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20111021

RIM lança sistema operacional que irá 'unificar' seus dispositivos


Plataforma é fruto da união entre o QNX, usado no PlayBook, e o BlackBerry 7. Ela será usada nos smartphones e tablets da companhia.

Ginny Mies

A BlackBerry Dec Com – evento organizado pela Research In Motion (RIM) – começou nesta terça-feira (18/09) com a conferência de Mike Lazaridis, fundador e co-CEO da companhia. Ele revelou um novo sistema operacional, o BBX OS, que será usado tanto pelos tablets da marca quanto pelos smartphones.
O BBX OS nasceu da fusão entre o QNX, plataforma do PlayBook, e o BlackBerry OS, que equipa os celulares da empresa. O sistema é open source e garantirá grande flexibilidade a desenvolvedores, já que a RIM planeja adotar diversas bibliotecas em código aberto, a fim de que os aplicativos sejam facilmente adaptados para o BBX, diz a empresa.
Detalhes a respeito da interface ou de recursos não foram expostos, mas Lazaridis garantiu que o SO reúne o melhor dos dois mundos – tablets e smartphones. Um programa para fotos foi demonstrado, no qual as imagens eram organizadas em pilhas. Ficou bonito: elas circularam com fluidez pela tela e um pequeno efeito 3D pode ser visto. A RIM destacou o advento de games em três dimensões e aplicativos em HTML5 para a plataforma.
Por enquanto, não há prazo para que os primeiros dispositivos com BBX cheguem ao mercado. Muitas dúvidas ficaram no ar, como, por exemplo, se os usuários do PlayBook ou com celulares rodandoBlackBerry 7 OS receberão uma atualização para o software.
Péssimo 2011
O ano não tem sido bom para a RIM. A participação de seus smartphones diminuiu nos Estados Unidos – de 26% para 19% - elevando ainda mais sua distância em relação a iPhone (28%) e Android (40%).
Além disso, quedas em seu serviço de Internet e mensagens instantâneas – considerado um dos mais confiáveis – foram recorrentes. Semana passada, milhões de usuários ficaram desconectados por conta de uma pane sofrida pelo sistema, de modo que, na última segunda-feira (17/10), a empresa anunciou que eles teriam direito a 100 dólares em aplicativos como forma de compensação.
Por fim, enquanto o iPad e tablets com Android já tiveram milhões de unidades comercializadas, o PlayBook só teve 700 mil distribuídas nos últimos dois trimestres. Ele nem chegou perto de desafiar a supremacia do aparelho do iPad.
Fonte: PC World US

20110117

"SMS da morte" pode desligar qualquer celular

Pesquisadores demonstram que protocolo de envio
mensagens pode ser utilizado para atacar celulares



Feature phones não estão livres de risco de ataques



Usando apenas o envio de mensagens SMS, um grupo de pesquisadores conseguiu desligar aparelhos celulares e desconectá-los da rede. Entre os dispositivos utilizados no experimento havia smartphones e celulares comuns, o que indica que qualquer aparelho pode estar vulnerável a ataques.

Além de enviar mensagens de texto, o protocolo do SMS pode ser utilizado para transmitir pequenos programas binários que são executados no aparelho. Operadoras utilizam essa técnica para modificar configurações de um aparelho remotamente.

A criação do “SMS da morte” foi apresentada pelos pesquisadores Collin Mulliner e Nico Golde, da Universidade Tecnológica de Berlim durante uma conferência.

Eles desenvolveram uma pequena rede de celular, utilizando software de código aberto para criar uma estação base para se comunicar com os celulares. Para que suas mensagens maliciosas fossem transmitidas sem colocar outros aparelhos em risco, eles bloquearam os sinais de rádio de sua rede de comunicação.

Para disseminar o SMS malicioso, eles utilizaram o mesmo canal de comunicação usado pelas operadoras e atacaram aparelhos Nokia, LG, Samsung, Motorola, Sony Ericsson e Micromax (popular fabricante indiano).
Os pesquisadores desenvolveram então um SMS malicioso para cada tipo de aparelho estudado. As mensagens afetaram os telefones sem que houvesse conhecimento por parte do usuário.

Embora este tipo de ataque necessite que o criminoso conheça o tipo de aparelho usado pela vítima, Mulliner afirma que os ataques poderiam facilmente atingir um grande número de usuários ao enviar cinco SMS (visando as cinco maiores fabricantes) para cada dispositivo de uma rede específica.

Mulliner também lembra que hoje já existem serviços de envio SMS pela internet, o que pode baratear o envio massivo de mensagens maliciosas para qualquer parte do mundo.

Fonte: Revista Exame

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20100830

E-mails em demasia, irritação para a freguesia

Seja sincero consigo mesmo. Você lê todos os e-mails que chegam à sua caixa de entrada? Tenho certeza que a maioria das pessoas responderá que não, afinal, a quantidade de informação que recebemos diariamente pelos diversos tipos de canais de comunicação é assombrosa. São e-mails profissionais, pessoais, piadas, pedidos, correntes religiosas, protestos e uma infinidade de outros assuntos – nem sempre relevantes ao interlocutor.

Isso sem contar todas as outras formas possíveis de nos encontrar: telefones, sites de relacionamento (pessoal e profissional), celulares, bips etc. Mesmo assim, pelo que vejo diariamente acontecer com as pessoas à minha volta, me arrisco a dizer que o celular e o e-mail caminham lado a lado no ranking de ferramentas mais utilizadas para as pessoas nos contatarem.

No entanto, existe uma diferença muito grande entre os dois meios. No celular, normalmente as pessoas nos procuram quando realmente têm algo a dizer. Pode ser algo importante (ou nem tanto), mas o que tem para ser dito é dito e ponto final (não estou falando de namoricos por telefone, que se estendem horas a fio). Já por e-mail as pessoas tendem a ser mais prolixas. E pior, algumas usufruem tanto dessa ferramenta que enchem a caixa dos outros com textos e mais textos nem sempre pertinentes. Sem contar a chuva de spams que lotam nosso e-mail sem pudores.

Reparei nos últimos tempos uma grande dependência das pessoas em utilizar o e-mail para se expressar. Nas empresas, por exemplo, vejo pessoas que sentam lado a lado se comunicarem através de e-mails e, no final do dia, somarem quantidades exorbitantes de mensagens – umas lidas, outras não. Isso acontece por vários motivos.

