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20110318

Internet chega a 73,9 milhões de pessoas no Brasil, diz Ibope



O número de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, LAN houses ou outros locais) atingiu 73,9 milhões no quarto trimestre de 2010, segundo o Ibope Nielsen Online.

O número representou um crescimento de 9,6% em relação aos 67,5 milhões do quarto trimestre de 2009, segundo dados divulgados pelo instituto nesta sexta-feira.

ano, o Ibope informou que "o acesso à internet no trabalho e em domicílios vem crescendo ainda mais. O total de pessoas com acesso em pelo menos um desses dois ambientes chegou a 56 milhões em fevereiro de 2011, o que significou um crescimento de 19,2% sobre os 47 milhões do mesmo mês do ano anterior."

O total de pessoas que moram em domicílios com acesso à internet cresceu 24% nesse período --e já é de 52,8 milhões.

O Ibope informa ainda que das 56 milhões de pessoas que têm acesso à internet no trabalho ou em residências, 41,4 milhões foram usuárias ativas em fevereiro --o que significou uma diminuição de 3,3% em relação a janeiro e um crescimento de 12,7% na comparação com os 36,7 milhões de fevereiro de 2010.

CONTROVÉRSIA
Embora o crescimento do número de internautas seja favorável, a internet brasileira não está preparada para suportar as exigências atuais dos internautas, de acordo com um relatório divulgado pela Cisco no ano passado.
A pesquisa "A Qualidade da Internet", feita pela Universidade de Oxford (Reino Unido) e pela Universidade de Oviedo (Espanha) com apoio da Cisco, empresa que fabrica equipamentos que conectam os computadores à rede, revelou que embora o Brasil tenha feito avanços para aumentar o número de domicílios conectados, a qualidade das conexões está abaixo da média.

Hoje, para que um internauta navegue e realize suas tarefas (trocar e-mails, baixar arquivos, assistir a vídeos, entre outras), as velocidades médias precisam ser de 3,75 Mbps (megabits por segundo) para o download (quando se baixa arquivos ou se acessa um site qualquer) e de 1 Mbps para o upload (quando se envia algo, e-mail ou mensagem instantânea).

O tempo de resposta (entre dar o comando e perceber que ele foi obedecido) não pode ser superior a 95 milésimos de segundo, segundo a pesquisa.

Em Fortaleza, apontada como a cidade brasileira com a melhor qualidade de internet, a velocidade de download auferida foi de 4,3 Mbps, ante 570 Kbps (kilobits por segundo) de upload. O tempo de resposta ficou em 114 milésimos de segundo.

A pesquisa indica que, nos próximos cinco anos, os internautas estarão consumindo mais capacidade de rede porque assistirão a vídeos sob demanda e farão videoconferências, entre outras aplicações sofisticadas.

Por isso, os especialistas estimam que, até 2015, um domicílio estará consumindo 500 GBytes mensalmente, ante os atuais 20 GB.

Para dar conta dessa quantidade de dados trocados via internet, será preciso investir mais para que as redes ofereçam velocidades de download de 11,25 Mbps e de 5 Mbps de upload com uma resposta de 60 milésimos de segundo.

MUNDO

Só 38 cidades no mundo já estão preparadas para essa nova fase --nenhuma no Brasil. No total, foram monitorados domicílios em 239 cidades e 72 países.

A Coreia do Sul continua liderando a lista de países líderes em internet, seguida por Hong Kong e Japão. O Brasil ocupa a 38ª colocação. Esteve na 41ª, em 2009, e na 36ª, em 2008.

Fonte: Folha de São Paulo

20100915

Estudo do IBOPE Nielsen Online comprova reação em cadeia na web sobre o debate em torno das eleições

O debate em torno das eleições comprova que o poder de reação em cadeia das mídias sociais é uma realidade. Um estudo da ferramenta BuzzMetrics, que o IBOPE Nielsen Online trouxe ao mercado para diagnosticar a situação de uma determinada marca ou assunto nas redes sociais, joga luz sobre a mobilização de simpatizantes na internet e ratifica a rede como grande aliada para angariar apoio.

