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20110202
#Humor: Como escolher seu video-game
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CAMPANHAS e IDEIAS Marketing Digital | Marketing Político | Comunicação
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20101124
A Rede Social (Social Network) - Trailer Legendado HD
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20101119
Gal Costa, a fazendeira do Facebook
Por Rodrigo Martins
Foto: Evelson de Freitas/AE
Gal está trabalhando no estábulo. Gal já alimentou sua criação de frangos. Gal achou um lindo búfalo. Gal está colhendo azeitonas. Gal está podando árvores, recebeu lavagem para porcos e acaba de ganhar um novo vizinho de cerca.
Gal Costa é fazendeira. Ela agora passa os dias fazendo trabalho braçal com animais e plantações. Só que no Facebook (sério, retirei todas essas tarefas rurais dos posts que ela fez). Em entrevista à revista Billboard deste mês, a cantora conta que gosta de jogar FarmVille. “Eu tenho fazenda, tenho café. As pessoas às vezes pedem para jogar e imediatamente tornam-se meus vizinhos.”
E o perfil dela é repleto de mensagens de “vizinhos” pecuaristas e hortifrutigranjeiros. Marcelo, por exemplo, tem um porquinho. Andando pela propriedade da Gal, o animal topou com a tartaruga (?!) da cantora. Ricardo deu uma passadinha para deixar combustível para máquinas agrícolas. Claudia levou lavagem para porcos. E Tina aproveitou a visitinha que fez à “cumadre” para regar a horta e avisar que já estava na hora de colher os vegetais.
Vista panorâmica da fazenda de Gal. Imagem: Reprodução
À Billboard, Gal se mostra bem antenada no mundo das redes sociais e da tecnologia em geral. Joga Xbox 360 com seu filho de 5 anos – “adoro e fico tão empolgada como ele” -, tem iPhone, iPad e vai ao YouTube quando quer curtir música. “(No YouTube), revejo minhas coisas, descubro coisas que nem lembrava mais… E vou procurar outros artistas que eu gosto mais. No Facebook também tem muita coisa bacana”, disse.
Além do Facebook, com 5 mil amigos, Gal também está no Twitter. Tem 32 mil seguidores e faz em média 10 tweets por dia. “Gosto de me comunicar com as pessoas, dar bom-dia, às vezes eu digo: ‘Ah, a minha comida, hoje vou comer salada’, eles adoram isso. Teve uma época em que eu falava todos os dias o que ia comer, agora eles já ficam cobrando. Uso para dar informação sobre meu trabalho, ‘vou cantar em tal lugar’… Coisas que eu acho que devo expor, da intimidade do artista.”
Fonte: Estadão
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20101117
Roteiros de cinema na Amazon
Site Amazon Studios vai premiar em US$ 3 milhões os melhores roteiros.
FOTO: REPRODUÇÃO
A Amazon.com está fazendo uma incursão à produção de cinema, com um site que permite aos aspirantes a cineasta enviar roteiros e filmes que podem terminar na telona.
A Amazon Studios, em parceria com a Warner Bros., do grupo Time Warner, anunciou na quarta-feira, 17, que oferecerá quase 3 milhões de dólares aos melhores roteiros e filmes piloto inscritos até 31 de dezembro de 2011. A companhia também planeja desenvolver os projetos como filmes comerciais de longa metragem.
Os filmes serão testados junto ao público para obter reações desde o início do processo. A Warner Bros. terá primeiro direito sobre todos os filmes, mas a Amazon poderá procurar outros estúdios caso a parceira rejeite projetos.
A Time Warner não comentou o assunto.
A Amazon, que vende grande variedade de produtos e oferece um serviço de filmes e programas de TV online em formato streaming, enfrenta intensa competição de rivais como a Netflix, que está tentando dominar o mercado de locação online de filmes.
Enquanto isso, a Apple TV, que oferece locações via Amazon, e o Google TV lutam para obter acesso a programas originais.
Em agosto, por exemplo, a Netflix fechou acordo exclusivo no valor de 1 bilhão de dólares com o canal de TV paga Epix, pelos direitos online aos filmes de três estúdios — Paramount, da Viacom; Metro-Goldwyn-Mayer Studios; e Lions Gate Entertainment, a proprietária do Epix.
A experiência da Amazon na venda de produtos físicos como livros e discos, apontou Colin Gillis, analista da BGC Partners, “não se repete na distribuição digital. Precisam começar a recuperar o terreno perdido. Oferecer conteúdo original é um caminho”.
Fonte: REUTERS / Estadão
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20100928
As lições que Nanny McPhee pode ensinar ao seu filho
Por Laura Lopes
“Nanny McPhee”, com “c” minúsculo e “p” maiúsculo. É assim que a babá com cara de bruxa se apresenta. Ela aparece quando as crianças precisam de seus poderes disciplinadores, mas afastam sua presença. E vai embora quando as crianças já estão devidamente educadas, mas anseiam por sua companhia. Ela está de volta aos cinemas em Nanny McPhee e as lições mágicas, que estreou na sexta-feira passada (19).