Os mais preocupados, utilizam o e-mail como forma de documentar pedidos e avisos que, posteriormente, podem gerar algum tipo de problema. Os mais políticos acreditam que por e-mail conseguem manter uma proximidade maior com pessoas que não dão tanta abertura para um contato mais contíguo. Há quem utilize o e-mail por timidez. E outros, ainda, preferem o e-mail por acreditar que se expressam melhor pela via escrita.

Por conta disso, muitas informações realmente relevantes acabam se perdendo em meio a tanta baboseira. Pense comigo: se há uma pessoa que sempre envia mensagens supérfluas, chegará uma hora em que não darei mais atenção a suas mensagens. Mas quando ela me mandar algo realmente fundamental, pelo costume, vou ignorar a mensagens e não terei acesso àquele e-mail ou àquelas informações importantes.

É aí que chego ao ponto em que queria. É preciso ter uma maior consciência ao enviarmos e-mails para nossos contatos. As ferramentas de comunicação têm sido banalizadas por todos, fazendo com que informações importantes não cheguem ao destino corretamente. Veja bem: se você tem o costume de expedir muitos e-mails, sugiro que antes de enviar pense se é realmente necessário.

Existem casos em que você poderá optar por falar pessoalmente ou esperar até que haja uma oportunidade mais adequada. Se for realmente necessário, tente colocar todas as informações numa mensagem só. Assim, evitará que a pessoa retorne aquele e-mail com perguntas que você poderia ter respondido na primeira mensagem. Afinal, a falta de informação gera problemas sérios de entendimento para o interlocutor, assim como pode aumentar exponencialmente o troca troca de mensagens pelo mesmo assunto. A máxima na comunicação não muda: expresse-se de forma clara, concisa e precisa.
Fonte: Revista Amanhã

20100721

Provedoras de banda larga podem oferecer só 10 porcento da velocidade contratada. E a Lei permite!

O serviço de banda larga no Brasil é um dos mais caros em todo o mundo. A qualidade do produto, porém, nem de longe é proporcional ao cobrado pelas operadoras. Além dos altos valores, as companhias não costumam entregar a velocidade de internet ofertada – e o pior é que elas estão amparadas pela Lei! Você pode nem ter reparado mas, no contrato que assinou, existe uma cláusula que garante à empresa fornecedora de banda larga o direito de oferecer apenas 10% da velocidade contrata sem sofrer represálias. Mas por que isso acontece? Na verdade, esta é uma forma das empresas de internet otimizarem a rede. Se elas tivessem que garantir 100% da velocidade o tempo inteiro, a infraestrutura implementada teria que ser bem mais robusta. Da forma como é hoje, em horários de pico a velocidade cai. E elas também utilizam uma outra arma, o IP Dinâmico. Para entender esse lance de Ips: o IP, ou internet protocol, é como se fosse um endereço. É um número que identifica o seu computador quando ele se conecta à rede. Agora, imagine o seguinte: você acaba de desconectar a sua banda larga normal aí na sua casa. Em seguida, seu vizinho conecta a internet dele. Em vez da empresa ter 2 IPs, um pra cada um de de vocês, ela vai pegar o seu e transferir para o vizinho. Para a empresa é benéfico porque ela não precisa criar um IP para cada usuário. Por isso a infraestrutura é mais simples, barata, e consegue atender um maior número de usuários.

Mas existe uma outra forma de disponibilizar internet que é utilizada, principalmente, pelo mercado corporativo. Grandes empresas normalmente optam pelo Link Dedicado. As empresas que fornecem internet dessa forma garantem velocidade integral e sem quedas durante 99,9% do tempo. Para isso, é preciso muita infraestrutura.

"O Link Dedicado é um serviço de internet, como o próprio nome diz, ele é dedicado. Então ele é um serviço diferenciado, um acesso dedicado de internet para a empresa. Ou seja, há uma preocupação muito grande na estabilidade desse link, na velocidade desse link, é realmente um serviço que pretende ter uma estabilidade muito grande para empresas que necessitam de internet o tempo todo, 24 horas, e um suporte diferenciado para esse tipo de serviço", diz Matheus Spagnuolo, analista de produtos da Telium.

É... mas oferecer essa estrutura custa bastante. Alguns planos podem chegar a custar 3 mil reais por “apenas” 2 mega de velocidade. A questão é que, nesse caso, a velocidade é real. E o IP é só daquela empresa, não fica trocando de mãos – o que permite fazer várias coisas que nós, usuários domésticos, teríamos dificuldade...

"Para um cliente empresarial um IP fixo é importante, às vezes ele aplicações como servidores web ou banco de dados que rodam na rede dele e que precisam ser sempre acessados pelo mesmo IP. Então ele vai ter um IP fixo e esse é também um dos diferenciais do link dedicado", afirma Matheus.
Fonte: Olhar Digital

NOVAS MÍDIAS - O fim dos jornais impressos?

O anúncio feito nesta semana sobre a migração do Jornal do Brasil para plataforma totalmente digital reacendeu as discussões sobre a substituição dos meios impressos de comunicação por conteúdos digitais. A partir de setembro, o periódico surgido em 1891, no Rio de Janeiro, e considerada uma das mais tradicionais publicações da imprensa nacional, estará disponível apenas através da internet, mediante pagamento de uma assinatura mensal. Uma das motivações da reformulação consiste na adequação do famoso JB ao iPad e similares.

Diante do fato, opiniões contrastantes surgiram: alguns afirmam que se trata de um caso isolado, decorrente de problemas organizacionais da empresa carioca. Outros, mais apocalípticos, acreditam ser este mais um sinal de que os jornais impressos, assim como livros e conteúdos culturais físicos, não continuarão existindo por muito tempo.

No início do ano, o semiologista e escritor Umberto Eco lançou um livro – em parceria com os franceses Jean Claude Carrière e Jean-Philippe de Tonac, roteirista de cinema e jornalista, respectivamente. Intitulada Não contem com o fim do livro, a obra tem distribuição no Brasil pela Editora Record e é traduzida por André Talles. Nela, os três autores dialogam e sugerem alguns argumentos para mostrar que o papel dificilmente será substituído de forma total por tecnologias digitais.