Por meio da ferramenta, a empresa verificou a evolução da participação do tema eleições no meio digital desde o início oficial da campanha eleitoral, dia 6 de julho. O assunto alcançou um pico de mensagens no Brasil em blogs, fóruns, grupos de discussão e no Twitter, no dia 18 de agosto, data do primeiro debate eleitoral online entre os candidatos a presidente.

O Buzzmetrics apontou ainda outros dois grandes picos de mensagens: um deles foi no dia seguinte ao primeiro debate realizado pela televisão aberta entre os candidatos a presidente, o outro ocorreu quando a candidata do Partido Verde, Marina Silva, foi entrevistada em um telejornal, cinco dias depois. Por meio da ferramenta ainda é possível verificar que no total de mensagens em torno do debate na web, a candidata Dilma Rousseff, do PT, aparece em primeiro lugar, seguida de José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).

Internet brasileira
Segundo o IBOPE Nielsen Online, cerca de 67,4 milhões de brasileiros acessam a rede mundial. O número leva em consideração os acessos feitos em domicílios, escolas, universidades, trabalho, locais públicos e lan houses, no período de janeiro a dezembro de 2009.

O acesso online também não é mais um recurso exclusivo das elites. A ascensão digital da classe C passa pelo processo de evolução econômica e cultural vivenciado por essa parcela da população brasileira.

Segundo a Internet Pop, realizada em novembro de 2009, 42% dos internautas brasileiros pertenciam à classe C, contra 48% das classes A/B e 10% da D/E. “Há dez anos, a participação da classe C, entre os usuários de internet, representava 21% e, há cinco anos, 31%, o que comprova a crescente popularização do meio internet”, avalia Fábia Juliaz CEO do IBOPE Nielsen Online e diretora executiva de negócios do IBOPE Media para a América Latina.

Atento a esses números, os principais partidos políticos do país apostam que as redes sociais serão peças-chave para conquistar votos. Pela primeira vez, a legislação brasileira permite a exploração das ferramentas online, consentindo doações pela internet e o uso de sites, blogs e redes sociais (como Orkut, Facebook e Twitter) ao longo da campanha, mesmo no dia da votação.

Sobre o Buzzmetrics
Atualmente, a cobertura na língua portuguesa do BuzzMetrics é de mais de 4,5 milhões de blogs, 70.000 fóruns e 50 milhões de comentários. Por meio de uma palavra-chave é possível identificar quantas vezes empresas, marcas, produtos, campanhas ou eventos foram citados em redes sociais, blogs, microblogs, fóruns, vídeos e conteúdo online de mídias tradicionais.

A ferramenta não só permite o entendimento das percepções dos consumidores online, como também seu poder de influência: quanto se fala, quem fala e quem escuta, como e onde se fala, do que se fala e o sentimento que prevalece em cada comentário.
Fonte: IBOPE

20100825

Redes sociais contribuíram para faturamento de R$ 335 mi em comércio virtual no Brasil

Um estudo feito pela consultoria e-Bit comprova que as redes sociais estão influenciando fortemente os consumidores brasileiros. Só no primeiro semestre deste ano, sites como o Orkut, Facebook e Twitter contribuíram para um faturamento de R$ 335 milhões em negócios virtuais.

As mulheres são mais influenciáveis pelas redes sociais: 55% disseram que realizam os pedidos após verem alguma indicação nos sites de relacionamento.

Um levantamento feito recentemente pelo Ibope aponta que o Brasil está entre um dos dez países com o maior número de internautas com cadastro em redes sociais. Dos 37 milhões de usuários ativos na internet por aqui, 87% possuem perfil em alguma rede.
Fonte: OLhar Digital

20100730

Número de internautas cresce 20% no país em um ano


Relatório do Ibope Nielsen também revela que o interesse pelos sites de esportes cresceu 21% em junho, em relação ao mês anterior.

O número de internautas no Brasil cresceu 20% entre junho de 2009 e junho deste ano, chegando a quase 40 milhões de usuários ativos em casa e no trabalho. Os números foram divulgados na tarde desta quinta (29/07) pelo Ibope Nielsen.

