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20100922

O Twitter é uma empresa de mídia?

Renan Dissenha Fagundes
O Twitter anunciou na noite de terça-feira (14) uma série de mudanças na sua página, incluindo novas funcionalidades que vão permitir que os usuários vejam vídeos e fotos direto no site. Segundo executivos da empresa, incluindo o CEO Evan Williams, o Twitter quer ser um “ambiente de consumo”. A afirmação tem relação com que outro executivo do Twitter havia falado mais cedo na terça: que o Twitter não é uma rede social, e sim uma rede de informações.

A ideia por trás de todas essas mudanças é afirmar que o site serve, principalmente, para consumir informação. Na nova encarnação do Twitter você não precisa nem twittar para participar do site se não quiser: pode entrar lá só para ler o que está sendo publicado e discutido e, com a nova página, ver fotos e vídeos.

O Twitter pode estar aos poucos se assumindo como uma empresa de mídia: o que importa no site é o conteúdo que está sendo divulgado ali, é isso que o Twitter acredita que as pessoas vão querer consumir. Essa mudança também pode ter ligação com publicidade, e dinheiro, embora Williams afirme que não. Quanto mais tempo as pessoas passarem no site do Twitter - e não em aplicativos como o TweetDeck ou em outros sites -, mais o Twitter poderá ganhar com anúncios.

Desde sua primeira versão, que perguntava aos usuários "o que você está fazendo?", o Twitter cresceu e mudou bastante e agora não é preciso nem responder nada. Na nova versão, quase tudo vai ser resolvido na mesma página. A tela será dividida em duas: na esquerda, é possível acompanhar a timelime, retweets e menções ao seu usuário; do lado direito estão as fotos e os vídeos postados, outros tweets do mesmo usuário. Ali também está um espaço em branco que poderia ser perfeito para anúncios.

Continuamos a discussão agora com essas novidades. O que você acha? O Twitter serve para quê?
Fonte: Revista Época

O grande erro das redes sociais

Por Ricardo Lacerda
Está na hora de as empresas monitorarem o que as pessoas comentam sobre marcas em redes sociais. É o que afirma o especialista em marketing digital e diretor da Agência Publiweb, Conrado Vaz, que nesta quarta-feira desembarca em Porto Alegre para ministrar um workshop sobre o assunto. “As redes podem atingir uma enorme quantidade de pessoas, mas as empresas não são capazes de detectar esses dados porque não se preocupam com eles”, alerta Vaz. Nesta entrevista, ele conta por que as marcas ainda têm tanta dificuldade para se adaptar às particularidades das redes sociais e garante: por enquanto, nenhuma marca utiliza plenamente o potencial do Twitter. Confira:

Recentemente, AMANHÃ publicou uma reportagem mostrando que as marcas estão “perdidas” no ciberespaço. Você concorda?
Vejo que não só as marcas, mas as próprias empresas estão perdidas. O modelo mudou do monólogo para diálogo. O discurso de colocar o consumidor no centro de toda a ação agora é uma exigência. O problema nesse aspecto é que as empresas, as faculdades e, principalmente, as agências não prepararam seus modelos de negócio para essa mudança. O consumidor quer interatividade, mas as agências ainda aconselham seus clientes a impor a comunicação onde o consumidor estiver – independente de ele querer isso ou não. Os consumidores querem se relacionar com suas marcas, só que elas não sabem como gerir esse relacionamento.

Quais são os erros que levam as empresas a manter esse descompasso com o comportamento do consumidor?
Um deles é achar que a mídia de massa gera o tipo de relacionamento que os consumidores querem. Quando o consumidor entra na internet, ele lê nos fóruns a opinião sobre cada marca e descobre aqueles problemas que não aparecem na propaganda – e aí o investimento de milhões vai por água abaixo. Não se pode mais achar que uma mentira contada dezenas de vezes no horário nobre se transforma em verdade. Era assim na época que o consumidor não tinha nenhuma opção. A TV era sua grande fonte de informação e, diante disso, tudo que era falado nela tinha credibilidade. Hoje, o consumidor quer se relacionar com as marcas, quer descobrir o que é bom e o que não serve, quer pesquisar preços, compartilhar informações com seus amigos e exercer sua atividade no mercado.

O que são as “redes submersas” de comunicação e por que as empresas devem prestar atenção nisso?
Quando você fala com um amigo seu pelo MSN sobre um produto, posta em um blog uma opinião negativa sobre uma empresa ou começa um movimento para assinar um projeto como o "Ficha Limpa" pela rede, existe um conteúdo informacional enorme que passa despercebido pelas empresas. Ele pode atingir uma enorme quantidade de pessoas, mas as empresas não são capazes de detectar esses dados. Mas são essas redes submersas – de dados, opiniões, críticas, sugestões de melhoria e outras informações cruciais – que estão fazendo cada vez mais a diferença na taxa de conversão de pessoas que “têm contato com a marca” para pessoas que “compram o produto”. Essas redes são detectáveis e representam uma fonte de dados preciosa para qualquer negócio. É a melhor pesquisa de opinião ou pesquisa de mercado que a empresa poderia ter. E é gratuita.

Hoje, é comum vermos campanhas claramente desenhadas para se tornarem “virais”. No entanto, muitas delas fracassam ou deixam a impressão de que estão “forçando a barra”. Existe alguma característica comum que diferencie o marketing viral bem-sucedido daquele que dá em nada?
As empresas acham que viral é lançar um vídeo engraçado na internet. É muito mais do que isso. As campanhas virais são aquelas que capturam o espírito da época, a necessidade do consumidor, aquilo que ele já queria ler ou fazer. O Obama é um excelente exemplo. Ele é um excelente produto. Após uma política que praticamente quebrou os EUA, surge alguém que representa o contrário daquilo que os americanos estavam acostumados nos seus últimos 500 anos: um negro democrata defendendo reformas. Praticamente um conto de fadas – algo muito semelhante como que aconteceu na campanha do Beatle, o nosso fusca, nos EUA na década em 1959, com o "Think Small". Tanto o Obama quanto o Think Small foram virais porque tinham excelentes histórias e representavam o que o público queria em termos de mudança. Viral é muito mais do que um vídeo engraçadinho: é capturar o espírito das massas, é ler o consumidor e entender o que ele quer.