Rotina e intimidade

Ainda assim, deve-se destacar o surgimento de novos e-readers, que tentam deixar a leitura de formatos digitais mais intimistas e sem os tradicionais inconvenientes, possibilitando que jornais e livros consigam ser acompanhados com conforto no aparelho. O Kindle, da gigante de vendas online Amazon, por exemplo, chama a atenção por sua tela, que não cansa a vista – utiliza uma espécie de tinta que "corre" sobre o visor.

É fato que tentar traçar qualquer tipo de prognóstico sobre um tema cujas influências mudam a cada dia é praticamente impossível. O próprio Umberto Eco, apesar de não acreditar que essa extinção do uso do papel acontecerá tão brevemente, deixa claro sua incerteza: "Tudo pode acontecer. Amanhã, os livros podem vir a interessar apenas a um punhado de irredutíveis que irão saciar sua curiosidade nostálgica em museus e bibliotecas."

De qualquer forma, é interessante observar como no curso de toda a história humana documentada as novas mídias, na maioria dos casos, não substituíram as anteriores. Pode-se dizer que cada tipo de meio de comunicação envolve uma diferente experiência, tanto sensorial quanto social, e que se trata de um agregamento de novas formas de se obter informação e conhecimento. O cinema, por exemplo, não foi substituído pelo surgimento da televisão, dos videocassetes, DVDs e nem mesmo pelos downloads na internet. O ato de ir ao cinema não acontece puramente por questões de entretenimento, mas envolve toda a mística e o fetiche que envolvem uma sessão –o cheiro de pipoca e outras guloseimas, a companhia, a organização do espaço da sala e até o próprio fato de, por muitas vezes, ser um pretexto para sair de casa e esquecer, por algumas horas, os problemas da vida pós-moderna. O mesmo acontece com o jornal impresso e com os livros, que frequentemente extrapolam suas funções comunicativas para serem partes de uma certa rotina e intimidade, de efetivo contato físico. (Quem nunca tomou um café da manhã com um jornal aberto?)

Uma revista em formato de jornal

Essa perda de intimidade pode ser descrita a seguir:"O que ganharemos com esses novos livrinhos brancos e, principalmente, o que perderemos? Hábitos ancestrais, talvez. Certa sacralidade com que o livro foi aureolado no contexto de uma civilização que o instalara no altar. Uma intimidade especial entre o autor e seu leitor que a noção de hipertextualidade irá necessariamente constranger. A ideia de `cercado´ que o livro simbolizava e, justamente por isso, evidentemente, algumas partes de leitura", afirma Tonac, no prefácio de Não contem com o fim do livro.

É inegável que a internet, principalmente por seu caráter colaborativo, é talvez a forma mais rápida de se obter informações sobre fatos relevantes que estão acontecendo no momento da leitura. Também é impossível deixar de afirmar que essa talvez seja a maior revolução e democratização do conhecimento livre da história, se tornando uma ferramenta fantástica. Ainda que grande parte dos leitores dos periódicos tradicionais deixem de acompanhá-los, é possível manter uma base sólida de assinantes, dando ao jornalismo impresso um caráter mais reflexivo, opinativo, denso – com grandes reportagens (tendência que já vem acontecendo desde o surgimento da televisão e do rádio, mas que deve se fortalecer nos próximos anos).

Um bom exemplo é o semanário alemão Die Zeit (O tempo). Em um formato de papel grande para o que estamos acostumados no Brasil, mas comumente utilizado nos países nórdicos, a publicação resiste e mantém a média de 500 mil exemplares vendidos por edição. Talvez a sua vendagem não tenha sofrido quedas devido ao fato de a publicação contar com abordagens densas dos temas considerados mais relevantes na semana, por muitas vezes quase filosóficas, quando há o envolvimento de questões políticas, culturais e comportamentais; atingindo quase o status de uma revista, em formato de jornal. Se esse será o destino de boa parte da mídia impressa, nos resta aguardar.
Fonte: Observatório da Imprensa

20100720

Cresce o uso de mobile commerce

O uso de mobile commerce, ou m-commerce, vem aumentando a passos largos. Enquanto alguns ainda discutem se a tecnologia é sucessora legítima do e-commerce ou se ambos se complementam, mais e mais pessoas vêm experimentando as facilidades de incluir os aparelhos celulares em suas transações comerciais e criando novas oportunidades de negócios.

Pagamentos via telefonia móvel vêm sendo viabilizados com segurança. Tanto o sistema financeiro como as operadoras estão num estágio interessante de desenvolvimento em relação ao amplo uso da tecnologia. O dinheiro, que já foi de metal, papel e plástico, passará a ser virtual em curto espaço de tempo. Toda transação será realizada via dispositivo móvel. Não só isso, a partir do aparelho celular, será possível fazer todo tipo de transação: desde um financiamento bancário até a compra de tíquetes para o teatro. Nesse caso, bastaria aproximar o celular a uma célula de identificação instalada nas catracas.

Várias tecnologias disputam entre si para serem adotadas como padrão dos pagamentos físicos e virtuais. Afinal, o número de celulares em uso no Brasil é praticamente igual ao de sua população – quase 190 milhões. Com os dispositivos de segurança em fase de aperfeiçoamento, pagar uma conta fazendo uso do aparelho celular oferece um nível igual ou superior de segurança nas transações bancárias via internet.

Criptografados, os dados pessoais do usuário podem ser acessados somente se o cliente digitar sua senha – semelhante ao cartão de débito. Basta aproximar o celular a um leitor habilitado (POS), conectado a um terminal. As informações são transmitidas pelo telefone através de uma antena de curto alcance e a informação de pagamento é processada rápida e seguramente.

A popularização do mobile commerce dependerá das vantagens competitivas, principalmente em termos de custo e praticidade. Outro detalhe importante e que previne problemas é o estabelecimento de um teto para algumas transações comerciais em tempo real. Para compras acima do valor estipulado, a operação não seria mais semelhante ao débito automático, e sim ao cartão de crédito tradicional.