O destaque do relatório, referente ao mês de junho, foi o crescimento do interesse por sites esportivos – turbinado, obviamente, pela Copa do Mundo. No total, 59% dos internautas ativos no país, ou 23,5 milhões, visitaram páginas sobre o tema – evolução de 21% em relação ao mês anterior e de 54% na comparação com junho de 2009.

Em uma lista de 10 países em que a medição é feita, o Brasil foi o que demonstrou maior interesse pelos esportes no mês da Copa. Em segundo, veio a França, onde 51% dos internautas acessaram sites esportivos, seguido de Reino Unido (48%), Espanha (45%) e EUA, com 42%. 

Já o tempo de acesso por pessoa caiu. Considerando-se aplicativos (e-mail e Messenger, por exemplo), o internauta brasileiro passou 64h55 min online em junho, queda de 6% em relação a maio. Excetuando-se o aplicativos, foram 43h31 min (-7%).

Fonte: IDG Now

20100728

Brasil: 87% dos internautas usam redes sociais

Pesquisa do Ibope Inteligência mapeou o comportamento de internautas em 27 países; País é o décimo em número de usuários.


Os brasileiros realmente se renderam ao universo das redes sociais. De acordo com pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), 87% dos internautas do País acessam redes sociais (como Facebook, Orkut e Twitter) com frequência.

Considerando todas as nações avaliadas pelo estudo do Ibope Inteligência, o Brasil é o décimo país em número de usuários. A Índia lidera o ranking, uma vez que 100% de seus internautas garantem utilizar as redes. Na sequência aparecem, em ordem, Sérvia, Coreia do Sul, Rússia, Espanha, China, Turquia, Romênia e Itália.

Entre os brasileiros usuários de redes sociais, a grande maioria (83%) declarou ter feito perfis por vontade pessoal, enquanto que outros 33% afirma que entrarem nas comunidades virtuais por razões profissionais. Dentro dessas comunidades, 98% dos brasileiros navegam e lêem as suas mensagens com freqüência e 76% a utilizam também como canal de conversa com os amigos e atualizam constantemente o próprio perfil.

A pesquisa também avaliou alguns traços do uso de redes sociais nas regiões brasileiras. Nesse ponto, a região Nordeste aparece como o local brasileiro de maior uso das redes sociais, sendo que 90% dos internautas da região possuem perfil em alguma comunidade virtual. No Sudeste, o segundo colocado entre as regiões brasileiras, esse índice é de 85%. A pesquisa foi realizada com 28.944 pessoas de 27 países diferentes.  
Fonte: M&M Online

20100720

O eleitor volátil e a propaganda

Análise de resultados de uma série de três pesquisas mostra que mulheres e jovens tendem a oscilar mais ao manifestar sua intenção de voto

O Ibope Inteligência realizou e divulgou três pesquisas nacionais sobre a sucessão presidencial em um intervalo de menos de um mês. Constatamos um empate total entre os dois principais candidatos, Dilma Rousseff e José Serra, na primeira e na última pesquisa, enquanto a rodada do meio do período apontava vantagem estatisticamente significativa para a candidata do PT.

É conhecida a imagem usada pelos especialistas para descrever o significado dos resultados das pesquisas eleitorais, como "um retrato do momento". Por trás dessa metáfora do retrato existe um fenômeno muito real e importante conhecido na ciência política como "volatilidade" do voto ou do eleitor. A volatilidade é mais presente em períodos pré-campanha eleitoral, e, quanto maior ela for, maior a dificuldade para precisar os resultados finais de uma eleição.

A volatilidade, porém, não é homogeneamente distribuída em todo o eleitorado. Em cada sociedade, por conta de fatores culturais, históricos e políticos, alguns segmentos sociais apresentam um grau maior de volatilidade, ou seja, uma variabilidade acima da média nas intenções de voto. Além disso, o contexto de cada disputa eleitoral e até mesmo os diferentes momentos de uma campanha podem resultar em diferentes segmentos com maior volatilidade.

No Brasil, considerando as últimas eleições para presidente e para governador, temos observado sistematicamente uma volatilidade acima da média entre os eleitores mais jovens, que muitas vezes estão votando pela primeira vez. Ao mesmo tempo, as eleitoras brasileiras tendem a demorar mais para decidir o seu voto e, quando os homens já apresentam uma tendência mais estável, ainda observamos oscilações significativas entre as mulheres.