Na sua visão, quais são as empresas que exploram plenamente o potencial do Twitter como meio de construção de marca?
Plenamente, nenhuma. A Zappos é um bom exemplo, mas ainda poderia melhorar. O Twitter não é uma ferramenta de propaganda, é uma tremenda ferramenta de relacionamento. A maioria das empresas não vê o correto papel do Twitter porque não entenderam direito nem o que era blog ou qual o princípio que a internet traz em si. Acham que o Twitter é apenas uma ferramenta, quando na verdade ele encerra um novo conceito que tem muito mais a ver com a nossa ansiedade de informação e de imediatismo na comunicação.
Fonte: Revista Amanhã

20100913

A barulhenta invasão brasileira no Twitter

Os usuários do Twitter que se deram ao trabalho de conferir nos últimos meses o Trending Topics mundial - lista de temas mais citados nas mensagens postadas na ferramenta em todo o planeta - devem ter reparado na insistente presença de assuntos ligados ao Brasil. Do mais famoso deles, o "CALA BOCA GALVAO", passando por "Corinthians", "Dunga", "Dilma" e chegando até "Tiririca". Seria essa uma nova invasão virtual brasileira, a exemplo do que ocorreu no passado com o Orkut? Em termos.

O Trending Topics foi acoplado ao Twitter em 2008. Simplificadamente, seu funcionamento é trivial: assim que um novo tweet - a mensagem do Twitter - é jogado na rede pelo usuário, o mecanismo passa a computar a ocorrência das palavras daquele texto. Se um desses termos for repetido à exaustão pelos demais usuários, pode figurar no ranking de Trending Topics. Assim, ganha ainda mais destaque, sendo exibido a todos os adeptos do microblog.

Não há um número pré-estabelecido de citações necessárias para atingir o tão sonhado lugar na lista. A dificuldade, é claro, é proporcional ao ânimo dos usuários da rede - onde são publicadas aproximadamente 600 mensagens por segundo, de acordo com estatística oficial. Mas algumas experiências dão uma ideia do trabalho necessário para conquistar o lugar ao sol. Foi o caso de uma ação publicitária promovida pela agência VirtualNet para promover na rede um filme - o título é mantido em sigilo. Segundo Rogério Bonfim, sócio da empresa, foram disparados 700.000 tweets em 24 horas citando o filme. Foi o equivalente a 486 mensagens por minuto, ou 8 por segundo. O filme entrou na lista.

A estratégia profissional não é a única que colhe bons resultados. Há também a mobilização espontânea dos usuários, caso do "CALA BOCA GALVAO". Na prática, tudo acontece como na vida real: você conversa com amigos mais próximos e propaga uma mensagem. Eles farão o mesmo com os amigos deles. O fluxo é exponencial. A mãozinha de um perfil influente na rede, daqueles que já arrebanharam um grande número de seguidores, contribui para a proliferação do conteúdo.

É aí que entra a peculiaridade brasileira. O Twitter possui atualmente 145 milhões de usuários. Não há números oficiais sobre a presença brasileira na rede. Mas estima-se que ela gire em torno de 11,6 milhões de perfis, se considerada a participação de 8% dos brasileiros no bolo total de usuários da rede revelada pela pesquisa da agência Sysomos, em janeiro. Contudo, esses barulhentos foram responsáveis por 20% dos 30 tópicos que mais tempo permaneceram na lista do Trending Topics. O termo "Dilma" (Rousseff) é o maior destaque, na sétima colocação: ele figurou no ranking mundial por 7 dias, 18 horas e 58 minutos, totalizando 84 ocorrências.

"Nós, brasileiros, temos uma tendência de nos comunicarmos freneticamente. E, como já sabemos, adoramos redes sociais", afirma Raquel Recuero, especialista no assunto e professora do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Católica de Pelotas (UCPel). Beth Saad, professora da Escola de Comunicações e Artes da USP e também estudiosa do tema, acrescenta outra característica aos usuários locais. "Muitas vezes, eles tuitam com o propósito de colocar um assunto na lista mundial", diz.

Os brasileiros não dominam a rede, mas não podem ser ignorados. No episódio do CALA BOCA GALVAO, o tema tomou tal dimensão que virou assunto de estrangeiros - que se divertiram ou se irritaram com a "intromissão" brasileira. Em 2004, ocorreu coisa similar no Orkut. Um em cada cinco usuários era americano àquela altura, quando o português começou a tomar conta das comunidades do site. Houve passagens de hostilidade na batalha. Os americanos criaram uma comunidade chamada "So many brazilians on Orkut" (brasileiros demais no Orkut). Estes retrucaram estimulando usuários de todo o mundo a se apresentarem como naturais do Iraque - os Estados Unidos haviam invadido o país do Oriente Médio no ano anterior. Hoje, um em cada dois cadastrados na rede é brasileiro.

Por ora, os brasileiros não ameaçam o predomínio numérico dos americanos no Twitter: eles são aproximadamente 72 milhões - ou 50% dos cadastrados, também se considerarmos a participação medida em janeiro. Mas, como visto, o usuário brasileiro sabe fazer muito barulho em rede e é hábil o suficiente para lançar mão de táticas de guerrilha para ganhar terreno virtual. "A invasão verde-amarela pode acabar inibindo usuários de outros países", afirma Eric Messa, coordenador do curso de comunicação e mídias sociais da Faap. É tuitar para ver.
Fonte: Revista Veja

20100830

Qwitter - Seja avisado quando alguém deixar de te seguir no Twitter

Qwitter – Seja avisado por email quando algum contato deixar de seguí-lo no Twitter.
Fonte: Design Tecnologico

20100825

A internet submersa

Quando você acessa um site inglês, hospedado na Inglaterra, como você acha que a informação chega do servidor de lá até o seu computador aqui? Pelo ar? Via satélite? Mágica digital? Telepatia?
Nada disso. Na verdade, ela viaja da maneira mais “tradicional” possível, via cabo.
Sei que parece uma pergunta/observação idiota, mas aposto que muita gente não sabe que há um emaranhado gigantesco de cabos de fibra ótica atravessando todos os oceanos e conectando todos os continentes da Terra, necessários para que a internet e outros serviços de telecomunicações funcionem. Imagine só!

Quando você baixa conteúdo de um site inglês, as informações atravessam fisicamente todo o Oceano Atlântico via cabo, de um computador na Inglaterra até o seu computador, na sua frente. Só que isso acontece à velocidade da luz … portanto as distâncias são absolutamente irrelevantes nesse caso. Se você baixa informações de um servidor da padaria da esquina ou de uma empresa de mergulho na Austrália, o tempo de viagem é exatamente o mesmo, para todos os fins práticos. Ou seja: instantâneo.

(A velocidade da luz, só para lembrar, é de 300 mil km por SEGUNDO no vácuo … dentro de uma fibra ótica ela é um pouco mais lenta, mas ainda assim, instantânea para todos os fins de utilidade humana. Segundo o site WolframAlpha, indicado pelo meu camarada Carlos Orsi, a distância em linha reta de Londres a São Paulo é de 9.471 km. Um “pacote de luz” contendo informações digitais e viajando por uma fibra ótica leva exatos 44,3 milisegundos para percorrer essa distância. Se fosse no vácuo, levaria 31,6 milisegundos. Uma diferença imperceptível.)

