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20101117

Revolução dos wikis: uma enciclopédia audiovisual inteiramente online

A maneira como consumimos informação aparentemente acabou de evoluir, graças ao surgimento do Qwiki. De uma forma completamente inovadora, Qwiki se revela como uma enciclopédia virtual com um extenso acervo de verbetes para consulta em formato audiovisual. Ou seja: ao invés de ler um artigo (como você fazia nas antigas enciclopédias), agora você o assiste, com fotos, vídeos e uma narração legendada.

Resumindo: Qwiki é a evolução do Wikipedia. É a transformação definitiva daquela coletânea sobre o conhecimento humano que começou como um catálogo de papel, e que hoje se apresenta na forma de pequenos documentários multimídias com interações e links que te levam à outros verbetes.

“Acreditamos que não é só porque a informação é armazenada em máquinas que devemos mostrá-las como se fossem listas de dados de máquinas”, dizem os desenvolvedores do site.

Estrutura em desenvolvimento


Qwiki ainda está em desenvolvimento e, por isso, o seu acesso é restrito aos participantes convidados para versão de testes alpha. E por este mesmo motivo, o site, por enquanto, só oferece a opção de consultas em inglês.
Como é de praxe em todas as versões de testes abertas para o público, os desenvolvedores do Qwiki esperam que você os informe sobre eventuais erros ou insatisfações que encontrar ou perceber durante a navegação no site.

Experimente o futuro


“Pense em quando você pergunta ao seu professor sobre o Leonardo Da Vinci, ou ao seu amigo bem-viajado sobre a cidade de Buenos Aires. Essa é a experiência que o Qwiki almeja produzir, disponível quando você quiser, onde quer que você esteja no mundo, e em qualquer dispositivo que você estiver usando”.

Qwiki já nasceu com 2 milhões de artigos para consulta e possui um visual bem diferenciado, apesar de guardar suas semelhanças estruturais com os sites de vídeos online (como as páginas do Vimeo em HD). Talvez por acaso, inclusive, o Qwiki parece ser uma resposta natural ao crescente número de tutoriais e videos explicativos e didáticos nesses mesmos sites.

Acervo automatizado



O conteúdo da narração e da legenda utilizada nas apresentações do Qwiki denuncia o uso do Wikipedia como fonte de consulta. Mas fugindo dos longos textos da enciclopédia virtual, o Qwiki apresenta apenas as informações mais importantes dos verbetes, prezando bastante pela duração e pelo ritmo – o que promove uma experiência de uso e aprendizado bastante confortável.

Visualmente, no entanto, a engine do Qwiki constroí seus vídeos em tempo real, buscando referências de imagens, vídeos e gráficos em sites como o próprio Wikipedia, o Fotopedia e até o Flickr. E essa é uma das grandes sacadas do site: justamente por não ser um vídeo pré-produzido e armazenado em algum lugar, o Qwiki se mantém visualmente atualizado sem exigir servidores gigantes.

Otimizações modernas

Assim como os sites de vídeo, o Qwiki também possui um recurso de sugestão de artigos relacionados com temas que possam vir a interessar o espectador enquanto assiste a apresentação de algum verbete do site. No entanto, como o site ainda está em desenvolvimento, algumas sugestões podem lhe parecer estranhas.

Além disso, enquanto o vídeo é reproduzido, a legenda poderá apontar palavras-chave para outras apresentações cujo verbete já possa ser acessada no Qwiki – assim como você já o faz nos artigos do Wikipedia.

E para que você não tenha que carregar páginas desnecessariamente, enquanto procura algum artigo, o Qwiki possui um recurso capaz de mostrar, no próprio campo de busca, os artigos que já podem ser visualizados no seu banco de dados. Tudo isso para que você tenha a melhor experiência de navegabilidade enquanto estiver explorando o ambiente do site.


