de gestores, porém, essa realidade não é percebida. Apenas 32% destes responderam que existe a disponibilidade desse tipo recurso em suas estruturas. Outra discrepância é percebida quando o assunto são programas de chat. 95% dos usuários responderam que sim, usam esses programas ou sites em seu trabalho. Apenas 31% dos administradores de TI confirmam esse fato.

Outras ameças

Mas o vazamento de dados é apenas um dos pontos críticos. Há várias ameaças digitais que comprometem as organizações por violar determinadas regulamentações de segurança. É o caso dos botnets, de malwares e de tentativas de phishing. Para John Vecchi, líder de marketing de produtos da empresa Check Point, a web 2.0 traz consigo muitos desafios aos departamentos de TI. “Especialmente no que tange à proteção dos dados, em que o surgimento de vários canais aumenta de forma quase exponencial o perigo de informações confidenciais ganharem a rede”.

A regulamentação de mídias sociais pode, e deve, acontecer junto com a configuração das políticas de grupo e de usuário. Normalmente isso acontece via integração ao diretório corporativo. Ferramentas que não tenham opções de filtragem nesse nível não bastam para garantir a segurança dos dados. Outra questão de fundamental importância é gerir o acesso (leia-se “o bloqueio”) de malwares baseados em scripts e verificar a natureza de dados baixados e carregados na internet – tudo com vistas a preservar as políticas internas.

Logo

Se, por um lado, é importante resguardar os bens da empresa dos riscos impostos pelo uso de redes sociais, é igualmente importante aceitar que o uso do Facebook, Twitter e do LinkedIn não têm como ser erradicados à base de cliques e de configurações em servidores. Os funcionários irão encontrar um jeito de entrar na rede, nem que seja para comemorar que venceram os esforços da organização e comentar quando perceberem na tentativa de separá-los de seus “amigos”.

“O negócio é manter uma mente aberta sobre seus colaboradores e como percebem as mídias sociais”, recomenda Wang. “Acredito que seja fundamental informar os usuários sobre os riscos associados às redes de relacionamento, dar-lhes as ferramentas para que se protejam e deixar que tomem as medidas que acharem necessárias”.

Fonte: Computer World

20101223

Feliz Natal 2.0

20101217

Nissan Frontier: comercial filmado na caçamba das picapes concorrentes

Comercial Agroboys

 Depois do sucesso do comercial "Agroboys”, que  ridicularizou os concorrentes, que foi criado pela Lew’LaraTBWA para a picape Frontier, a Nissan do Brasil disponibiliza a partir de hoje o jingle “Cowboy de Posto” para download.

Com apenas três dias de veiculação nas redes sociais, o comercial foi o mais visto em todo o Youtube no domingo (12) e em menos de uma semana atingiu mais de 331 mil views.

Fonte: Exame

20101206

Internauta pode pular propaganda no YouTube

YouTube colocou no ar o TrueView, novo serviço voltado ao mercado publicitário


YouTube: opção parece após os 5 segundos iniciais da propaganda



O YouTube colocou no ar o TrueView, novo serviço voltado ao mercado publicitário. Com ele, o internauta começa a assistir ao vídeo, mas pode pular a propaganda inicial ou então escolher um anúncio melhor para assistir.
 
De acordo com o Mashable, a opção parece após os 5 segundos iniciais da propaganda. Quando a contagem regressiva termina, o internauta pode desistir de assistir aquele anúncio ou escolher entre outras três opções - em um menu drop-down que aparece na tela.

Apesar de saberem que as pessoas podem simplesmente não ver suas campanhas, os anunciantes acharam a novidade positiva, pois permite maior controle sobre qual é o público a ser atingido. "Uma vez que você só paga quando potenciais clientes realmente querem assistir a um vídeo, temos mais controle sobre o nosso orçamento", disse Lee Topar, diretor de marketing on-line da GoPro, ao blog Inside AdWords, do Google

Por enquanto o TrueView só está disponível a anunciantes com contas gerenciadas e são eles quem decidem se usarão ou não a ferramenta.