O mais doido é imaginar esse cabos dormindo no leito dos oceanos, milhares de metros abaixo da superfície, com peixes bizarros, polvos, caranguejos e outros seres das profundezas caminhando sobre eles. Imagine só!

Neste site é possível navegar por um mapa interativo de todos os cabos submarinos instalados no mundo. Entre lá e veja por onde trafegam as informações que você usa na internet.

(Para dar crédito a quem merece, descobri esse mapa graças ao Knight Science Journalism Tracker, um blog de jornalismo científico mantido por jornalistas ligados ao Knight Science Journalism Fellowships, programa do qual eu tive a honra de participar alguns anos atrás, no MIT. O Tracker, por sua vez, usou informações de um outro blogueiro da revista The Atlantic, que por sua vez cita um outro blog, de um professor da Carnegie Mellon University, chamado Infowarrior. …. Haja cabo submarino para transportar tanta informação!! Já pensou se a gente recebesse milhagem por conteúdo baixado na internet?)
Abraços a todos.
Fonte: Estadão

20100810

Aos 65 anos, Rita Lee entra no Twitter e se destaca por usar a ferramenta como nenhum outro famoso

No seu perfil, @LitaRee_real, a roqueira de 65 anos fala da vida pessoal e também da novela das sete e das nove; defende a causa dos animais e debocha dos políticos; manda recado aos filhos, conversa com os amigos e, não raro, posta perguntas para tentar entender melhor a ferramenta, que começou a usar no dia 5 de julho, com sucesso. Um mês depois, ela já contabiliza mais de 31.000 seguidores; uma semana atrás, eram menos de 21.000.

Como é famosa, sua espontaneidade ganha ainda mais cor. O site, afinal – um microblog onde se pode escrever 140 caracteres sobre qualquer coisa –, é mais usado por celebridades para fazer marketing pessoal. Ali, quem é público geralmente posa de bonzinho, propagandeia seu próximo ou último feito e não sai um milímetro fora da linha que divide o politicamente correto do incorreto, além de ser extremamente discreto sobre sua vida pessoal. Rita, que está em turnê com o show Etc... desde abril, mal fala nisso.

Sorte de seus seguidores, a roqueira ignora os códigos do bom-famoso e escreve o que quer, de forma direta e com direito a palavrões. E em linguagem de internet, com abreviações, alguma pressa e erros de gramática. Um bom exemplo (sem palavrões): “A cirurgia foi zipzap, limpei as tetas e as percianas, voltei p/ casa c/ 2 drenos me seguindo, as vezes ordenho o sangue deles q é meu”.

Foi dessa forma que ela deu a notícia, no dia 23 de julho, de que tinha feito uma operação nos seios – para se prevenir do câncer, já que tem histórico da doença na família – e nas pálpebras – por estética, pois elas estavam caindo sobre os seus olhos. A explicação, porém, veio depois que ela recebeu uma série de tuítes do tipo “o que aconteceu?”. E vem tendo que se explicar desde então – a última vez foi no dia 5 de agosto.

É melhor aproveitar o humor, as boas frases de efeito e as histórias não filtradas de Rita no Twitter, antes que ela se aborreça com o assédio ou se canse do novo brinquedo – ou, como já tuitou, vício -, que apelidou de “clubinho”.

VEJA.com selecionou alguns de seus posts. A seguir, leia uma entrevista com a cantora, em 140 caracteres.

Como e onde foi apresentada ao Twitter?
Meu filho @JoaoLeeMusic me apresentou. Eu me vicio fácil, fácil sã...

Por que se associar ao microblog - e por que agora?
Sei lá, é sempre bom 1 brinquedinho novo

Por que os seus tuítes são mais espontâneos e interativos do que a média dos famosos?
Thanx, eu acho terapêutico escrever o q dá na telha

Seu perfil pessoal é @LitaRee_real, com mais de 31.000 seguidores. Seu perfil profissional é @Rita_Lee, com menos de 7.400 seguidores. Por que separá-los?
P/ falar a verdd eu nem sabia q existia o profissa, rsrsrs

Como reagir aos patrulheiros do Twitter – aqueles que, em vez de dar unfollow, ficam criticando seus tuítes?
Ah, depois d 45 anos aguentando jornalistas agressivos, isso p/ mim é merreca

Sua opinião: por que, afinal, um tuiteiro acredita que pode dizer a outro o que ele deve postar?
Quem tuíta o q quer recebe o tuíte q ñ quer...

Política é um dos seus temas no site. Alguma ideia para um tuíte sobre o assunto exatamente agora?
Voto obrigatório é o fim da picada, votar é 1 direito, ñ 1 dever

Que famoso escolheria para fazer um perfil falso?
1 q já morreu, tipo James Dean ou Carmen Miranda

E qual seria o primeiro post?
James Dean: estou morto mas ñ perdi a pose. Carmen Miranda: ñ deixem aquele gringo fazer 1 filme sobre minha vida

O que você ainda não entendeu do funcionamento do site?
Putz, zilhões d coisas! Incrível como a molecada tem a mó paciência d me ensinar

Dente de ouro, operação dos seios e pálpebras. Como os seus seguidores reagem a esse tipo de assunto?
Me desejam saúde, fazem piadas, duvidam q eu sou eu, querem saber se estou doente

Qual é o seu Follow Friday (#FF) desta semana?
Já aprendi o q é #FF e #UNFF, viu? Num gosto muito dessas regrinhas... Mas se tiver q sugerir seria @Cafremder, minha nora gauche

Novela é outro assunto abordado por ali. O que está achando de Passione?
Implico c/ o sotaque, é desnecessário e puxa o tapete de grandes atores e atrizes, mas sou noveleira desde os tempos de O Direito de Nascer

O que lhe interessa, hoje, na televisão brasileira?
Telejornais, A Grande Família, CQC, Pânico, Casseta & Planeta, minisséries...

Você pediu aos seus seguidores versões da música-tema de Ti-ti-ti, que é sua. O que recebeu de bom?
Disponibilizamos os canais independentes da música p/ download e chegou mta coisa boa e louca (http://www.ritalee.com.br/tititi/multitrack.htm)

Seu terceiro tuíte foi: “Ainda n dá pra trocar o livro q estou lendo por este novo brinquedinho”. Que livro era?
Tava relendo Fahrenheit 451, do Ray Bradbury

Um mês depois: Twitter ou livro?
Cada vício no seu armarinho. Ontem ganhei 1 iPad c/ biblioteca e Twitter juntos...
Fonte: Revista Veja

20100806

WordPress lança recurso semelhante ao do Facebook para usuários curtirem posts

No Facebook o botão "curtir" é uma mania. Com ele, o usuário pode mostrar aos amigos que gostou de alguma coisa. O recurso também pode ser utilizado em diversos sites de terceiros que tenham integração com a rede social. Porém, o WordPress decidiu apostar em uma ferramenta bastante parecida com a do Facebook.