Fonte: Baixa Tudo

20100922

O grande erro das redes sociais

Por Ricardo Lacerda
Está na hora de as empresas monitorarem o que as pessoas comentam sobre marcas em redes sociais. É o que afirma o especialista em marketing digital e diretor da Agência Publiweb, Conrado Vaz, que nesta quarta-feira desembarca em Porto Alegre para ministrar um workshop sobre o assunto. “As redes podem atingir uma enorme quantidade de pessoas, mas as empresas não são capazes de detectar esses dados porque não se preocupam com eles”, alerta Vaz. Nesta entrevista, ele conta por que as marcas ainda têm tanta dificuldade para se adaptar às particularidades das redes sociais e garante: por enquanto, nenhuma marca utiliza plenamente o potencial do Twitter. Confira:

Recentemente, AMANHÃ publicou uma reportagem mostrando que as marcas estão “perdidas” no ciberespaço. Você concorda?
Vejo que não só as marcas, mas as próprias empresas estão perdidas. O modelo mudou do monólogo para diálogo. O discurso de colocar o consumidor no centro de toda a ação agora é uma exigência. O problema nesse aspecto é que as empresas, as faculdades e, principalmente, as agências não prepararam seus modelos de negócio para essa mudança. O consumidor quer interatividade, mas as agências ainda aconselham seus clientes a impor a comunicação onde o consumidor estiver – independente de ele querer isso ou não. Os consumidores querem se relacionar com suas marcas, só que elas não sabem como gerir esse relacionamento.

Quais são os erros que levam as empresas a manter esse descompasso com o comportamento do consumidor?
Um deles é achar que a mídia de massa gera o tipo de relacionamento que os consumidores querem. Quando o consumidor entra na internet, ele lê nos fóruns a opinião sobre cada marca e descobre aqueles problemas que não aparecem na propaganda – e aí o investimento de milhões vai por água abaixo. Não se pode mais achar que uma mentira contada dezenas de vezes no horário nobre se transforma em verdade. Era assim na época que o consumidor não tinha nenhuma opção. A TV era sua grande fonte de informação e, diante disso, tudo que era falado nela tinha credibilidade. Hoje, o consumidor quer se relacionar com as marcas, quer descobrir o que é bom e o que não serve, quer pesquisar preços, compartilhar informações com seus amigos e exercer sua atividade no mercado.

O que são as “redes submersas” de comunicação e por que as empresas devem prestar atenção nisso?
Quando você fala com um amigo seu pelo MSN sobre um produto, posta em um blog uma opinião negativa sobre uma empresa ou começa um movimento para assinar um projeto como o "Ficha Limpa" pela rede, existe um conteúdo informacional enorme que passa despercebido pelas empresas. Ele pode atingir uma enorme quantidade de pessoas, mas as empresas não são capazes de detectar esses dados. Mas são essas redes submersas – de dados, opiniões, críticas, sugestões de melhoria e outras informações cruciais – que estão fazendo cada vez mais a diferença na taxa de conversão de pessoas que “têm contato com a marca” para pessoas que “compram o produto”. Essas redes são detectáveis e representam uma fonte de dados preciosa para qualquer negócio. É a melhor pesquisa de opinião ou pesquisa de mercado que a empresa poderia ter. E é gratuita.

Hoje, é comum vermos campanhas claramente desenhadas para se tornarem “virais”. No entanto, muitas delas fracassam ou deixam a impressão de que estão “forçando a barra”. Existe alguma característica comum que diferencie o marketing viral bem-sucedido daquele que dá em nada?
As empresas acham que viral é lançar um vídeo engraçado na internet. É muito mais do que isso. As campanhas virais são aquelas que capturam o espírito da época, a necessidade do consumidor, aquilo que ele já queria ler ou fazer. O Obama é um excelente exemplo. Ele é um excelente produto. Após uma política que praticamente quebrou os EUA, surge alguém que representa o contrário daquilo que os americanos estavam acostumados nos seus últimos 500 anos: um negro democrata defendendo reformas. Praticamente um conto de fadas – algo muito semelhante como que aconteceu na campanha do Beatle, o nosso fusca, nos EUA na década em 1959, com o "Think Small". Tanto o Obama quanto o Think Small foram virais porque tinham excelentes histórias e representavam o que o público queria em termos de mudança. Viral é muito mais do que um vídeo engraçadinho: é capturar o espírito das massas, é ler o consumidor e entender o que ele quer.