Fonte: Revista Exame

20100830

Uso excessivo de redes socais pode gerar conflitos de identidade

Acordar pela manhã, escovar os dentes, tomar um café rápido e sentar-se à frente do computador, que, naturalmente, já estava ligado desde a madrugada anterior. E-mail aberto, MSN e Gtalk em status “ocupado”, mostrando frases longas para declarar o novo dia. “O que você está fazendo?/O que está rolando?”, pergunta o Twitter, enquanto o upload daquela nova foto é finalizado no Orkut — e no Facebook. É assim até anoitecer, quando os “amigos” mais velhos estão chegando do trabalho para reclamar do trânsito, do chefe e da namorada que foi embora, para comentar as novas atualizações no perfil de uma personalidade qualquer ou para conferir os vídeos mais votados no YouTube.

Se a história é familiar, não fique assustado. A geração de usuários da internet nascida depois de 1990, década em que a rede mundial de computadores se tornou popular, está crescendo com uma necessidade cada vez maior de estar conectada e afirmar sua identidade de forma on-line. “Quanto mais uma pessoa tem informação, debates e conversas pela internet, mais ela precisa ter para se informar e mostrar ao mundo quem ela é”, explica o psicólogo e terapeuta do comportamento Gilberto Godoy.

O estudante de publicidade Filyppe Saraiva, 23 anos, conta que se sente mal quando passa mais de um dia sem entrar na internet. “Uma semana off-line? Acho que fico maluco. É muita coisa para ler e comentar.” Filyppe está conectado atualmente a 17 redes sociais e passa todo o tempo on-line em alguma delas, seja pelo computador ou pelo celular. “Preciso acompanhar as notícias que chegam ao meu e-mail por serviços de reader, comento em alguns blogs, respondo vários e-mails. Passo o dia acompanhando o Twitter pelo celular e sempre que tenho tempo livre posto em um dos meus três blogs — um sobre poesias e música, um site de conteúdo geek (direcionado apenas a coisas tecnológicas) e um blog onde comento temas do dia a dia.”

Exagero? Ele explica que já se sentiu sufocado pelo número de redes sociais que usa, mas que hoje consegue lidar bem com todas. “Chega uma hora em que você perde todo o tempo livre para ler todos os assuntos que te interessam, conversar com os seus amigos que estão no MSN ou adicionar todo mundo que aparece no Orkut. Precisei desistir de várias dessas redes para amenizar essa necessidade de acompanhar tudo. Algumas pessoas que conheci não souberam lidar com isso da mesma forma”, comenta.

A bancária Kate Saraiva, 22 anos, não tem os mesmos hábitos que o primo Filyppe. “Leio meus e-mails e tweets pelo celular. E só. Mal consigo manter conversas muito longas pela internet. Já tentei e cheguei a fazer amizades importantes pela web, mas nada substitui o contato que tenho com meus amigos, mesmo que por telefone, em cidades diferentes. De certa forma, viver nesse mundo cibernético nos mantém distantes, nada é muito real. Acho estranho quem consegue passar o dia na frente do computador. Não dá certo para mim”, explica Kate.

Esconderijo
Gilberto Godoy explica que essa necessidade de estar conectado deve ser observada com cuidado pelo internauta. Segundo ele, há pessoas que se tornam tão intimamente ligadas àquilo que postam e leem na web que passam a viver essa realidade em horário integral. “Os amigos são todos virtuais. Essa pessoa só se sente à vontade para se expressar pela internet. Aos poucos, ela não precisa se relacionar com alguém pessoalmente, já que é mais seguro se `esconder` atrás de um perfil.”

O psicólogo ainda chama atenção para a falta que os relacionamentos interpessoais podem causar. “O indivíduo se encontra em uma busca incessante por complementação. Ele quer se sentir aprovado, quer que gostem da imagem criada na web, se autoafirmar. Essas pessoas sofrem de alguma forma com seus autoconceitos”, explica Godoy. Autoconceito diz respeito à forma com que o indivíduo se percebe no mundo e como acredita que as outras pessoas a veem. “Quem passa o dia navegando na internet passa a formar seu autoconceito também a partir da aceitação que tem dos amigos virtuais. O que eles comentam sobre suas fotos, sobre seus gostos e sobre aquilo que é dito vai influenciar de alguma forma a maneira com que o indivíduo se aceita”, avalia.