Agora, o serviço de gerenciamento de conteúdo possui um botão muito semelhante ao do Facebook. De acordo com a empresa, há esperança de que essa seja uma maneira para o usuário descobrir novos blogueiros e iniciar conversas com pessoas que gostam do que você escreve.

O botão "curtir" possui duas funcionalidades no WordPress. Uma delas é visualizar o perfil do autor do post, enquanto a outra é inserir a página na seção de posts que você curtiu para dar uma olhada mais tarde.

A ferramenta já está diponível para usuários que possuam um blog hospedado no WordPress. Visitantes não podem utilizar o recurso, apenas usuários cadastrados.
Fonte: Olhar Digital

A internet e as eleições

As campanhas das eleições presidenciais de 2010 estão sendo marcadas por algumas especificidades, destacando-se as seguintes:

01.forte polarização entre candidatos;

02.o presidente Lula como um de seus principais protagonistas;

03.a presença da Internet como um dos mais importantes meios de campanha.

Com o crescimento do número de pessoas que tem acesso ao computador, é inevitável supor que a Internet deverá ser um fator diferencial nesta campanha, principalmente se tomarmos como horizonte a campanha de Barack Obama à Casa Branca e a popularização tipicamente brasileira das redes sociais, como Twitter, Facebook, Orkut e blogs de todos os gêneros.

Mas a largada desta campanha se demonstra, até aqui, bastante estéril e imatura. Uma análise feita durante um período de dois meses nos possibilitou auferir, por exemplo, a quantidade e a qualidade das citações a determinadas marcas e nomes, no caso, os candidatos nas redes sociais. Já foi possível constatar a falta de qualificação do debate e dos conteúdos políticos e os ataques gratuitos que vicejam na web.

Parte deste cenário desanimador pode, sim, ser imputado aos próprios candidatos que, se não exortam seus eleitores a esta batalha cibernética insana, também não inibem este comportamento. Os comandos estratégicos das campanhas, afinal de contas, são responsáveis pela qualidade ou a falta dela no debate político-eleitoral.

Há, por trás disto tudo, uma estratégia caótica de guerra em curso, na qual os dois principais candidatos parecem se valer do que no mundo da internet é chamado de "missionários digitais". Este termo, que foi criado para designar os profissionais que dispõem de tempo para promover as empresas na web e que é um bom exemplo de estratégia digital nos EUA, desvirtuou-se por aqui. Nesta lógica, é possível ver militantes na Internet trabalhando para convencer indecisos, acusando adversários e rebatendo críticas no pior exemplo da desqualificação política.

As etiquetas básicas das mídias sociais são na maioria das vezes esquecidas, e um debate de surdos flui surpreendentemente. Parece não se perceber que a Internet é um instrumento singular e poderoso de mediação de conteúdos e que a eficácia de uma campanha depende da combinação da potência do meio com a qualidade do conteúdo.

Um olhar mais próximo da blogosfera mostra que boa parte de seus influenciadores possui algum tipo de ligação com a grande imprensa ou são celebridades. A transmissão das propostas de governo dos principais candidatos está ainda confusa, e isso atrapalha vínculo entre a comunidade web e a qualificação do debate.

As estratégias adotadas nas redes sociais comprovam a percepção de que os presidenciáveis ou os responsáveis por suas campanhas não enxergaram ainda a necessidade de responder a algumas perguntas básicas. Onde meu eleitor está? Quem ele influencia? Por quem é influenciado? Como ele usa as tecnologias do ponto de vista da política? Ele apenas assiste a conteúdos, compartilha com os outros, comenta, cria ou modera comunidades? Que tipo de ações específicas deveriam ser usadas para cada grupo? Como responder a acusações infundadas? Como propagar minhas ideias de forma eficiente e sintética?

Um breve comparativo entre as "tags" "José Serra", "Dilma Rousseff" e "Marina Silva" na blogosfera, num período de 30 dias (até 14 de julho), mostra que o primeiro foi responsável por 44.5% das menções, a segunda, por 39.33% e "Marina Silva" por 16.20%. No dia 30 de junho, o termo "José Serra" alcançou mais de 3.000 menções no Twitter. O anúncio do vice Índio da Costa foi bastante responsável por esse buzz. Já a comparação entre as expressões "José Serra", "Dilma Rousseff" e "Marina Silva" na twittosfera, num período de 30 dias, (também até 14 de julho), o primeiro é responsável por 46.4% das menções, a segunda, por 21.9%, e o termo "Marina Silva", por 31.8%, com 27.509, 12.984, 18.854, respectivamente. Um pouco menos de 1/4 das citações sobre Dilma Rouseff no Twitter são relacionadas ao presidente Lula.

Além dos EUA, mais recentemente, Inglaterra e Colômbia vivenciaram intensa campanha política pela Internet. Nestes países foi possível verificar que, muitas vezes, a Internet pautou o debate transbordando a discussão para bares, escolas e casas, algo que até agora não vem ocorrendo no Brasil. Parece que será mais bem-sucedida a campanha que souber escrever este roteiro e quem apostar principalmente nos jovens, que são os mais conectados.

Os jovens mais escolarizados são grandes influenciadores na sociedade. Eles têm na rede mundial uma fonte inesgotável de pesquisa e informação e, nesta eleição, este processo não será diferente. Indiretamente, a internet se tornará um veículo de comunicação política para pais, familiares, colegas de classe, amigos, entre outros. A dica é seguir o comportamento destes jovens em vez de seguir a tecnologia de forma obstinada e sem critérios. Os jovens se importam com o que pessoas da mesma idade e comunidade pensam, e o bom debate político terá mais espaço entre eles do que com qualquer outro público internauta.

Como nenhuma outra, esta eleição tem um caráter de experimentação devido à popularização da internet nos últimos anos. Erros serão normais, mas o inadmissível será a perda do pudor, das boas maneiras e da inteligência. Talvez a maior contribuição deste fenômeno seja a inevitável introdução da escuta estratégica do eleitorado, que, com o advento da web social, passou a fornecer pistas e informações vitais na condução de uma campanha e de projetos políticos. Mudanças de rota, coisa que antes levaria dias para acontecer, a internet levará segundos para mostrar a necessidade da adoção de táticas diversas e eficazes. Perderá quem não perceber que o online também constitui o real. Até mesmo na política.
Fonte: iMasters

20100805

@Comotaotempo: Previsão do tempo via Twitter

O @comotaotempo não é uma ferramenta e muito menos um aplicativo para Twitter, mas é um serviço bem interessante. O @comotaotempo é apenas um perfil do microblog que faz a previsão do tempo informando a temperatura, como está o clima, umidade e a velocidade do vento.
Perfil do @comotaotempo no Twitter
Quer saber se vai chover? Será que vai fazer frio amanhã? Saiba sem sair do Twitter.
É só mandar seu pedido que em um minuto terá sua resposta.