Na sua visão, quais são as empresas que exploram plenamente o potencial do Twitter como meio de construção de marca?
Plenamente, nenhuma. A Zappos é um bom exemplo, mas ainda poderia melhorar. O Twitter não é uma ferramenta de propaganda, é uma tremenda ferramenta de relacionamento. A maioria das empresas não vê o correto papel do Twitter porque não entenderam direito nem o que era blog ou qual o princípio que a internet traz em si. Acham que o Twitter é apenas uma ferramenta, quando na verdade ele encerra um novo conceito que tem muito mais a ver com a nossa ansiedade de informação e de imediatismo na comunicação.
Fonte: Revista Amanhã

20100720

Adolescentes perdem interesse no Facebook, revela estudo

Que o Facebook é um gigante ninguém contesta. Porém, o site que conta com milhares de usuários pelo mundo, vem perdendo adolescentes de sua base.

De acordo com um estudo feito pela OTX e o site Roiworld nos EUA, aproximadamente 1 em cada 5 adolescentes deixaram de usar ou cancelaram seu perfil na rede social em abril de 2010.

Não é só o Facebook que vem sofrendo com o abandono dos teens. O MySpace registrou em seus números 22%, enquanto o YouTube e Twitter 15%.

Quais são os motivos?
A pesquisa mostra que, no caso do Facebook, onde poderia se esperar uma reação devido às questões envolvendo segurança que surgiram esse ano, a razão principal é que eles consideram o site chato. Simples assim.

Manter esse público conectado e interessado é um grande desafio. Para uma rede poderosa como o Facebook mais ainda. A questão é: o que fazer pra manter esses jovens ávidos por novidades envolvidos em um site?

Eles amam jogos online
Jogos online podem ser uma boa saída e considerados uma alternativa barata para relaxar, se divertir e matar o tempo junto aos amigos.

De acordo com o estudo, 73% desse público joga na internet, com 81% dentro do Facebook. O tempo destinado à diversão é incrível, chega a 7h por semana.

Principais números da pesquisa
Razões para menor uso do Facebook em abril de 2010

Perda de interesse / é chato – 45%
Maior interesse em visitar outros sites – 28%
Muitas notificações – 27%
A maioria ou todos os amigos não usam o Facebook – 21%
Está cansado de tentar manter todas as atividades – 21%
Muitos anúncios – 20%
Teve problemas em encontrar pessoas conhecidas – 18%
A maior parte dos amigos está em outra rede social – 16%
Outras redes sociais são melhores – 16%
O Facebook não oferece as funções que querem – 16%
Os pais entraram da rede – 16%





























Fonte: Portal Voit

20100719

Redes sociais prejudicam as notas escolares? Parece que não

Há algum tempo um estudo da Universidade Estadual de Ohio apontou que a rede social Facebook era a grande culpada pelas notas baixas dos estudantes norte-americanos. De acordo com o estudo, os jovens que passavam tempo navegando pela rede social tinham menos disposição para estudar. No entanto, um novo estudo surgiu afirmando que a rede social não influencia nas notas escolares.

A conclusão foi de pesquisadores da Universidade Northwestern, com um estudo chamado "Preditores e consequências de diferentes práticas em sites de redes sociais". De acordo com eles, o uso sem medidas de redes sociais como Facebook e MySpace por estudantes não afeta as notas escolares. Outros pontos como etnia, sexo e nível educacional dos pais são mais decisivos nas notas.