Filyppe acredita que vários dos amigos virtuais que conheceu gostam de exaltar suas características principais, criando espécies de personagens, para que serem melhor aceitos. “Todo mundo tem aquele amigo no Orkut ou segue um perfil no Twitter que se apresenta como ‘a bonita’, ‘o nerd’, ‘o depressivo’ ou ‘o inconformado’. Conheci gente que passava o dia comentando coisas absurdas sobre a própria vida para ter um retorno. A qualquer momento do dia, eles estavam on-line, falando de tudo, o tempo todo. Isso é impossível para mim.”

Godoy afirma que o excesso de redes sociais e a dependência da conexão podem gerar conflitos de identidade. “Essa relação com a internet começa a ficar nociva quando o usuário passa a viver e precisar desse personagem que criou para si. Será que alguém é mais feliz porque tem mais seguidores, mais comentários, mais fotos publicadas? Algumas pessoas podem acreditar que sim”, explica.

Criatividade
Especialista em educação na web da Universidade de Brasília (UnB), o professor Luis Teles afirma que a internet e as múltiplas opções de sociabilidade que ela oferece podem ser usadas de forma positiva. “A identidade on-line deve ser usada a favor do internauta, como espaço para a exaltação da criatividade e das qualidades diversas que esse indivíduo tem. Não há nada mais gratificante do que a comunicação presencial. Por outro lado, a comunicação pela web vem para somar valor ao indivíduo, quando bem usada”, explica o especialista. Kate Saraiva exemplifica isso ao lembrar que muitas empresas recorrem à internet na hora de conhecer melhor seus colaboradores. “Eu sou aquilo que coloco na internet. Meu trabalho, minha identidade está ali. Muita gente consegue usar isso a favor.”

O blogueiro Daniel Carvalho, 23 anos, conseguiu aplicar o gosto pela internet ao criar um personagem completamente diferente dele. Desconhecido até 2008, o criador da personagem virtual Katylene e recém-contratado da MTV afirma que a internet nunca foi um problema. “Por conta do blog, preciso passar o dia conectado à internet. Recebo muitos e-mails e se passo um tempo maior sem postar, recebo mensagens dos leitores cobrando atualização”, conta. Mesmo com o trabalho pesado, Daniel se esforça para manter uma vida tranquila longe do computador. “Sempre gostei de estar on-line e adoro o meu trabalho. Isso, porém, não muda o fato de que preciso viver o mundo real também”, afirma.

O professor Luis Teles afirma que o segredo é não tratar a internet como a única opção na hora de se comunicar. “Qualquer pessoa tem necessidades fora da internet. Quando isso passa dos limites e atrapalha as relações interpessoais do indivíduo, talvez esteja na hora de desligar o computador.”
Fonte: Correio Braziliense

20100818

O mapa-múndi das mídias sociais

O blog Flowtown fez um gráfico interessante com o tamanho das mídias sociais no mundo: transformou-o em mapa-múndi. Quanto maior a rede em usuários, maior o “país”.
Imagem: Reprodução

Para ver o mapa em widescreen, clique aqui

Algumas considerações minhas:

- O MySpace, que já foi a maior rede social do mundo, está quase do mesmo tamanho de Twitter, Orkut e até Friendster (esta última, a primeira grande rede social, que já foi dada como irrelevante na maior parte do mundo)

- O Habbo, uma rede social infantil, é a segunda maior do mundo. Surpresa e tanto

- Não há números no mapa, mas pelo que graficamente se percebe, o Blogspot ainda é maior do que o WordPress como plataforma para blogs.
Fonte: Estadão

20100805

Google Brasil nas eleição 2010

O Google Brasil anuncia um pacote de ferramentas para facilitar a busca de conteúdos sobre os candidatos na eleição deste ano na web (clique aqui). Uma parceria firmada ainda com a TV Bandeirantes leva ao telespectador o YouTube e o Google Moderator para o Band Eleições, novo programa semanal de eleições da emissora, que pretende aproximar eleitores e políticos.

Via Google Maps, o internauta poderá acompanhar a agenda de viagens dos candidatos e se informar sobre o que cada um está fazendo, graças ao conteúdo do eBand, portal da Band. Já o Google Insights for Search apresenta a número de buscas feitas pelo nome dos principais candidatos.

Os outros aplicativos são o Mapa Histórico, com informações sobre a sucessão de governo nas eleições para governador e presidente desde 1994; e Google News Gadget, onde se pode acompanhar as notícias em rede sobre um candidato específico - seja ele presidenciável ou governadorável. A iniciativa conta ainda com ferramentas (clique aqui) em que os candidatos podem se comunicar os eleitores.