Exemplo de requisições válidas:
@comotaotempo no Recife?
@comotaotempo em Salvador hoje?
@comotaotempo em Alagoas, SE amanhã?
@comotaotempo na cidade do México depois de amanhã?

Fiz alguns testes e o @comotaotempo funciona direitinho. Veja abaixo o exemplo:

Enviei:
@comotaotempo em São José dos Campos?

Recebi como reply:
@dtecnologico O tempo em São José dos Campos, São Paulo agora: Nublado (18°C) – Umidade: 73% – Vento: SO a 13 km/h

Foi bem rápido, apesar do perfil garantir que a mensagem é enviada em 1 minuto, não precisei esperar mais que 30 segundos. É possível saber a previsão do tempo para o dia de hoje, amanhã e depois de amanhã.

Outra maneira de descobrir se vai chover é acessando o site “Será que vai chover?”. Você deve informar o nome da sua cidade e terá como resposta “Sim” ou “Não”. Além disso, é possível ter uma previsão de chuva para os próximos três dias.
Fonte: Design Tecnológico

Google Brasil nas eleição 2010

O Google Brasil anuncia um pacote de ferramentas para facilitar a busca de conteúdos sobre os candidatos na eleição deste ano na web (clique aqui). Uma parceria firmada ainda com a TV Bandeirantes leva ao telespectador o YouTube e o Google Moderator para o Band Eleições, novo programa semanal de eleições da emissora, que pretende aproximar eleitores e políticos.

Via Google Maps, o internauta poderá acompanhar a agenda de viagens dos candidatos e se informar sobre o que cada um está fazendo, graças ao conteúdo do eBand, portal da Band. Já o Google Insights for Search apresenta a número de buscas feitas pelo nome dos principais candidatos.

Os outros aplicativos são o Mapa Histórico, com informações sobre a sucessão de governo nas eleições para governador e presidente desde 1994; e Google News Gadget, onde se pode acompanhar as notícias em rede sobre um candidato específico - seja ele presidenciável ou governadorável. A iniciativa conta ainda com ferramentas (clique aqui) em que os candidatos podem se comunicar os eleitores.

A recém-parceria com a Band prevê conteúdo exclusivo da emissora paulista em seu canal do Youtube. No espaço, os usuários poderão interagir, votando nos seus vídeos favoritos e enviando vídeos e perguntas via Google Moderator, os quais serão utilizados no programa semanal Band Eleições.
Fonte: M&M Online

20100730

Twitter pago? Não, obrigado

Em pesquisa, 49% dos americanos dizem ter usado microblog, mas nenhum deles pagaria por isso.
Metade dos americanos disse já ter usado microblogs como o Twitter. Porém, ninguém concordaria em pagar pelo serviço, revelou a nona edição da pesquisa Digital Future Report 2010, do Centro para o Futuro Digital da Universidade do Sul da Califórnia (USC).


De acordo com o estudo, divulgado na sexta-feira (23/7), 49% dos entrevistados disseram já ter usado microblogs como o Twitter. Mas, perguntados sobre se pagariam por tal serviço, o porcentual dos que disseram sim foi 0%.

“O resultado ilustra, acima de qualquer dúvida, o tremendo problema de transformar usuários gratuitos em usuários pagantes”, ressaltou o diretor do Centro para o Futuro Digital, Jeffrey Cole, em comunicado.

Propaganda e notícias

O relatório detectou ainda que 50% dos usuários nunca clicam em publicidade online, e 70% disseram achar as propagandas na web um “aborrecimento”.  Por outro lado, 55% dos usuários ouvidos afirmaram preferir ver propaganda online a pagar pelo conteúdo.

Sobre o hábito de ler jornais, o estudo destacou que, como fonte de informação, os jornais estão abaixo da Internet e da TV. Perguntados quais seriam as fontes importantes ou mais importantes, 78% apontaram a Internet, 68% a TV e 56%, os jornais.

Além disso, 18% dos entrevistados admitiram ter cancelado uma assinatura de jornal por causa da Internet. E, se eventualmente seu jornal preferido parasse de circular, 59% disseram que procurariam pela edição online e 37% procurariam a edição impressa de outra publicação.

Política online

Curiosamente, mais de 70% dos usuários concordaram com a afirmação de que a Internet é importante para campanhas políticas. No entanto, apenas 27% dos usuários disseram acreditar que, por meio da Internet, os representantes públicos ouvirão mais o que pensam as pessoas.

A pesquisa também procurou retratar o comportamento do usuário americano de Internet. Soube-se, pelo levantamento, que a rede já é visitada por 82% dos americanos, com tempo médio online de 19 horas por semana.

Embora 100% dos pesquisados com 24 anos ou menos esteja online, 15% dos americanos entre 36 e 45 anos não usam a Internet. Entre os entrevistados de 46 a 55 anos, esse índice é de 19%.
Quanto à confiança nas informações online, 61% dos usuários disseram que apenas metade ou menos da metade das informações online é confiável.

Fonte: IDG Now

20100723

O Facebook vai dominar a Web

Para Roberto Grosman, da F.biz, os elementos que tornam o Facebook diferente da grande maioria das empresas são a visão, estratégia e execução.

Poucas pessoas estão acompanhando de perto a transformação que está por acontecer na Internet e nas redes sociais. Prova disso foi um evento que aconteceu recentemente em Palo Alto, na Califórnia. Batizado como F8, foi destinado à desenvolvedores e parceiros do Facebook. Para os privilegiados que puderam estar lá, o CEO do Facebook - Mark Zuckenberg, apresentou mais uma e, talvez, a grande novidade de sua empresa para os próximos anos: uma série de ferramentas que ajudarão o Facebook a dominar a Internet nos próximos anos. A mensagem do evento foi simples: “queremos tornar o Facebook sinônimo da Web”. Sem dúvida, internautas do mundo inteiro serão impactados pelos resultados desta reunião.

Não é novidade para ninguém o poder excepcional que essa rede social exerce em quase todos os países nos quais está presente. No Brasil, ele ainda está longe do líder Orkut, mas cresce a passos largos. Com quase 500 milhões de usuários cadastrados e um número ainda maior de usuários únicos a cada mês (isso é possível, pois boa parte das páginas podem ser vistas sem ser cadastrado no site), a liderança do Facebook entre as redes sociais é inquestionável e, recentemente, o site tornou-se o principal destino na Web nos Estados Unidos, superando o todo poderoso Google. Ainda mais imponente é a rapidez com que o Facebook está se espalhando nos celulares. Enquanto a rede social levou cinco anos para atingir 100 milhões de usuários na internet, o Facebook levou apenas três anos para atingir o mesmo número nos celulares.