Segundo o estudo, garotas tendem a ter notas melhores que garotos durante a idade escolar. Além disso, alunos cujos pais possuem diploma universitário apresentam melhor rendimento na escola.

Os pesquisadores também incluíram no estudo dados sobre o uso da internet em geral comparado ao uso de redes sociais, apontando que não há diferenças significativas no rendimento escolar.

Ainda de acordo com o estudo, o uso da internet e redes sociais melhora as habilidades dos estudantes e até auxilia no desempenho escolar. Além disso, os pesquisadores apontam que os estudantes são perfeitamente capazes de diferenciar o momento escolar do tempo livre dedicado à internet.
Fonte: Olhar Digital

20100715

Lei da Eleição Online peca em brechas técnicas

Monitorar blogs, twitters, redes sociais e emails de políticos concorrentes parece mais importante para a área jurídica contratada pelos candidatos para orientá-los no uso legal da internet do que conscientizar o eleitor da governança na web. O resultado disso já são mais de 2,5 mil processos judiciais relacionados às novas regras da eleição digital.

“É uma guerra eleitoral no sentido de vigiar o outro com objetivo de notificar o TSE sobre transgressões. A tendência é essa guerra tornar-se ainda mais acirrada”, admite José Antônio Milagre, consultor e advogado da LegalTech.

Ele justifica que esse monitoramento é necessário para defender o cliente e, apesar da mudança do perfil dos profissionais da área jurídica, ainda é raro o advogado assumir o papel de cidadão no sentido de conscientizar os internautas sobre os direitos e deveres nesta campanha política.“Isso é papel do Tribunal e não da área jurídica”, opina.

Milagre apresentou alguns artigos da Lei 12034, sancionada em 2009, e da Resolução 23191, válida para as eleições digitais desde o dia 5 de julho, durante a reunião da Comissão de Alta Tecnologia da OAB, promovida nesta quarta-feira pelo presidente da casa,
Coriolano Almeida Camargo*.

A conclusão do encontro foi de que há ainda muitas brechas técnicas que a legislação não contemplou. Exemplo disso são os prazos, os quais exigem critérios de tempo e espaço bem diferentes das mídias tradicionais. Outra peculiaridade da rede é a autoria.

Advogados presentes na reunião da OAB destacaram que tal paradoxo exige muitas provas para colocar a lei na prática, o que dificulta sua eficácia. Diante disso, uma das propostas seria punir os candidatos pelo mau uso da rede após as campanhas políticas, assim como já acontece na área criminal com os candidatos de ficha suja.

Regras e proibições

A Resolução que rege o uso da internet nas eleições proíbe qualquer campanha política paga. Ou seja, os candidatos até podem contratar serviços de profissionais especializados para criação de sites e campanhas, mas tais profissionais só podem utilizar recursos de publicidade em sites de terceiros se esses forem pagos em outra mídia. Detalhe: a publicidade deve ser idêntica a que foi vendida e utilizada em outra mídia. Milagre conta que isso mudou muito os tamanhos de anúncios feitos em jornais para otimizá-los para internet.

Apesar da proibição do uso do dinheiro nas campanhas, os sites são desenvolvidos com técnicas, conhecidas como SEO, para relacionar palavras estratégicas (tags) aos candidatos, o que na publicidade é comprado no formato de link patrocinado vendido pelos sites de busca como o Google.

Outra restrição estabelece que os sites devem ser hospedados por provedores no Brasil, mas Milagre alerta para o fato de que a regra não se aplica a blogs, portanto, candidatos com má intenção podem hospedá-los no exterior. Vale ressaltar que, independente do formato blog, rede social ou site, o TSE considera a mídia cujo endereço eletrônico foi encaminhado como site que deve ser hospedado localmente.