A recém-parceria com a Band prevê conteúdo exclusivo da emissora paulista em seu canal do Youtube. No espaço, os usuários poderão interagir, votando nos seus vídeos favoritos e enviando vídeos e perguntas via Google Moderator, os quais serão utilizados no programa semanal Band Eleições.
Fonte: M&M Online

20100730

Plugin avisa quando usuário envia dados para o Google

 Página da BBC possui AdSense, um dos serviços que fazem parte do leque do Google (Reprodução)

Um plugin chamado Google Alarm, apresentado em Berlim, na Alemanha, durante um evento para programadores, emite um aviso toda vez que os internautas acessam sites monitorados pelo Google. O objetivo do programa é conscientizar as pessoas sobre os dados de conexão que são enviados frequentemente para os servidores do gigante de buscas durante um acesso. 

Jamie Wilkinson, desenvolvedor da ferramenta, é também quem assina o site Know Your Meme, que reúne virais, e o Mag.ma, que agrega vídeos.

O funcionamento do programa é simples: o plugin inspeciona as páginas visitadas e as associa a serviços como Google Analytics, AdSense ou embeds do YouTube. Em seguida, o programa alerta, por meio de um alarme sonoro, o usuário que estiver visitando uma página que permite o compartilhamento de informações com o site de buscas.

Além do aviso, o plugin mostra ainda qual a porcentagem de sites acessados que possuem serviços do Google instalados em sua interface. 

O código do plugin é aberto e pode ser melhorado por programadores de todo o mundo. Para baixar o programa para os navegadores Firefox ou Chrome, basta acessar o blog Free Art and Technology.

Fonte: Veja | Vida Digital

20100728

Como gravar um twitcam

O Twitcam é a nova moda do twitter. Com a ferramenta, uma pessoa pode transmitir sua webcam para seus seguidores. O site já teve adesão de várias celebridades do meio artístico que usam o site para conversar com seus fãs.

Porém, um detalhe que poucos sabem é que é possível gravar as transmissões, e é muito simples. Para explicar como fazer, o nosso parceiro Gabriel Subtil produziu uma video-aula.

O software utilizado para gravar as transmissões foi o Camtasia Studio. Você pode baixá-lo clicando aqui.

Vídeo-Aula: Como gravar um twicam

Fonte: Web Dicas

A vida em um dia

Por Fred Leal


Fotos: Reprodução

O último sábado, 24 de julho, já entrou para a história, mesmo que nada demais tenha acontecido ao longo do dia. O motivo é a escolha da data pelo cineasta Kevin MacDonald para servir de retrato vivo do nosso tempo, no documentário Life in a Day.

O projeto tem bênção do YouTube, que patrocina e oferece todo o suporte tecnológico necessário para a realização do documentário. O processo vai funcionar assim: usuários do YouTube tinham 24 horas para filmar seu cotidiano no sábado – vale tudo, desde crianças brincando no quintal até buzinaço no engarrafamento. O que importa são as diferentes perspectivas que devem dar coesão ao registro.

O prazo para envio dos vídeos vai até o dia 31 de julho, mas não adianta tentar enganar o sistema: somente gravações feitas no dia 24 de julho terão validade para o documentário. O envio é feito dentro do próprio canal do filme, em youtube.com e os 20 usuários com as melhores imagens selecionadas ganharão uma viagem a os Estados Unidos, para assistir à estreia do filme no Festival de Sundance.

Todas as colaborações selecionadas para o corte final do filme garantem o crédito de codiretor, e o material que não for aproveitado no longa-metragem será exibido no canal oficial do filme. O canal, aliás, já conta com vídeo-tutoriais para ajudar os cineastas amadores a obterem melhores resultados com suas câmeras, além de entrevistas com o diretor Kevin MacDonald e o produtor Ridley Scott.


Para catalogar todo material bruto enviado, o cineasta conta com uma equipe de 15 pessoas onde todos falam diferentes línguas. As imagens serão então listadas de acordo com o conteúdo exibido – de forma não muito diferente de como funcionam as tags no próprio YouTube.