As redes 3G já são consideradas um divisor de águas. E as 4G devem chegar ao Brasil em 2012. Hoje, as 3G representam apenas 1% da base instalada. Trata-se de um grande passo da tecnologia móvel, com três modos opcionais: o W-CDMA (wireless code division multiple access), muito usado na Europa e em alguns países asiáticos; o CDMA (code division multiple access), adotado na América do Norte; e o TDD/CDMA (time division duplex/CDMA), utilizado na China.

No Brasil, ainda não há muitas definições sobre o modo a ser adotado como padrão. Muitos avanços vêm sendo realizados em termos de protocolos, padrões, infraestrutura e aceitação do conceito m-commerce. Mas são as limitações relacionadas a memória, bateria e segurança que ainda exigem mais atenção.
Fonte: Techlider

20100709

Ficou ainda mais fácil assistir a vídeos no YouTube. Veja como!

Depois de anunciar uma nova versão mobile para o YouTube, foi a vez da versão para desktop ganhar novidades. Trata-se do Leanback, um serviço com a pretensão de fazer o usuário assistir a vários vídeos na sequência e em tela cheia, sem ter de selecioná-los um por um.

Basicamente, ele reproduz uma seleção de vídeos feita pelo YouTube em tela cheia até que você escolha parar a reprodução. Essa seleção é baseada nas preferências escolhidas por cada usuário durante as configurações do serviço. Além disso, contatos do Facebook também podem recomendar vídeos através do serviço.

Por enquanto, o serviço ainda está em versão beta. No entanto, é possível testá-lo no Youtube através de contas de usuário no YouTube ou Gmail. Basta utilizar as teclas direcionais para alterar o vídeo.
Fonte: Olhar Digital

20100708

3G: confira um estudo da qualidade do sinal no Brasil

Você sabe qual é a melhor operadora de telefonia móvel do país? Esta é uma pergunta difícil de ser respondida, já que a qualidade do sinal varia de cidade para cidade e até mesmo de bairro para bairro. Mas foi na tentativa de trazer mais informações pra os brasileiros que o carioca e técnico em informática Gabriel Subtil criou o Sinal3G, um site que utiliza a plataforma do Google Maps para que usuários de pacote de dados em todo o país possam relatar suas experiências com o serviço de forma rápida e gratuita.

Desde o início do ano, Gabriel está encorajando os visitantes do site a responder algumas perguntas como velocidade contratada, estabilidade do sinal e preço cobrado pelo serviço no local onde residem. O resultado foi um banco de dados com informações de mais de 1500 voluntários espalhados por todos os estados do Brasil.

Apesar de pequena, a amostra conseguiu levantar algumas informações bastante interessantes: 29% dos participantes consideram o sinal 3G ruim onde moram, contra 8% que consideram o sinal muito bom. Apenas 15% dos entrevistados usam o 3G para acessar a internet pelo celular. O restante usa o 3G para conexão no computador, o que pode indicar uma deficiência na rede de banda larga em cidades menores (52% dos participantes não moram nas capitais de seus respectivos estados).

Você pode conferir a pesquisa completa aqui e relatar suas próprias experiências com o sinal 3G aqui. Muito em breve, o Olhar Digital e o site Sinal 3G farão uma pesquisa ainda mais aprofundada, dando um panorama geral da qualidade da cobertura em todo o Brasil. Você também poderá participar. Fique de olho!
Fonte: Olhar Digital

20100630

Apenas 3% dos brasileiros acessam redes sociais pelo celular, diz estudo

Por Thiago Luis 

Pesquisa aponta que esse número sobe para 13% quando usuários possuem smartphones; Europa e EUA passam dos 10% do uso desse tipo de serviço. 
Uma pesquisa divulgada pela Acision nesta terça-feira (1º/6), aponta que apenas 3% dos brasileiros acessam redes sociais via telefone celular. Entre eles, os usuários de smartphones se destacam um pouco mais, representando 13,7% dos acessos.

Com cerca de 180 milhões de telefones móveis nos país, esse índice ainda é muito baixo, principalmente, em relação a outras regiões do mundo. Na Europa, por exemplo, cerca de 13,7% dos internautas acessam as redes sociais pelo telefone, enquanto nos Estados Unidos o número é ainda maior, chegando a 18,7% dos usuários.

Para o presidente da Acision para a América Latina, Rafael Steinhauser, os números indicam o grande potencial que o mercado brasileiro ainda pode oferecer. "O Brasil é um dos líderes quando falamos em redes sociais e, com o grande mercado de telefonia no país, certamente cada vez mais aparelhos devem permitir esse tipo de acesso", comentou ele, durante a quarta edição do MAVAN - Monitor Acision de Vas Móvel – nesta terça-feira (1/6).

O estudo também informou que 37% dos acessos via celular são feitos com o uso de aplicativos, como Tweetie, Snapu e o Facebook.

Além disso, 29% dos entrevistados costumam acessar da escola ou do trabalho, 20% quando estão entediados; 19% nos ônibus, no metrô ou no trem e 17% na hora do almoço ou em casa.

Para o consultor de mídias, tecnologia e telecom André Biancchi, um dos empecilhos no mercado brasileiro para a baixa taxa de penetração móvel nas redes sociais é o alto valor cobrado pelas operadoras de telefonia móvel para o acesso à internet. "Hoje os pacotes de dados que permitem acesso à internet ainda são caros, o que dificulta que a grande parte da população possa usar o serviço", indicou.

A pesquisa foi realizada pela Teleco nos meses de novembro, fevereiro e março, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. A base da pesquisa foi de 2250 pessoas.
Fonte: IDG Now

20100618

Skype quer ampliar presença para além de PCs e smartphones

 
 Por Sumner Lemon 

O CEO da companhia afirmou que quer levar o recurso de chamadas de vídeo e voz a mais dispositivos, incluindo eletrônicos de consumo. 

O CEO da Skype, Josh Silverman quer ampliar os recursos da ferramenta a uma gama mais ampla de dispositivos, incluindo aparelhos GPS em automóveis e televisões para criar o que ele chama de "comunicação ubíqua".

Outros eletrônicos, como refrigeradores equipados com Internet, permitirão aos usuários fazer chamadas de voz ou de vídeo de qualquer lugar dentro de casa. "Qualquer dispositivo de computador se torna uma ferramenta de comunicação com nosso software", afirmou Silverman durante a abertura da CommunicAsia. Neste ano, a Panasonic, LG e Samsung anunciaram planos para instalar o Skype em televisores.