É justamente nesses casos em que os provedores, desta vez, serão obrigados a retirar determinados conteúdos quando notificados por qualquer cidadão. Nessa guerra eleitoral, Milagre destaca que essa decisão torna o próprio provedor em juiz na remoção do conteúdo. Vale ressaltar que outros regulamentos só exigem remoção de conteúdo pelo provedor após notificação jurídica.

Há ainda algumas punições relacionadas à suspensão informática, direito de resposta ou multas pelo envio de email marketing que abrem brechas técnicas para manipular data de envio ou publicação de texto, o que dificultará comprovar determinadas denúncias.

São por essas razões que o candidato que estiver disposto a seguir as regras da eleição digital terá de buscar como apoio não só um advogado, mas também um perito digital que tenha capacidade de gerar provas para se defender da guerra de processos.

Vale lembrar, entretanto, que as regras da eleição digital nem sempre condizem com as regras da Sociedade em Rede, que além de preservar a autoregulamentação acredita também na colaboração e no relacionamento.
Fonte: Portal Decision Report

20100624

A mídia social e o fim do press release

Quantas horas um post no Twitter leva para chegar ao rádio, televisão e jornal impresso? Assessorias de imprensa ainda não quebraram o paradigma de uma comunicação ultrapassada. Agora tudo é relações públicas.
 
Por Fernanda Domingues

Nos últimos 14 anos, o mundo da informação mudou mais rápido do que nas décadas anteriores. Desde então, o analógico vem dando lugar ao digital em todos os setores. E a comunicação passa por um processo de reestruturação, pois no momento em que o press release completou 100 anos (2006), o que era sólido desmanchou-se no ar.

O que aconteceu? A evolução da internet, conhecida como web 2.0, revolucionou as formas de comunicação das pessoas e das corporações.

Hoje vivenciamos fenômenos como o Twitter, o microblog que permite que um cidadão comum faça chegar uma informação em tempo real, a qualquer lugar do mundo, em segundos.

Recentemente ele foi usado para alardear a morte de Michael Jackson, que seria confirmada pela mídia tradicional somente horas mais tarde.

Uma pesquisa realizada em julho de 2009 pela agência de comunicação Burson-Marsteller comprova que uma notícia divulgada no Twitter demora cerca de uma hora para aparecer em uma publicação online e pelo menos duas horas para sair nas emissoras de rádio.

A mesma reportagem pode levar mais de duas horas e meia para ser divulgada na TV, e oito horas para sair na mídia impressa.

Apesar da rapidez espantosa com que se espalha uma mensagem através desses novos canais, o mais interessante do fenômeno das mídias sociais é que agora não são necessários intermediários: uma empresa ou pessoa pode comunicar-se diretamente com sua massa de seguidores.

E os consumidores ganharam voz ativa.

Diante desses fenômenos da comunicação, cabe aos assessores de imprensa e relações públicas estudar cases, olhar para o público-alvo de seus planos de comunicação e criar as estratégias mais adequadas, sem medo de ousar, e ter em mente que um novo mundo requer uma nova forma de pensar.

Social Media é mais do que simplesmente integrar um blog ou uma rede social ao plano de comunicação de um cliente. É a oportunidade de envolver diretamente os consumidores dos produtos da empresa-cliente que queiram comprar ou recomendar produtos e serviços à sua rede de contatos.

O Twitter, assim como os blogs, as redes sociais (Facebook, LinkedIn) e sites de compartilhamento de conteúdos (YouTube, Flickr) são os novos veículos de comunicação usados pelo consumidor 2.0 para comentar produtos, serviços, marcas e atitudes.

Engajar e inspirar esses indivíduos exige novas técnicas, metodologias e uma inegável compreensão dos usuários de blogs e redes sociais para entender porque eles se interessariam pelo produto que sua assessoria representa.

A relevância da mídia digital ficou evidente no Festival Internacional de Publicidade de Cannes, que em 2009 premiou trabalhos de PR pela primeira vez.