“É um novo tipo de documentário”, afirmou MacDonald. “Sabemos que será um filme experimental, mas a experiência está apenas começando.” O cineasta terá o trabalho de dar uma ordem lógica e um sentido ao grande volume de material bruto esperado – cerca de 20 horas de vídeos são disponibilizadas no YouTube a cada minuto.

“Espero não estar sendo presunçoso, mas imagino que teremos alguns milhares de horas filmadas para trabalhar”, disse MacDonald. “É um tipo de projeto que só se tornou possível graças à internet.” A ideia é que o resultado final seja um documento sobre “como era um dia na vida do mundo em 2010”. MacDonald ainda espera que as imagens sejam “íntimas e honestas”, pedindo que as pessoas não tentem atuar, que apenas “abram suas vidas e segredos”.

Parte da inspiração estética de Life in a Day vem de três documentários (ver abaixo), tendo em comum uma forte dose de experimentalismo e liberdade formal. O filme não tem verba de grandes estúdios, apenas produção da empresa Scott Free (dos irmãos cineastas Ridley e Tony Scott) e patrocínio do Google.
“É libertador poder criar sem imperativos comerciais”, diz MacDonald. Seria o retorno do mecenato? “Certamente, o patrocínio está fazendo um retorno”, disse.

Life in a Day terá trilha sonora do produtor Matthew Herbert e promete estrear em janeiro o primeiro mosaico colaborativo do século 21 no cinema.

Fonte de inspiração:

ANNA: 6 AOS 18
DIRETOR: Nikita Mikhalkov
PAÍS: Rússia/França
DATA: 1993
SINOPSE: Documento da passagem do tempo na Rússia através da perspectiva da menina Anna, que responde às mesmas perguntas todo ano.

LISTEN TO BRITAIN
DIRETOR: Humphrey Jennings e Stewart McAllister
PAÍS: Reino Unido
DATA: 1942
SINOPSE: A vida na Inglaterra durante a Segunda Guerra Mundial em documentário pontuado pelo som ambiente.

KOYAANISQATSI
DIRETOR: Godfrey Reggio
PAÍS: Estados Unidos
DATA: 1982
SINOPSE: Documentário experimental musicado por Philip Glass que apresenta a passagem do tempo através de imagens em time-lapse.

Fonte: Link | Estadão

20100723

Site reúne os vídeos mais compartilhados no Twitter e Facebook em um só lugar

O nome dele é Zocial.tv, um lugar onde você pode encontrar os vídeos do Youtube que mais estão sendo compartilhados no Twitter e Facebook.

O legal é que o serviço é super atualizado e os vídeos são ordenados de acordo com a frequência em que são compartilhados nas redes. Caso opte em classificar por categorias, é possível visualizar os 35 vídeos mais populares do dia, de ontem, da semana e do mês, sem necessidade de cadastro e com possibilidade de compartilhar o conteúdo. Apesar de parecer ser um site simples, o conteúdo é excelente. Acesse agora o Zocial.tv.
Fonte: RocknTech

20100721

Facebook fica entre os piores da web

O American Customer Survey Index 2010 se baseou nos resultados da ForeSee Results, uma empresa que mede a satisfação dos usuários com relação a um site, e concedeu ao Facebook 64 de 100 pontos em uma pesquisa de satisfação do cliente.

A avaliação é uma das piores entre as empresas da categoria mídia social, sendo seguida pelo MySpace, que recebeu um ponto a menos.

O Google, por sua vez, recebeu 80 pontos (7 abaixo do contabilizado em 2009), Wikipédia ficou com 77, seguidos por Yahoo (76) e YouTube (73).

O Facebook também recebeu uma avaliação pior do que os principais sites de notícias internacionais, como o FOXNews.com (82), MSNBC.com (74) e CNN.com (73).

De acordo com o CEO do ForeSee, Larry Freed, a classificação baixa do Facebook foi resultante dos diversos problemas de privacidade pelos quais a rede social passou, além de mudanças frequentes, comercialização e publicidade.

O Twitter não apareceu na lista, pois foi levado em conta que muitos dos usuários do serviço de microblog utilizam aplicativos de terceiros para acessá-lo, o que torna difícil avaliar o retorno dos usuários quanto ao que é oferecido a eles.
Fonte: Olhar Digital

NOVAS MÍDIAS - O fim dos jornais impressos?