O Skype está se preparando para tornar a visão de Silverman real, se baseando em seu grande e crescente número de usuários. A companhia fechou 2009 com 560 milhões de usuários registrados e recebe 300 mil novos usuários a cada dia, segundo o executivo. Ele quer também consolidar o recurso de alternar dispositivos sem interromper as chamadas. Segundo Silverman, será possível iniciar uma chamada de um computador no trabalho, mudar para um telefone celular e, em seguida mudar para um sistema de navegação de carro, por exemplo, sem que a ligação seja interrompida.

Atualmente, os usuários podem transferir chamadas Skype para telefones de contatos, ou, usar um software com recurso de transferência de chamadas, mas essa característica ainda não permite transferir chamadas entre dispositivos.

O crescimento deve continuar no próximo ano; a previsão é de que as fabricantes de PCs vendam cerca de 100 milhões de computadores com o Skype pré-instalado no sistema. A empresa também lançou recentemente uma versão de seu software para o Symbian OS, da Nokia, uma adição às versões já existentes para os sistemas BlackBerry, iPhone, Android e Windows Mobile.

Até hoje, o Skype já foi instalado em 12 milhões de iPhones - cerca de 15% de todos eles (incluindo o iPod Touch) vendidos pela Apple, segundo Silverman. Quando a última versão do Skype foi lançada para o iPhone - permitindo aos usuários fazer chamadas gratuitas por meio de uma conexão 3G - 5 milhões de cópias foram baixadas durante os primeiros quatro dias seguidos do lançamento.
Fonte: IDG Now

20100614

Chegou a era do videofone


Como um novo celular que permite chamadas com imagens vai mudar de vez a maneira como nos comunicamos.

Por Edson Franco



"Inventar coisas que as pessoas nem sabem que precisam." Transformada em uma espécie de mantra, essa frase, durante décadas, estimulou os funcionários da fabricante americana de eletrônicos Apple a criar produtos que revolucionaram mercados e se tornaram sucessos comerciais indiscutíveis, como o tocador de música iPod e o computador portátil iPad. Em uma atitude rara em sua história, porém, na semana passada a empresa liderada pelo mítico Steve Jobs seguiu em outra direção para chegar ao mesmo lugar. Lançado na segunda-feira 7 em San Francisco, na Califórnia, o novo celular da Apple, o iPhone 4, nasce sem esse apelo desnorteante, mas pode ter dado início a uma nova era na forma com que as pessoas se comunicam. Desta vez, o usuário sabe exatamente por que precisa do aparelho. No caso, falar ao telefone enquanto vê o interlocutor e é visto por ele. Em vez de inventar uma necessidade, a empresa de Jobs se empenhou em trazer à luz um equipamento que dá vários passos fundamentais para viabilizar e popularizar o velho sonho da humanidade de ter um videofone privado, funcional e, sobretudo, portátil. “Cresci vendo os comunicadores dos “Jetsons” e de “Jornada nas Estrelas” na tevê, sonhando com videochamadas. E isso é real agora”, afirmou Jobs durante a apresentação do aparelho.

STEVE JOBS
“Cresci sonhando com a videochamada”

Tanto na ficção quanto na vida real, os consumidores ávidos por novidades tecnológicas salivam por um lançamento desse tipo desde 1927. Naquele ano, chegou ao cinema o filme “Metropolis”, que, apesar de mudo, trazia cenas em que personagens usavam um aparelho que fundia telefone e transmissor e receptor de vídeo em tempo real. Foi também em 1927 que um secretário de Estado americano fez a primeira ligação com um ancestral do videofone, de Washington a Nova York. De lá para cá, várias empresas, inventores e até cidades se lançaram na aventura de tentar fornecer produtos e serviços que tornassem corriqueira essa promessa tecnológica quase centenária. Nenhum plano ou produto vingou. O caso mais longevo aconteceu na cidade francesa de Biarritz, onde nos anos 80 os moradores passaram uma década conversando com a imagem do interlocutor em uma tela. A falta de adesão deu um fim a esse serviço, que mais parecia com as ligações em vídeo por Skype e com webcam, já corriqueiros nos dias de hoje, mas que, por dependerem de computadores para fazer a conexão, ainda não cabem no bolso. Ter muitos usuários também não resolve a questão. Bons de venda, modelos recentes de celular capazes de operar o milagre da troca de sons e imagens – caso do Nokia N900 e do HTC EVO – não tiveram força suficiente para anunciar uma nova era com videofones espalhados pelos cinco continentes. Então, por que pode dar certo agora? E por que com o aparelho da Apple?

“Quando o aparelho chegar, certamente eu serei o primeiro a comprá-lo”
José Otávio Marfará, diretor-presidente da Reebok Academy

As respostas que valem muitos bilhões de dólares estão no dom de Steve Jobs de criar mercados a partir de seus produtos. Em sua estratégia, a empresa aposta num campeão de vendas – neste mês a Apple comemora a comercialização de 100 milhões de unidades das versões anteriores do iPhone – como veículo para a popularização da nova tecnologia. Mais que isso, bolou um esquema que permite ao consumidor utilizar esse tipo de aparelho sem deixar uma fortuna todos os meses na operadora de celular – afinal, transmitir imagens num sistema em que a conta é baseada em pacotes de dados restringiria o uso do videofone a meia dúzia de milionários. Pelo sistema utilizado atualmente nos Estados Unidos – com a chamada tecnologia 3G –, ao fazer suas videoligações, o usuário de um plano básico da operadora AT&T, que tem o monopólio dos serviços com iPhone no País, gastaria em uma hora cerca de 84% dos dados a que teria direito ao longo de 30 dias. Isso porque a transmissão de imagens exige muito mais das redes de telecomunicações do que a de voz. A questão custo é tão importante que a primeira reação da própria AT&T foi cancelar os pacotes de dados ilimitados, temendo que as videochamadas sobrecarregassem suas redes e gerassem prejuízos. Para driblar problemas como esse, o iPhone 4 só fará ligações com imagens em ambientes que contam com sistema wi-fi, de internet sem fio, nos quais a cobrança não tem como base o volume de dados transmitidos.