Foi o engajamento espontâneo do cidadão americano que levou Barack Obama à presidência dos Estados Unidos, disse David Plouffe, gerente da campanha política premiada no evento, com os GPs de Titanium e Integrated.

Reconhecendo o DNA digital da campanha, Plouffe disse que o mérito da estratégia online foi facilitar o engajamento das pessoas que queriam mudanças. O mais notável é que a metade delas nunca havia participado de atividades políticas.

Cases como esse evidenciam que nesta nova era da comunicação, o mais importante é atender às necessidades do leitor. Cabe aos comunicadores montar suas próprias redes sociais de relacionamento e conhecer a fundo o gosto dos leitores/consumidores com quem eles querem falar, para que nossa notícia seja bem-vinda.

Parafraseando Brian Solis, autoridade em PR digital: na era digital, PR deixou de ser Press Release para transformar-se no que sempre deveria ter sido Public Relations.

Mas como encontrar essa tão falada audiência? Experimentando. Todos estão aprendendo, no dia-a-dia do trabalho, com a vantagem de saber que o ser humano é um ser sociável.

Como diz a monja Cohen, fazemos parte de uma grande rede social e somos responsáveis por nossos pensamentos, palavras e atos. Ao que ouso acrescentar: e pelas nossas omissões. Então, mãos à obra. 
Fonte:Webinsider

20100525

8 ferramentas para monitorar mídias sociais

Conhecer a percepção dos usuários, seu nível de engajamento e o volume de conversas é apenas uma parte de qualquer estratégia em mídias sociais. O monitoramento ajuda tanto a medir o retorno sobre o investimento como também é vital para o planejamento de ações. Abaixo segue uma lista de algumas ferramentas para monitoramento em mídias sociais.

1. Scup
Scup é uma plataforma desenvolvida pela Direct Labs onde é possível monitorar tecnologias como o Twitter, comunidades do orkut, blogs, portais de notícias,  Flickr, Youtube e Yahoo Respostas. A ferramenta também permite a publicação de conteúdo, classificar as conversas, adicionar tags e gera gráficos precisos das atividades nas redes sociais.


2. Sysomos MAP e Heartbeat
MAP é o carro chefe da Sysomos, oferecendo aos clientes a capacidade de efetivamente ouvir, medir, compreender e participar das mídias sociais. O MAP fornece insights sobre as conversas. A ferramenta fornece informações em tempo real para gerenciar produtos, marcas e reputações em mídia social. 


3. Radian6 
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Fundada em 2006, Radian6 foi criado com a idéia de que as empresas precisam estar ouvindo a web social, a fim de participar efetivamente. A ferramenta monitora desde comentários em fotos até grupos do Facebook e conversas no twitter. Ele fornece relatórios detalhados de análise e gráficos.


4. Trendrr
Dados estruturados em mais de 50 fontes. Track qualitativo, a influência quantitativa, sentimento, situação e tendências competitivas em tempo real e ao longo do tempo. O Trendrr monitora as mídias sociais e coloca os dados em uma perspectiva numérica.


5. Social Mention
Social Mention é uma plataforma para análise e busca em mídias sociais que agrega conteúdos gerados por usuários em um único fluxo de informação. Ele permite que você acompanhe e mensure facilmente o que as pessoas estão dizendo sobre você, sua empresa, um novo produto, ou qualquer assunto em tempo real.


6. ScoutLabs
Scout Labs é um poderoso aplicativo baseado na Web que monitora mídias sociais e encontra sinais de ruído e ajuda sua equipe a criar produtos melhores e criar relacionamentos mais fortes com os cliente.
http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/04/socialmediamonitoring.jpg
BrandsEye avalia não apenas a sua presença online, mas oferece-lhe um Índice de reputação em tempo real para você e seus concorrentes. Ele encontra detalhes sobre sua reputação, a origem da mídia e sentimentos associados à sua marca.