O anúncio feito nesta semana sobre a migração do Jornal do Brasil para plataforma totalmente digital reacendeu as discussões sobre a substituição dos meios impressos de comunicação por conteúdos digitais. A partir de setembro, o periódico surgido em 1891, no Rio de Janeiro, e considerada uma das mais tradicionais publicações da imprensa nacional, estará disponível apenas através da internet, mediante pagamento de uma assinatura mensal. Uma das motivações da reformulação consiste na adequação do famoso JB ao iPad e similares.

Diante do fato, opiniões contrastantes surgiram: alguns afirmam que se trata de um caso isolado, decorrente de problemas organizacionais da empresa carioca. Outros, mais apocalípticos, acreditam ser este mais um sinal de que os jornais impressos, assim como livros e conteúdos culturais físicos, não continuarão existindo por muito tempo.

No início do ano, o semiologista e escritor Umberto Eco lançou um livro – em parceria com os franceses Jean Claude Carrière e Jean-Philippe de Tonac, roteirista de cinema e jornalista, respectivamente. Intitulada Não contem com o fim do livro, a obra tem distribuição no Brasil pela Editora Record e é traduzida por André Talles. Nela, os três autores dialogam e sugerem alguns argumentos para mostrar que o papel dificilmente será substituído de forma total por tecnologias digitais.

Rotina e intimidade

Ainda assim, deve-se destacar o surgimento de novos e-readers, que tentam deixar a leitura de formatos digitais mais intimistas e sem os tradicionais inconvenientes, possibilitando que jornais e livros consigam ser acompanhados com conforto no aparelho. O Kindle, da gigante de vendas online Amazon, por exemplo, chama a atenção por sua tela, que não cansa a vista – utiliza uma espécie de tinta que "corre" sobre o visor.

É fato que tentar traçar qualquer tipo de prognóstico sobre um tema cujas influências mudam a cada dia é praticamente impossível. O próprio Umberto Eco, apesar de não acreditar que essa extinção do uso do papel acontecerá tão brevemente, deixa claro sua incerteza: "Tudo pode acontecer. Amanhã, os livros podem vir a interessar apenas a um punhado de irredutíveis que irão saciar sua curiosidade nostálgica em museus e bibliotecas."

De qualquer forma, é interessante observar como no curso de toda a história humana documentada as novas mídias, na maioria dos casos, não substituíram as anteriores. Pode-se dizer que cada tipo de meio de comunicação envolve uma diferente experiência, tanto sensorial quanto social, e que se trata de um agregamento de novas formas de se obter informação e conhecimento. O cinema, por exemplo, não foi substituído pelo surgimento da televisão, dos videocassetes, DVDs e nem mesmo pelos downloads na internet. O ato de ir ao cinema não acontece puramente por questões de entretenimento, mas envolve toda a mística e o fetiche que envolvem uma sessão –o cheiro de pipoca e outras guloseimas, a companhia, a organização do espaço da sala e até o próprio fato de, por muitas vezes, ser um pretexto para sair de casa e esquecer, por algumas horas, os problemas da vida pós-moderna. O mesmo acontece com o jornal impresso e com os livros, que frequentemente extrapolam suas funções comunicativas para serem partes de uma certa rotina e intimidade, de efetivo contato físico. (Quem nunca tomou um café da manhã com um jornal aberto?)

Uma revista em formato de jornal

Essa perda de intimidade pode ser descrita a seguir:"O que ganharemos com esses novos livrinhos brancos e, principalmente, o que perderemos? Hábitos ancestrais, talvez. Certa sacralidade com que o livro foi aureolado no contexto de uma civilização que o instalara no altar. Uma intimidade especial entre o autor e seu leitor que a noção de hipertextualidade irá necessariamente constranger. A ideia de `cercado´ que o livro simbolizava e, justamente por isso, evidentemente, algumas partes de leitura", afirma Tonac, no prefácio de Não contem com o fim do livro.

É inegável que a internet, principalmente por seu caráter colaborativo, é talvez a forma mais rápida de se obter informações sobre fatos relevantes que estão acontecendo no momento da leitura. Também é impossível deixar de afirmar que essa talvez seja a maior revolução e democratização do conhecimento livre da história, se tornando uma ferramenta fantástica. Ainda que grande parte dos leitores dos periódicos tradicionais deixem de acompanhá-los, é possível manter uma base sólida de assinantes, dando ao jornalismo impresso um caráter mais reflexivo, opinativo, denso – com grandes reportagens (tendência que já vem acontecendo desde o surgimento da televisão e do rádio, mas que deve se fortalecer nos próximos anos).