Além disso, as chamadas com vídeo só são possíveis de iPhone para iPhone. Manter sistemas incompatíveis com as demais marcas é uma característica recorrente em novidades da Apple. Poderia ser um problema que inibiria a disseminação da tecnologia. Só que a prática tem mostrado que, para satisfazer seus consumidores, a concorrência acaba tendo de ir atrás e oferecer produtos semelhantes. Aconteceu com o iPod, com o sistema de telas sensíveis ao toque do iPhone e, mais recentemente, com a geração de computadores portáteis iPad. Se ocorrer novamente agora, foi dada a largada para a corrida do videofone. “Todas as vezes que a Apple aparece com essas novidades, obriga as outras a se mexer”, diz Rogério Coelho, especialista em desenvolvimento de mídia móvel da Predicta, consultoria paulista especializada no gerenciamento de marketing online. “As operadoras trabalham para deixar a tecnologia 3G mais barata e eficiente. Até lá, o videofone vai funcionar muito bem com o sistema desenvolvido pelo time de Jobs. Principalmente nos países mais desenvolvidos, onde há conexão do tipo wi-fi em quase todos os lugares.”

Depois de tirar do caminho os impedimentos de ordem financeira, a empresa não descuidou de uma de suas especialidades: livrar o consumidor de ter de passar horas decifrando manuais para poder tirar o que o produto tem de melhor. O FaceTime, programa usado para fazer as ligações com vídeo do iPhone 4, simplifica a vida do usuário ao apresentar na tela todas as instruções necessárias. “Esse programa torna fácil, intuitivo e divertido ligar. E isso dá ao aparelho o potencial para transformar-se em algo que pode fazer a diferença em nossas vidas”, anima-se a analista Carolina Milanesi, vice-presidente de pesquisas da consultoria Gartner e especialista em dispositivos móveis.

“O novo iPhone vai me ajudar muito no trabalho,
sobretudo pela possibilidade de fazer video-conferência”

Fábio Takeuti, designer do hospital Albert Einstein

Antes de correr atrás da Apple, os concorrentes reagiram mostrando que boa parte das tecnologias anunciadas por Jobs já estava incorporada em seus produtos. A Motorola tem dois aparelhos com videoconferência. A empresa se nega a falar sobre futuros lançamentos e possibilidades. No portfólio atual da Nokia, são nove celulares que suportam chamadas em vídeo. O primeiro aparelho da empresa com capacidade de videochamada foi o 6650, lançado em 2002. Em maio de 2005 foi lançado o Nokia 6680, com câmera frontal dedicada às videochamadas e que trazia um diferencial enorme em relação à Apple: permitia a ligação com aparelhos de outros fabricantes. A Samsung tem cinco celulares que fazem videochamada, lançados de 2009 para cá. O problema é que sobram aparelhos, mas faltam planos viáveis de popularização. Pouco adianta ser capaz de mandar e receber voz e imagem, se isso só é feito a preços exorbitantes.

Outra forte arma da Apple para liderar a nova era do videofone é um certo messianismo que reveste todos os anúncios feitos pessoalmente por Jobs. E isso faz consumidores perderem a sua característica passiva e virarem praticamente divulgadores não remunerados dos produtos da empresa. “Recebi um e-mail da Apple falando sobre o lançamento desse novo iPhone. Quando chegar ao Brasil, certamente serei o primeiro a comprar. No lançamento do iPhone 3GS aqui, havia apenas 500 aparelhos, e eu fiquei com um deles. Mas não compro só por comprar. Uso tudo no meu trabalho e na minha vida pessoal”, diz José Otávio Marfará, diretor-presidente da Reebok Academia Sports Club no Brasil. Quando o novo iPhone chegar por aqui dificilmente Marfará vai poder “usar tudo”. Pelo menos no que depender da boa vontade de quem cuida de telecomunicações no Brasil. No governo federal não há nenhuma providência sendo tomada com o objetivo de preparar o País para receber as novas tecnologias do iPhone. O que há é o tradicional jogo de empurra entre os órgãos do setor. Procurada por IstoÉ, a assessoria de imprensa do Ministério das Comunicações informou que o ministro José Artur Filardi não falaria porque “a responsabilidade pelo iPhone é da Anatel”. Na Anatel, os assessores pediram perguntas por escrito, mas depois de 24 horas informaram que “o assunto foge ao escopo da agência” e recomendaram que a reportagem procurasse o Ministério das Comunicações. Normal.


Enquanto o Poder Público não se entende, a linha de montagem da Apple já tem agendada para setembro a entrega dos primeiros aparelhos que vêm para o País. Assim, as operadoras de telefonia celular nacionais têm pouco mais de dois meses para tirar da cartola estratégias que permitam vender todos os recursos do novo celular, principalmente o videofone. Aparentemente pegas de surpresa pelo anúncio do novo produto, Claro, Tim e Vivo afirmam não ter informações sobre a chegada do iPhone 4 e os possíveis planos que serão oferecidos com ele. A Oi se limitou a afirmar que vai comercializar o produto no Brasil.

Apesar do tempo exíguo e da aparente falta de informação, é pouco provável que, quando o aparelho estiver disponível, as operadoras já não tenham uma estratégia para comercializá-lo. Quem ficar para trás, pode perder a preferência de uma categoria inteira de consumidores fiéis às novidades imaginadas por Jobs.

“Confesso que me deixo ser seduzido por essa marca. Sou um pouco sem personalidade com relação a Apple”, diz Sergio Mota, 43 anos, doutor em literatura e professor do Departamento de Comunicação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Apesar de parecer dominado, ele se permite um momento de reflexão e pergunta se de fato ele precisa de um iPad, mas já está preparando o terreno cerebral para que o iPhone 4 entre em sua vida assim que aportar no Brasil: “A possibilidade de fazer uma videochamada é uma coisa incrível que o novo aparelho oferece. Não quero ser perdulário, pois comprei o meu 3GS há poucos meses, mas talvez eu não resista quando vir o iPhone 4.”




“Comprei o meu iPhone 3GS há pouco tempo, mas acho que
não vou resistir quando o novo chegar ao País”
Sergio Mota, professor da PUC-RJ

Outro desses adeptos apaixonados pela marca é Fábio Takeuti, designer digital do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. “Tenho o iPhone 3GS e o computador Macbook Pro, que me ajudam muito no meu trabalho. O iPhone 4 vai me ajudar ainda mais, principalmente pela possibilidade de fazer videoconferência e vídeos em alta definição.”