SM2 é uma solução de monitoramento e análise de mídias sociais concebida para profissionais de marketing e RP. A plataforma ajuda a rastrear conversas e classificar o sentimento sobre sua marca.
Fonte: Mídias Sociais

20100208

7 formas de potencializar a colaboração pelas redes sociais

Veja como as diversas plataformas da web 2.0 podem ajudar a envolver as equipes no seu negócio

As ferramentas de Web 2.0 invadiram o nosso mundo pessoal e também o corporativo. Saber como utilizar toda essa tecnologia a favor da empresa é a grande questão do momento para os gestores. Para ajudar as lideranças nesta dura tarefa, a reportagem da HSM Online conversou com Luis Augusto Lobão Mendes, professor de estratégia e desenvolvimento organizacional da Fundação Dom Cabral, que listou 7 dicas de como utilizar as ferramentas sociais à serviço dos negócios.

Para Mendes, cada vez mais, o modelo de criação de valor é chamado de peer production, ou peering – uma descrição do que acontece quando grupos de pessoas e empresas colaboram de forma aberta para impulsionar a inovação e o crescimento. “Hoje, as coisas estão mudando. O acesso crescente à tecnologia da informação coloca nas pontas dos dedos todas as ferramentas necessárias para colaborar, criar valor e competir. Isso libera pessoas para participarem da inovação e da criação de riqueza em cada setor da economia. MySpace, YouTube, Linux e Wikipédia”, explica.

O professor da Dom Cabral alerta que os exemplos atuais da colaboração em massa, são apenas o começo. Ele ressalta que novas infra-estruturas colaborativas de baixo custo permitem que milhares de indivíduos e pequenos produtores criem conjuntamente produtos, acessem mercados e encantem os clientes.
Além disso, dia após dia, a sociedade encontra novas aplicações para a rede, tornando-a acima de tudo um fenômeno social. “Poucas invenções influenciaram a humanidade com tal rapidez, forjando novos padrões de comportamento e, efetivamente alternada a forma como as pessoas executam tarefas diárias e vivem suas vidas. No entanto o potencial da rede é ainda muito pouco explorado pelas empresas. Apesar de praticamente todas as empresas terem seus sites e endereços eletrônicos, poucas demonstram compreender as possibilidades que a internet representa como ferramenta para o sucesso dos negócios”, diz.

Portanto, a chamada Web 2.0, permite que as empresas extraiam conhecimento de seus stakeholders, independente de sua localização, colaboração e participação. O que permite alcançar conhecimento e inteligência humana como nunca visto antes. Confira então as 7 formas para potencializar as ferramentas digitais na sua empresa.

- Atenda melhor e dê informações aos seus clientes: seja por meio de FAQs, Dicas, VoIP on-line ou Chat on-line não deixe seu cliente falando sozinho. Mantenha o diálogo.

– Aumente o ticket médio: mantenha os produtos relacionados à sua empresa conectados diretamente no site de venda on-line em formato de promoção de compra conjunta.

- Encante: desenvolva uma wish list, recomendações personalizadas ou infomercials em vídeo.
– Facilite: tenha um histórico de pedidos, comparativo de produtos, mais vendidos, classificação/busca/sugestão por atributos especiais, aviso de produto esgotado, aviso de produto disponível e onde encontrar.

– Crie em grupo: abra um canal de votação de idéias, sugestões e dicas. Crie testes em tempo real por meio de comunidades como Facebook, Flickr, Youtube, construindo-se um diário de bordo de cada um participante. Utilize o Linked In para Recrutamento e Seleção, disponibilizando um espaço no site para envio de curriculuns.

- Maior conveniência ao trabalho remoto: MSN, Webex, Telepresença e Skype

– Compartilhe o conhecimento: Crie Wikis, FAQs, Podcastin, Videocasting, Portal, Second Life, Linked In ou comunidades internas para a troca de conhecimento entre os colaboradores da empresa.

By HSM Online