Essa maior volatilidade de jovens e mulheres pode ser confirmada nos resultados dessas três pesquisas recentes do Ibope Inteligência. Entre as mulheres a intenção de votar em Dilma cresceu de 33% para 37% entre a rodada do início de junho e a do meio do mês. Em seguida, a intenção de voto para Serra subiu 4 pontos porcentuais (de 37% para 41%) na rodada do final do mês, em detrimento de Dilma, cuja intenção de voto entre as eleitoras é hoje 3 pontos porcentuais inferior à registrada na pesquisa anterior. Já entre os homens, os porcentuais sofrem oscilações residuais.

O mesmo movimento é verificado entre os eleitores mais jovens, entre 16 e 24 anos, segmento no qual a intenção de voto de Dilma Rousseff subiu 6 pontos (de 34% para 40%) entre a pesquisa realizada no começo de junho e a do meio do mês e caiu 4 pontos (de 40% para 36%) entre esta e a última pesquisa. Ao mesmo tempo, aumentou em 7 pontos a intenção de voto de José Serra nesta parcela do eleitorado, atingindo 44% no final de junho.

Muitos fatores podem ter favorecido essas movimentações do eleitorado nesse período de praticamente 30 dias, mas a maior curiosidade refere-se ao impacto das propagandas partidárias veiculadas desde maio. Tivemos os programas e as inserções do PT na primeira quinzena de maio, depois a comunicação do DEM e por último o programa e as inserções do PSDB na segunda quinzena de junho.

Segundo estimativas do Ibope Mídia, a exposição do eleitorado brasileiro foi equivalente para a propaganda partidária do PT e do DEM e o alcance das inserções (comerciais ao longo da programação durante vários dias) foi quatro vezes maior do que o do programa (veiculado um dia só). Por outro lado, o alcance do programa eleitoral do PSDB foi cerca de 10% maior do que o do PT.

Em duas pesquisas perguntamos se "nas duas últimas semanas" o entrevistado tinha assistido/ouvido comerciais ou programas em que aparecia algum dos candidatos a presidente. O crescimento da exposição declarada às propagandas de José Serra entre início e final de junho foi significativamente maior entre mulheres, eleitores com nível superior, eleitores com renda familiar de até um salário mínimo, eleitores das regiões Norte/Centro-Oeste e Sudeste.

Desses cinco segmentos do eleitorado mais impactados pela propaganda do PSDB, três correspondem aos que identificamos como mais voláteis. Pode-se concluir, portanto, que, para as mulheres, eleitores com nível superior e eleitores do Sudeste, as propagandas partidárias provocaram movimentos relevantes, provavelmente potencializados pela volatilidade desses segmentos no contexto da disputa entre Dilma Rousseff e José Serra.
Fonte: Estadão

20100519

IBOPE Mídia e IBOPE Nielsen Online apresentam BuzzMetrics e VideoCensus, ferramentas de análise das redes sociais

Ambiente colaborativo das redes sociais faz marcas reverem a sua comunicação com o consumidor. Segundo o IBOPE Nielsen Online, 85,6% dos internautas brasileiros se conectaram a estas redes em março.

A relação das marcas com as redes sociais é uma preocupação cada vez maior dentro das corporações. De olho nessa nova realidade, na qual empresas dialogam diretamente com consumidores e vice-versa, o IBOPE Mídia e o IBOPE Nielsen Online trazem ao mercado duas ferramentas que ajudarão a diagnosticar a situação de uma marca nesse universo: BuzzMetrics e VideoCensus.

BuzzMetrics
Atualmente a cobertura na língua portuguesa do BuzzMetrics é de mais de 4,5 milhões de blogs, 70.000 fóruns e 50 milhões de comentários. Por meio de uma palavra-chave é possível identificar quantas vezes empresas, marcas, produtos, campanhas ou eventos foram citados em redes sociais, blogs, microblogs, fóruns, vídeos e conteúdo online de mídias tradicionais.

Não só consegue-se o entendimento das percepções dos consumidores online, mas seu poder de influência: quanto se fala, quem fala e quem escuta, como e onde se fala, do que se fala e o sentimento que prevalece em cada comentário.