Tanta empolgação revela quanto os “applemaníacos” apoiam quase cegamente os produtos e os serviços oferecidos pela empresa. A ponto de varrer para baixo do tapete implicações importantes que vêm a reboque de um futuro em que possivelmente vamos ter um videofone em cada esquina. Quando ele tocar, por exemplo, o usuário não vai simplesmente atendê-lo prontamente. Antes, no mínimo, vai dar uma checada no penteado. Quem estiver do outro lado da linha sempre poderá saber onde o interlocutor está, o que há em volta dele, quem está por perto. E isso incomodará muita gente. Ou seja, o potencial de devastação da privacidade estará presente como nunca nessa nova era. Ao vivo, em cores, com som e na tela do seu videofone. “Existe quem critique a ferramenta, mas ela não é geradora dos problemas. A energia atômica, por exemplo, pode ser usada para destruir ou para desenvolver a medicina. O indivíduo é que deve dizer como vai lidar com isso e preservar os seus valores”, afirma Rosa Maria Farah, psicóloga e coordenadora do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática (NPDI), da PUC-SP.




Colaboraram: André Julião, Cilene Pereira, Fabiana Guedes e Hugo Marquesa
Fonte: Isto é Independente

20100531

Os aplicativos para celular mais populares do Brasil

Por James Della Valle e Paula Reverbel

Fazer chamadas, responder mensagens de texto e jogar. Quem utiliza apenas essas funções dos smartphones está subutilizando o aparelho: afinal, esses celulares são verdadeiros computadores de bolso com acesso à internet. Para explorar melhor essas máquinas, basta fazer o download de alguns dos milhares de aplicativos disponíveis, programas que executam literalmente as mais diversas funções. Um deles, por exemplo, facilita acesso a redes sociais, enquanto outro ajuda a controlar as finanças pessoais - sem falar no programinha que emite um som quase inaudível que afasta mosquitos, o Anti mosquito 3.1, para iPhone. Quase não há limites para a criatividade e o interesse.
Os smartphones estão caindo no gosto dos brasileiros. De acordo com a empresa de pesquisas tecnológicas Gartner, a venda desse tipo de aparelho cresceu 170% na comparação entre o primeiro trimestre de 2010 e igual período do ano passado. Com a ascensão dos aparelhos, cresce o uso dos aplicativos. Confira no quadro a seguir uma relação dos APPs, como são conhecidos esses programas, mais populares no país.

"Os aplicativos abrem uma nova dimensão de utilização dos smartphones, criando infinitas oportunidades para o consumidor", afirma Celso Winik, gerente da área de mobilidade da Microsoft Brasil. A rival Apple, por exemplo, possui uma cartela de 200.000 aplicativos para a plataforma iPhone OS, que já foram baixados mais de 4 bilhões de vezes, de acordo com as estatísticas de sua loja virtual, a App Store.

Contudo, nem todos estão à mão do usuário brasileiro. Por aqui, a loja não oferece jogos. O motivo dessa restrição é a classificação indicativa, exigida por lei para qualquer jogo eletrônico vendido no país. Isso faz com que cada desenvolvedor de games tenha que submeter seus produtos para avaliação - o que inviabiliza o negócio, segundo a assessoria de imprensa da Apple no Brasil.
Fonte: Veja

20100522

Facebook de graça no seu celular

Se você é usuário do Facebook, preste atenção na novidade: acesso gratuito de seu celular. Essa notícia se deve ao acordo recente feito entre a rede social e mais de 50 operadoras de telefonia móvel no mundo todo.
Entre elas está a TIM Brasil, que oferece acesso gratuito ao Facebook através do endereço 0.facebook.com. É possível acessar o serviço através de celulares pré-pagos e pós-pagos, sem gasto com transferência de dados.

Chamado de Facebook Zero, a novidade oferece interface simplificada da rede social, deixando de lado imagens e gráficos presentes durante a navegação por desktop. Entretando, é possível atualizar status, enviar mensagens e gerenciar notificações da conta.

A iniciativa pretende atingir dois pontos: o alto custo e a baixa velocidade da internet em aparelhos móveis.

Porém, fique atento aos avisos do site. Qualquer link acessado no Facebook Zero é cobrado e a rede social pede confirmação para prosseguir.

Até o momento, clientes pré e pós-pagos da TIM já podem acessar o Facebook Zero sem qualquer custo. Porém, segundo o Gizmodo Brasil, alguns usuários estão sendo cobrados pelo serviço. Vale ficar atento aos créditos e também quando a fatura chegar para qualquer cobrança indevida.
Fonte: Olhar Digital

20100504

Operadoras só poderão mandar SMS com propaganda se o cliente autorizar

A regra vale tanto para clientes novos e antigos; as operadoras receberam da Anatel um ofício que descreve as novas medidas.

Foto por Getty Images
A partir deste sábado (1º) as operadoras de telefonia celular só poderão enviar mensagens de propaganda aos clientes caso o consumidor autorize o recebimento. A determinação é da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
 
Segundo o órgão regulador, para quem já é cliente basta entrar em contato com a empresa e manifestar a vontade de não receber esse tipo de mensagem de texto. Já os clientes novos terão que escolher ou não essa opção durante a assinatura do contrato na loja. O texto trará as duas alternativas para que uma seja assinalada.

A decisão foi encaminhada por meio de um ofício a todas as prestadoras.

Agência exige contratos legíveis

As companhias precisam usar letras de pelo menos tamanho 12 nos contratos para facilitar a leitura. As informações sobre o envio de propaganda por mensagem de texto devem estar em destaque.

Caso a regra seja desrespeitada é possível entrar em contato com a companhia e para que isso não se repita. Se mesmo assim o problema não for resolvido, existem os órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, ou ainda há a possibilidade de registrar uma reclamação na própria Anatel por meio do telefone 133.
Fonte: R7

20100323

Nova Mídia Social: Foursquare no Brasil

Fousquare já está disponível no Brasil, nas cidades do Rio de Janeiro e em São Paulo. Ele têm funcionamento semelhante ao twitter mas a rede é voltada para celulares e o seu principal difrencial é a geo localização. Pessoas podem marcar lugares, falar sobre o local, deixar depoimentos e serem localizados por seus amigos.