Mas por que o Facebook é diferente?

Apesar dos números incríveis, o Facebook poderia ser mais um caso de site que obtém sucesso rápido para pouco depois cair no esquecimento. A Internet está cheia de casos como esses - Altavista, Lycos, Geocities são apenas alguns dos exemplos mais conhecidos de empresas que estiveram na liderança por algum tempo, mas não conseguiram se manter nesta posição. Com a concorrência feroz, mesmo os líderes invejáveis, como a Microsoft, não conseguiram grande sucesso (apesar do Messenger ter grandes audiências, a empresa perde cada vez mais dinheiro nesta área) e, Yahoo e AOL, que realmente lideraram por longos períodos estão claramente num caminho declinante.

O que torna o Facebook diferente da grande maioria das empresas é sua capacidade de enxergar à frente dos outros, definir a estratégia de forma brilhante e executar ainda mais efetivamente. Em outras palavras, o crescimento e a busca por patamares cada vez mais altos são resultados de uma visão estratégica fantástica e de execução a altura. Com exceção do Google, é difícil citar outra empresa que tenha acertado tantas vezes na definição de prioridades e tenha implementado essas prioridades de forma tão impecável.

Mark Zuckenberg, apesar de várias críticas (e processos judiciais) que pesam sobre si, sempre teve uma visão extremamente clara do seu objetivo: conectar pessoas da forma mais eficiente possível por meio da Internet. Nada pode detê-lo - nem seus concorrentes, nem seus sócios (desde a fundação várias brigas e mudanças na sociedade ocorreram), e nem os costumes e normas vigentes (desde sua primeira "violação" de normas em Harvard, antes do lançamento do site, até seu descaso com as normas atuais de privacidade). Para o CEO do Facebook, o futuro é das redes e de um planeta sem privacidade.

Apesar de ter começado bem atrás de seus concorrentes em termos de usuários, o Facebook inovou diversas vezes e foi atropelando um por um dos seus concorrentes nos Estados Unidos e no mundo - Friendster, MySpace, Beboo foram alguns que ficaram pelo caminho. Além da interface e navegação mais simples do Facebook, sua estratégia de ser uma plataforma para a qual outros desenvolvedores podem contribuir através de aplicativos, foi definitiva para atingir a atual liderança. Alguns percalços aconteceram ao longo do caminho - como o lançamento do seu programa de publicidade Beacon que ignorava completamente a privacidade de seus usuários. Rapidamente , a empresa voltou para a rota certa e continuou desafiando limites de crescimento.

Entre todas as tacadas de Zuckenberg, talvez a mais brilhante tenha sido seduzir para trabalhar com ele a executiva Sheryl Sandberg - que era na época vice-presidente de operações e vendas online do Google e havia sido chefe de gabinete do Ministro da Economia dos Estados Unidos. Sheryl é uma executiva única que reúne uma visão estratégica ímpar com uma execução impecável. Nos seus anos de Google, criou e implementou a estratégia de vendas para pequenas empresas no mundo inteiro - que no seu auge chegou a representar mais da metade da receita do grupo e um terço de funcionários. Sheryl trouxe, além de todo seu conhecimento do Google, um time de executivos que elevou o potencial do Facebook a um novo patamar.

O futuro chegou

O lançamento ocorrido em maio pode parecer um detalhe bastante simples para um usuário comum. Sua aplicação mais imediata, que já pode ser vista em sites como Yelp, IMDb ou CNN (inclusive no Terra, no Brasil) é uma caixa no canto da página que diz quais dos seus amigos gostaram daquela página ou notícia. Isso é feito através de um botão "Like" incluído nesses lugares. A atividade registrada com os cliques nesses botões será tratada como "feeds" no seu perfil e de seus amigos no Facebook. Além disso, você poderá receber sugestões baseadas no que seus amigos estão fazendo pela Web.

Para editores de conteúdo essa novidade é muito interessante. Ela torna muito facilmente qualquer site numa experiência social e personalizada. Não é interessante ver quais artigos da CNN meus amigos leram e gostaram? Além disso, essa vinculação com o Facebook deve gerar mais tráfego para aqueles sites que adotarem a novidade - qualquer conteúdo marcado como interessante por um usuário será apresentado para todos seus amigos - multiplique isso por 500 milhões! Mais um dos lançamentos do dia foi uma forma de categorizar conteúdos - seja uma página sobre um filme, uma música e até de um time de futebol - de forma que ao clicar no botão "Like" esse interesse será adicionado ao perfil do usuário no Facebook.

Em outras palavras, a partir de agora, todo conteúdo na Web pode e será social. Qualquer página com um simples texto torna-se automaticamente social e personalizada. E, com o alcance que o Facebook tem, seria um suicídio virtual um site não querer participar disso.

É verdade que no momento do lançamento já surgiram gritos de pessoas nervosas com a diminuição imediata da privacidade que todo esse movimento trará já que tudo que alguém faz na internet será visto por seus amigos e talvez por várias outras pessoas também. E os controles de privacidade - é verdade, eles existem - são tão complexos e variados que um usuário médio não sabe nem por onde começar a tomar controle de seus dados.

O que Mark e sua turma estão criando, efetivamente, com essas novidades é um sistema operacional da Web - em que tudo é definido e centralizado no Facebook. Logo, um usuário que não tiver uma conta nessa rede social terá uma experiência de navegação tão inferior quanto uma pessoa que comprava um computador que não tinha Windows. Com esses recursos, a empresa fica numa posição muito confortável para atropelar qualquer rede concorrente – a primeira vítima pode ser a rede social focada em localização, Foursquare - além de se posicionar muito fortemente no modelo de publicidade por comportamento (Behaviour Targeting) – vale notar que o Facebook já briga com o Yahoo! pela liderança do número de banners servidos nos Estados Unidos.

Em pouco tempo, teremos uma nova transformação tão representativa que irá transformar a forma como nos relacionamos com os amigos, compramos produtos e trocamos conhecimento. O Facebook estará, com certeza, à frente desta revolução. A Internet tem um novo líder.
Fonte: HSM Online

Eleições | Participe do 1º debate on-line presidenciáveis 2010 no dia 26 de Julho

Para quem não sabe somos um dos países mais avançados em termos de tecnologia para eleições. Mas isso não quer dizer que somos um dos mais democráticos e entendidos no assunto, pelo menos os eleitores não muito.

Aproveite essa revolução que a Internet e as mídias sociais estão criando e seja mais cidadão, mais patriota e participe do 1º debate on-line com os candidatos à presidência da república.