“Existem diversas maneiras de uma empresa atuar nas redes sociais. Sem dúvida alguma estamos falando de uma fonte riquíssima de insights por meio de conteúdos gerados pelo próprio consumidor”, explica Lydia Worthington, vice-presidente de pesquisa do BuzzMetrics.

VideoCensus
O VideoCensus fornece uma ampla gama de análises sobre o desempenho dos vídeos e anúncios, focadas no comportamento do usuário, tais como: o tempo médio assistido pelos espectadores, quais os conteúdos mais acessados e o número de vezes que os vídeos são reproduzidos.

Através dessa ferramenta, sites e produtores de conteúdo podem entender melhor como seu conteúdo é acessado para que possam impulsionar o tráfego do site, maximizar o valor de seu inventário, acompanhar campanhas e mensurar resultados, além de proporcionar às agências e aos anunciantes informações para direcionarem seus investimentos, ao casar o anúncio certo com o conteúdo correto.

Um dos diferenciais do VídeoCensus é a atribuição de uma nota que mede a qualidade da experiência do espectador em relação ao vídeo e ao conteúdo publicitário, batizada em inglês de average attentiveness score.

A pontuação é gerada a partir da captura e análise de todos os eventos relacionados ao vídeo desde o momento em que o usuário começa a assistir a sua reprodução: tempo de execução do vídeo, número de execuções pelo mesmo espectador, se o vídeo está em foco e eventos de interação como aumentar o volume, maximizar a tela etc. Aquele que minimizou a janela, por exemplo, tem pontuação mais baixa do que quem a manteve aberta o tempo todo e, dessa forma, a ferramenta detecta os vídeos e as propagandas de maior interesse.

“Compreender o universo de redes sociais é fundamental para o mapeamento das oportunidades e estratégias de comunicação e marketing. A chave para o sucesso das empresas que utilizam a internet como ponto de contato com o seu consumidor é ter em mente que as redes sociais são um ambiente colaborativo, de conversa e não propaganda”, explica Cris Rother, diretora de negócios do IBOPE Nielsen Online.

Brasileiros nas redes sociais
No Brasil, o acesso online não é mais um recurso das elites; tornou-se essencial para a maioria da população. O Brasil é o país que apresentou o maior crescimento nos ú ;ltimos seis meses, quando tinha cerca de 35,5 milhões de usuários ativos em domicílios e trabalho. Hoje, com 37,9 milhões de usuário, o Brasil acumula crescimento de 7%. O alcance das redes sociais em março, segundo o NetView, foi de 85,6% dos internautas ativos no trabalho e residência. Essa é a maior penetração das redes sociais no mundo, bem acima da Itália, segunda colocada com 78,7% de alcance junto aos internautas. Apesar desse dado, são os italianos que ficam mais tempo conectados nas plataformas de redes sociais, com 7 horas e 10 minutos em média. O brasileiro ficou 5 horas e 2 minutos conectado numa rede social no mês de março.

Reação em cadeia
Dados do IBOPE Mídia indicam o poder de reação em cadeia das mídias sociais. Consumidores repercutem em redes sociais como Facebook e Twitter as impressões causadas pela vivência com um produto ou serviço, além de opiniões de assuntos variados. Há, contudo, empresas que se valem bem dessa mesma plataforma para levarem informações de interesse para o seu público.

Num levantamento recente com base na ferramenta Target Group Index, o IBOPE Mídia constatou que os usuários de redes sociais são pessoas mais comunicativas por natureza, que amplificam mensagens não somente nas próprias redes sociais, como também em seu dia-a-dia na vida offline.

Os dados apontam que, para os usuários de redes sociais, as roupas são os temas mais comentados dentro e fora da rede. De acordo com o levantamento, esse público pode amplificar o tema roupas em até 66% no número de contatos que tem. Em segundo lugar, o tema alimentos é amplificado por eles em 60% do número de contatos, independente do canal. Já os celulares são amplificados em 56%, seguidos por vida saudável, com 53%, bem como eletroeletrônicos e higiene pessoal, ambos com 47% de potencial de mais contatos.
Fonte: IBOPE