Quanto mais lugares você explora, mais pontos ganha no sistema e pode se tornar um "prefeito", uma espécie de referência para os outros usuários, e alguns estabelecimentos comerciais que usam o foursquare dando descontos a esses prefeitos.

. O twitter também lançou essa funcionalidade de geo localização. É so ir no setting e permitir os geotagging.

Geotagging tem ajudado a publicidade a garantir targets mais específicos, no google adwords, por exemplo permite anúncios locais e cada vez mais outros serviços vão se adequar aos novos tempos (ruim para quem pula a cerca | essa localização em tempo real pode ser um problema!

Algumas dicas do foursquare para negócios: no Brasil acho que vale a pena apenas para empresas que tem consumidores de classe mais elevada, e tem celular que pode ser adpatado ao sistema.

A própria empresa diz que quer ser melhor que o twitter! Mas vamos ver o que acontece! Como é uma rede voltada especificamente para celular acho que ainda vai demorar paga funcionar aqui no Brasil.

By Mídias Sociais e Web 2.0

20100113

O ano em que faremos contato (via 3G)

Analistas apostam que 2010 será o ano da banda larga móvel. Aumento no número de usuários tende a desencadear investimentos em vários setores
O ano recém começou e os analistas já afirmam sem hesitar: 2010 será o ano da banda larga móvel no Brasil. Em franco crescimento - as perspectivas são de alta de até 20% no número de usuários a cada trimestre -, a tecnologia se encaixa como uma luva no atual cenário de desafios e oportunidades da rede brasileira de dados. Primeiro, porque as redes convencionais de banda larga ainda não chegam aos rincões mais afastados do país, especialmente aqueles com menos de 30 mil habitantes. Segundo, porque as operadoras de telefonia móvel têm todo o interesse em vender serviços complementares que ajudem a rentabilizar suas operações - e a banda larga parece ser a solução ideal para isso.

"A demanda reprimida pela banda larga móvel é muito grande, especialmente por causa do custo dos acessos, que ainda é alto", explica João Paulo Bruder, analista de telecomunicações da consultoria IDC Brasil. Ele conta que a demanda por esse tipo de serviço não seria tão grande se as operadoras de telefonia fixa investissem mais na expansão de suas redes. "Existe um certo descaso das operadoras fixas com as chamadas ‘comunidades de baixo retorno', que ficam mais afastadas dos grandes centros. E esse será um dos grandes fatores de desenvolvimento da banda larga móvel no país ao longo deste ano", diz Bruder.

O analista do IDC conta que, até o ano passado, a banda larga móvel era um serviço meramente complementar destinado, principalmente, a usuários das classes A e B - que normalmente já têm acesso de alta velocidade pelas redes fixas. "Agora, porém, nós estamos vendo uma inversão nesse comportamento. Muitas pessoas já estão recorrendo às redes 3G como primeira opção de acesso", assegura Bruder.

O boom de usuários da banda larga móvel deve provocar uma nova - e generosa - rodada de investimentos em infraestrutura de telecomunicações. Entram aí torres de transmissão, data centers e outros equipamentos e atualizações necessários para comportar o aumento no tráfego de dados pelas redes 3G. "No momento em que as pessoas têm acesso à internet com maior qualidade, elas começam a explorar e gerar mais conteúdos. Elas compartilham fotos, assistem vídeos no youtube, geram tráfego... E isso demanda investimentos em data centers de todos os tipos", raciocina Luís Minoru Shibata, diretor de consultoria da PromonLogicalis, empresa especializada em integração de soluções de TI.

No mercado corporativo, os grandes investimentos serão no mercado de colaboração. "Hoje, por exemplo, o grande gargalo das metrópoles é o trânsito. Isso gera demanda por soluções de videoconferência e telepresença, por exemplo", conta Shibata.

Por: Andreas Müller | Revista Amanhã

20100104

Cannes Lions 2009: Dance | T-Mobile (Titanium & Integrated)


Um dos cases/vídeos mais conhecidos do ano de 2009 que levou Leão de Bronze de Titanium & Integrated em Cannes Lions 2009. “Dance” da T-Mobile conquistou mais de 13 milhões de views no YouTube, 43 grupos de fãs no Facebook e mais de 2500 menções em blogs mundo afora.

O flashmob da T-Mobile, que passou para o mundo inteiro o conceito “Life’s For Sharing”, aconteceu exatamente às 11h da manhã do dia 15 de janeiro de 2009, fazendo história na comunicação e na internet. Não a toa, uma idéia que influenciou muitas outras ações, publicitárias ou não.

A criação é da Saatchi & Saatchi de Londres. Confira o vídeo-case: [vídeo]

* Esse post faz parte de uma série sobre os vencedores da categoria mais importante de Cannes Lions, a Titanium & Integrated. Não deixe de ver todos os ganhadores no site work.canneslions.com *

Carlos Merigo |Brainstorm9

20091202

Serviço permite atualizar Twitter via SMS

Clientes de planos pré e pós-pagos da Vivo podem acompanhar o microblog por celulares comuns.

A operadora de telefonia móvel Vivo anunciou nesta terça-feira (1/12) um serviço que permite enviar mensagens para o Twitter por meio de SMS.

O SMS, ou serviço de mensagens curtas, pode ser utilizado a partir de qualquer celular e permite enviar textos de no máximo 160 caracteres. As mensagens no Twitter são limitadas a 140 caracteres.

O serviço Vivo Twittando pode ser contratado por clientes de planos pré ou pós-pagos. Cada mensagem enviada custa 15 minutos, com impostos incluídos.

Para enviar Tweets, basta enviar a mensagem para o número 1010 ou 89338 (equivalente, no teclado alfanumérico, a "Tweet").

Já para receber Tweets, o usuário tem uma franquia mensal de 50 mensagens. Opcionalmente, pode-se contratar um pacote para recebimento ilimitado, por 17 reais mensais.

A ativação do serviço se dá mediante cadastro no site da operadora. Para habilitá-lo, será preciso que o usuário forneça sua conta e senha do Twitter.