O 1º Debate On-line Presidenciáveis 2010 é uma iniciativa dos portais iG, MSN, Terra e Yahoo!, que funcionam 100% na Internet, ou seja, não têm ligação direta com nenhuma outra mídia.

A objetivo central do projeto é oferecer aos cidadãos brasileiros o acesso facilitado e direto às propostas dos atuais candidatos à Presidência da República. Este é o primeiro debate do período eleitoral de 2010 e também o primeiro confronto de ideias entre presidenciáveis realizado pela Internet brasileira.

Além disso, o projeto também explora um ambiente altamente interativo para aproximar a população das questões políticas e ressaltar a necessidade de participação popular.

O 1º Debate On-line Presidenciáveis 2010 também é feito pelo internauta, que pode enviar questões sobre qualquer tema de interesse. Para participar, existem três formas:

Auditório: Para participar, basta acompanhar as informações veiculadas nos sites iG, MSN, Terra e Yahoo!.

Perguntas: Durante as semanas que antecedem o debate, os internautas poderão enviar suas perguntas aos candidatos através dos portais participantes. Basta visitar os sites iG, MSN, Terra e Yahoo! e acessar as páginas especiais sobre o 1º Debate On-Line Presidenciáveis 2010.

Mídias Sociais

Facebook: Após curtir a página Debate On-line 2010, os internautas poderão confirmar sua presença no evento, assim como postar suas perguntas a partir da zero hora do dia 26 de julho, no próprio perfil.

Twitter: Além da atualização diária com assuntos relacionados à corrida eleitoral, os internautas poderão enviar suas perguntas via Twitter, a partir da zero hora do dia 26 de julho, para @debateonlinebr, com a hashtag #debateonline. Serão selecionadas perguntas a serem realizadas no bloco final do programa.

Participe do processo que promete mudar – para melhor – a cara da política nos meios on-line!
Fonte: Mídia Boom

20100721

Facebook fica entre os piores da web

O American Customer Survey Index 2010 se baseou nos resultados da ForeSee Results, uma empresa que mede a satisfação dos usuários com relação a um site, e concedeu ao Facebook 64 de 100 pontos em uma pesquisa de satisfação do cliente.

A avaliação é uma das piores entre as empresas da categoria mídia social, sendo seguida pelo MySpace, que recebeu um ponto a menos.

O Google, por sua vez, recebeu 80 pontos (7 abaixo do contabilizado em 2009), Wikipédia ficou com 77, seguidos por Yahoo (76) e YouTube (73).

O Facebook também recebeu uma avaliação pior do que os principais sites de notícias internacionais, como o FOXNews.com (82), MSNBC.com (74) e CNN.com (73).

De acordo com o CEO do ForeSee, Larry Freed, a classificação baixa do Facebook foi resultante dos diversos problemas de privacidade pelos quais a rede social passou, além de mudanças frequentes, comercialização e publicidade.

O Twitter não apareceu na lista, pois foi levado em conta que muitos dos usuários do serviço de microblog utilizam aplicativos de terceiros para acessá-lo, o que torna difícil avaliar o retorno dos usuários quanto ao que é oferecido a eles.
Fonte: Olhar Digital

NOVAS MÍDIAS - O fim dos jornais impressos?

O anúncio feito nesta semana sobre a migração do Jornal do Brasil para plataforma totalmente digital reacendeu as discussões sobre a substituição dos meios impressos de comunicação por conteúdos digitais. A partir de setembro, o periódico surgido em 1891, no Rio de Janeiro, e considerada uma das mais tradicionais publicações da imprensa nacional, estará disponível apenas através da internet, mediante pagamento de uma assinatura mensal. Uma das motivações da reformulação consiste na adequação do famoso JB ao iPad e similares.

Diante do fato, opiniões contrastantes surgiram: alguns afirmam que se trata de um caso isolado, decorrente de problemas organizacionais da empresa carioca. Outros, mais apocalípticos, acreditam ser este mais um sinal de que os jornais impressos, assim como livros e conteúdos culturais físicos, não continuarão existindo por muito tempo.

No início do ano, o semiologista e escritor Umberto Eco lançou um livro – em parceria com os franceses Jean Claude Carrière e Jean-Philippe de Tonac, roteirista de cinema e jornalista, respectivamente. Intitulada Não contem com o fim do livro, a obra tem distribuição no Brasil pela Editora Record e é traduzida por André Talles. Nela, os três autores dialogam e sugerem alguns argumentos para mostrar que o papel dificilmente será substituído de forma total por tecnologias digitais.

Rotina e intimidade

Ainda assim, deve-se destacar o surgimento de novos e-readers, que tentam deixar a leitura de formatos digitais mais intimistas e sem os tradicionais inconvenientes, possibilitando que jornais e livros consigam ser acompanhados com conforto no aparelho. O Kindle, da gigante de vendas online Amazon, por exemplo, chama a atenção por sua tela, que não cansa a vista – utiliza uma espécie de tinta que "corre" sobre o visor.

É fato que tentar traçar qualquer tipo de prognóstico sobre um tema cujas influências mudam a cada dia é praticamente impossível. O próprio Umberto Eco, apesar de não acreditar que essa extinção do uso do papel acontecerá tão brevemente, deixa claro sua incerteza: "Tudo pode acontecer. Amanhã, os livros podem vir a interessar apenas a um punhado de irredutíveis que irão saciar sua curiosidade nostálgica em museus e bibliotecas."

De qualquer forma, é interessante observar como no curso de toda a história humana documentada as novas mídias, na maioria dos casos, não substituíram as anteriores. Pode-se dizer que cada tipo de meio de comunicação envolve uma diferente experiência, tanto sensorial quanto social, e que se trata de um agregamento de novas formas de se obter informação e conhecimento. O cinema, por exemplo, não foi substituído pelo surgimento da televisão, dos videocassetes, DVDs e nem mesmo pelos downloads na internet. O ato de ir ao cinema não acontece puramente por questões de entretenimento, mas envolve toda a mística e o fetiche que envolvem uma sessão –o cheiro de pipoca e outras guloseimas, a companhia, a organização do espaço da sala e até o próprio fato de, por muitas vezes, ser um pretexto para sair de casa e esquecer, por algumas horas, os problemas da vida pós-moderna. O mesmo acontece com o jornal impresso e com os livros, que frequentemente extrapolam suas funções comunicativas para serem partes de uma certa rotina e intimidade, de efetivo contato físico. (Quem nunca tomou um café da manhã com um jornal aberto?)