Um bom exemplo é o semanário alemão Die Zeit (O tempo). Em um formato de papel grande para o que estamos acostumados no Brasil, mas comumente utilizado nos países nórdicos, a publicação resiste e mantém a média de 500 mil exemplares vendidos por edição. Talvez a sua vendagem não tenha sofrido quedas devido ao fato de a publicação contar com abordagens densas dos temas considerados mais relevantes na semana, por muitas vezes quase filosóficas, quando há o envolvimento de questões políticas, culturais e comportamentais; atingindo quase o status de uma revista, em formato de jornal. Se esse será o destino de boa parte da mídia impressa, nos resta aguardar.
Fonte: Observatório da Imprensa

20100720

Adolescentes perdem interesse no Facebook, revela estudo

Que o Facebook é um gigante ninguém contesta. Porém, o site que conta com milhares de usuários pelo mundo, vem perdendo adolescentes de sua base.

De acordo com um estudo feito pela OTX e o site Roiworld nos EUA, aproximadamente 1 em cada 5 adolescentes deixaram de usar ou cancelaram seu perfil na rede social em abril de 2010.

Não é só o Facebook que vem sofrendo com o abandono dos teens. O MySpace registrou em seus números 22%, enquanto o YouTube e Twitter 15%.

Quais são os motivos?
A pesquisa mostra que, no caso do Facebook, onde poderia se esperar uma reação devido às questões envolvendo segurança que surgiram esse ano, a razão principal é que eles consideram o site chato. Simples assim.

Manter esse público conectado e interessado é um grande desafio. Para uma rede poderosa como o Facebook mais ainda. A questão é: o que fazer pra manter esses jovens ávidos por novidades envolvidos em um site?

Eles amam jogos online
Jogos online podem ser uma boa saída e considerados uma alternativa barata para relaxar, se divertir e matar o tempo junto aos amigos.

De acordo com o estudo, 73% desse público joga na internet, com 81% dentro do Facebook. O tempo destinado à diversão é incrível, chega a 7h por semana.

Principais números da pesquisa
Razões para menor uso do Facebook em abril de 2010

Perda de interesse / é chato – 45%
Maior interesse em visitar outros sites – 28%
Muitas notificações – 27%
A maioria ou todos os amigos não usam o Facebook – 21%
Está cansado de tentar manter todas as atividades – 21%
Muitos anúncios – 20%
Teve problemas em encontrar pessoas conhecidas – 18%
A maior parte dos amigos está em outra rede social – 16%
Outras redes sociais são melhores – 16%
O Facebook não oferece as funções que querem – 16%
Os pais entraram da rede – 16%





























Fonte: Portal Voit

20100719

Redes sociais prejudicam as notas escolares? Parece que não

Há algum tempo um estudo da Universidade Estadual de Ohio apontou que a rede social Facebook era a grande culpada pelas notas baixas dos estudantes norte-americanos. De acordo com o estudo, os jovens que passavam tempo navegando pela rede social tinham menos disposição para estudar. No entanto, um novo estudo surgiu afirmando que a rede social não influencia nas notas escolares.

A conclusão foi de pesquisadores da Universidade Northwestern, com um estudo chamado "Preditores e consequências de diferentes práticas em sites de redes sociais". De acordo com eles, o uso sem medidas de redes sociais como Facebook e MySpace por estudantes não afeta as notas escolares. Outros pontos como etnia, sexo e nível educacional dos pais são mais decisivos nas notas.

Segundo o estudo, garotas tendem a ter notas melhores que garotos durante a idade escolar. Além disso, alunos cujos pais possuem diploma universitário apresentam melhor rendimento na escola.

Os pesquisadores também incluíram no estudo dados sobre o uso da internet em geral comparado ao uso de redes sociais, apontando que não há diferenças significativas no rendimento escolar.

Ainda de acordo com o estudo, o uso da internet e redes sociais melhora as habilidades dos estudantes e até auxilia no desempenho escolar. Além disso, os pesquisadores apontam que os estudantes são perfeitamente capazes de diferenciar o momento escolar do tempo livre dedicado à internet.
Fonte: Olhar Digital