Uma revista em formato de jornal

Essa perda de intimidade pode ser descrita a seguir:"O que ganharemos com esses novos livrinhos brancos e, principalmente, o que perderemos? Hábitos ancestrais, talvez. Certa sacralidade com que o livro foi aureolado no contexto de uma civilização que o instalara no altar. Uma intimidade especial entre o autor e seu leitor que a noção de hipertextualidade irá necessariamente constranger. A ideia de `cercado´ que o livro simbolizava e, justamente por isso, evidentemente, algumas partes de leitura", afirma Tonac, no prefácio de Não contem com o fim do livro.

É inegável que a internet, principalmente por seu caráter colaborativo, é talvez a forma mais rápida de se obter informações sobre fatos relevantes que estão acontecendo no momento da leitura. Também é impossível deixar de afirmar que essa talvez seja a maior revolução e democratização do conhecimento livre da história, se tornando uma ferramenta fantástica. Ainda que grande parte dos leitores dos periódicos tradicionais deixem de acompanhá-los, é possível manter uma base sólida de assinantes, dando ao jornalismo impresso um caráter mais reflexivo, opinativo, denso – com grandes reportagens (tendência que já vem acontecendo desde o surgimento da televisão e do rádio, mas que deve se fortalecer nos próximos anos).

Um bom exemplo é o semanário alemão Die Zeit (O tempo). Em um formato de papel grande para o que estamos acostumados no Brasil, mas comumente utilizado nos países nórdicos, a publicação resiste e mantém a média de 500 mil exemplares vendidos por edição. Talvez a sua vendagem não tenha sofrido quedas devido ao fato de a publicação contar com abordagens densas dos temas considerados mais relevantes na semana, por muitas vezes quase filosóficas, quando há o envolvimento de questões políticas, culturais e comportamentais; atingindo quase o status de uma revista, em formato de jornal. Se esse será o destino de boa parte da mídia impressa, nos resta aguardar.
Fonte: Observatório da Imprensa

Twicsy é o buscador de imagens do Twitter

O Twicsy é um site que mostra, em tempo real, todas as imagens que aparecem no Twitter por meio de compartilhadores como o TwitPic.

O site não usa nenhuma API do microblog para encontrar as imagens, apenas indexa todos os tweets que contém links de figuras. E os resultados impressionam pela precisão.

Na página inicial, a organização dos conteúdos é feita por popularidade. As mais citadas ganham fotos e mais destaque nas Tags.

Ao clicar nas fotos ou nas miniaturas (thumbnails), seja por busca ou não, surge a mensagem original e as citações relacionadas, direcionando o usuário para as contas que publicaram a foto.

A criação, inaugurada ontem (19) é da ferramenta de busca social Searchles. Em uma hora, atualmente, o Twitter costuma ter cerca de 8 mil fotos linkadas por sites relacionados, segundo dados do próprio site.
Fonte: Info.Abril

20100720

Adolescentes perdem interesse no Facebook, revela estudo

Que o Facebook é um gigante ninguém contesta. Porém, o site que conta com milhares de usuários pelo mundo, vem perdendo adolescentes de sua base.

De acordo com um estudo feito pela OTX e o site Roiworld nos EUA, aproximadamente 1 em cada 5 adolescentes deixaram de usar ou cancelaram seu perfil na rede social em abril de 2010.

Não é só o Facebook que vem sofrendo com o abandono dos teens. O MySpace registrou em seus números 22%, enquanto o YouTube e Twitter 15%.

Quais são os motivos?
A pesquisa mostra que, no caso do Facebook, onde poderia se esperar uma reação devido às questões envolvendo segurança que surgiram esse ano, a razão principal é que eles consideram o site chato. Simples assim.

Manter esse público conectado e interessado é um grande desafio. Para uma rede poderosa como o Facebook mais ainda. A questão é: o que fazer pra manter esses jovens ávidos por novidades envolvidos em um site?

Eles amam jogos online
Jogos online podem ser uma boa saída e considerados uma alternativa barata para relaxar, se divertir e matar o tempo junto aos amigos.

De acordo com o estudo, 73% desse público joga na internet, com 81% dentro do Facebook. O tempo destinado à diversão é incrível, chega a 7h por semana.

Principais números da pesquisa
Razões para menor uso do Facebook em abril de 2010

Perda de interesse / é chato – 45%
Maior interesse em visitar outros sites – 28%
Muitas notificações – 27%
A maioria ou todos os amigos não usam o Facebook – 21%
Está cansado de tentar manter todas as atividades – 21%
Muitos anúncios – 20%
Teve problemas em encontrar pessoas conhecidas – 18%
A maior parte dos amigos está em outra rede social – 16%
Outras redes sociais são melhores – 16%
O Facebook não oferece as funções que querem – 16%
Os pais entraram da rede – 16%





























Fonte: Portal Voit

20100719

Redes sociais prejudicam as notas escolares? Parece que não

Há algum tempo um estudo da Universidade Estadual de Ohio apontou que a rede social Facebook era a grande culpada pelas notas baixas dos estudantes norte-americanos. De acordo com o estudo, os jovens que passavam tempo navegando pela rede social tinham menos disposição para estudar. No entanto, um novo estudo surgiu afirmando que a rede social não influencia nas notas escolares.

A conclusão foi de pesquisadores da Universidade Northwestern, com um estudo chamado "Preditores e consequências de diferentes práticas em sites de redes sociais". De acordo com eles, o uso sem medidas de redes sociais como Facebook e MySpace por estudantes não afeta as notas escolares. Outros pontos como etnia, sexo e nível educacional dos pais são mais decisivos nas notas.

Segundo o estudo, garotas tendem a ter notas melhores que garotos durante a idade escolar. Além disso, alunos cujos pais possuem diploma universitário apresentam melhor rendimento na escola.

Os pesquisadores também incluíram no estudo dados sobre o uso da internet em geral comparado ao uso de redes sociais, apontando que não há diferenças significativas no rendimento escolar.

Ainda de acordo com o estudo, o uso da internet e redes sociais melhora as habilidades dos estudantes e até auxilia no desempenho escolar. Além disso, os pesquisadores apontam que os estudantes são perfeitamente capazes de diferenciar o momento escolar do tempo livre dedicado à internet.
Fonte: Olhar Digital

20100715

Está com dúvida? Pergunte ao Twitter!

Quem acreditava que transmitir informações em 140 caracteres era algo impossível, se enganou. De acordo com o co-fundador do Twitter, Biz Stone, o mecanismo de buscas do microblog registrou 800 milhões de acessos por dia, totalizando 26 bilhões por mês.

Embora os números do microblog estejam distantes dos 88 bilhões de buscas mensais realizadas por meio do gigante Google, a rede social já ultrapassou o Bing, que conta com uma média de 4,1 bilhões mensais e o Yahoo, com 9,4 bilhões.

Biz Stone defende que o crescimento do Twitter nos mecanismos de buscas é uma prova de que o microblog, além de uma rede social, é também um grande agregador de informações e notícias.
Fonte: Olhar Digital