A babá, que num primeiro momento assusta, é carregada de significados. À medida que as crianças vão aprendendo suas lições, ela fica mais bela. Depois da lição 1: ela perde as verrugas; depois da 2, a “monocelha” se separa em duas sombrancelhas bem desenhadas… E assim vai. No fim do filme, ela está mais elegante e as crianças a adoram. Parece até aquele ditado “a quem ama o feio, bonito ele parece”. É mais prudente dizer que sua mágica é ensinar amor, generosidade, companheirismo e valores aos pequenos. Do ponto de vista das crianças (e dos adultos também), é mais fácil gostar de alguém quando todas essas lições foram aprendidas.
O roteiro de Nanny McPhee e as lições mágicas começou a ser criado quando o primeiro filme – o sucesso de bilheteria Nanny McPhee – A babá encantada, lançado em 2005 – estava em produção. Emma Thompson é a protagonista e também roteirista dos dois longas. O filme de estreia foi baseado nas histórias da Babá Matilda, personagem de três obras da escritora inglesa Christianna Brand, que imortalizou em livro os contos da babá sobrenatural que escutava quando menina. Já o segundo roteiro foi de livre inspiração de Emma, ainda que preservando o espírito original das histórias de Brand.
Agora, em vez de um viúvo cheio de filhos, McPhee vai ajudar Isabel Green (Maggie Gyllenhaal), que se vê sozinha com três filhos em uma fazenda no interior da Inglaterra depois que o marido (Ewan McGregor) viajou para lutar em uma guerra – que não é citada, mas tem todo o jeito de II GM. Ela recebe a visita de dois sobrinhos que vivem em Londres, Celia e Cyril Gray, arrogantes e mimados. Os pais das duas crianças, à beira de um divórcio, resolvem afastá-los do convívio familiar. São cinco crianças de mundos completamente diferentes (fazenda versus cidade), com valores diversos (natureza versus luxo) e que não param de brigar. Sra. Green já não sabe mais o que fazer quando recebe um aviso insólito. Deve chamar pela babá McPhee. Além de leitõezinhos que praticam nado sincronizado e uma moto que voa, a babá irá surpreender as crianças com seus ensinamentos. Seu filho já sabe todas elas?
1. Parar de brigar
2. Saber compartilhar
3. Trabalhar em equipe
4. Ser corajoso
5. Ter fé
Além do óbvio caminho moral, o filme tem humor – grande parte dele envolvendo os veteranos Maggie Smith (que já ganhou Oscar de atriz coadjuvante e atriz e é presença fixa na série Harry Potter), como a Sra. Docherty, e Sam kelly, como seu marido.
Fonte: Revista Época
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Quem são os piadistas do Twitter
@MussumAlive
59.541 seguidores
Bio O inspetor paulistano Leandro Santos lançou o fake do trapalhão Mussum, com “is” ao fim das palavras
MELHORES TWEETS
- A Cachaça é o cupido engarrafds!
- Procurei no Google: “Acordar Cedo” e o botão “Estou com Sorte” sumiuzis!
- Vocês conhecem a Cerveja de Rato? A MouseBeerzis!
@Cleycianne
26.905 seguidores
Bio O funcionário público Thiago Henrique Ferreira é o homem por trás da evangélica que escorrega na religião, mas não na irreverência
MELHORES TWEETS
- Depois que eu me converti, até os meu gases ficaram mais cheirosos!! É que a podridão saiu de minha alma!! #Gloria3xGloria
- Bom dia!!! Dia ensolarado, ótimo dia para você mulher de bem lavar um ungido tanque de roupa!! #gloria3xgloria
- Ontem as irmãs da Igreja ficaram passadas em Cristo quando eu disse que Jesus em inglês é Jesus mesmo! Adoro passar conhecimento!
@TioDino
19.577 seguidores
Bio O publicitário catarinense mistura humor e notícias
MElHORES TWEETS
- Tenho alguns amigos imaginários. Quando imagino que posso
contar com eles, me ferro
- Você reclama que não teve uma infância feliz. Mas pelo menos não foi batizado pela Baby Consuelo
- A vida sorriu pra mim. E não tinha os dois dentes da frente
Por Martha Mendonça.
59.541 seguidores
Bio O inspetor paulistano Leandro Santos lançou o fake do trapalhão Mussum, com “is” ao fim das palavras
MELHORES TWEETS
- A Cachaça é o cupido engarrafds!
- Procurei no Google: “Acordar Cedo” e o botão “Estou com Sorte” sumiuzis!
- Vocês conhecem a Cerveja de Rato? A MouseBeerzis!
O paulistano Leandro Santos, de 27 anos, sempre gostou de humor, mas nunca foi o palhaço da turma. No ano passado abriu uma conta no Twitter. Queria contar casos presenciados nos “bares da vida”, segundo sua definição. Como não quis se identificar – nem os amigos –, optou por criar um personagem. “Percebi que Mussum era perfeito”, diz. Assumindo as características do comediante dos Trapalhões (1941-1994), suas frases sempre terminavam com o tradicional “is”. Cachacis, cervejis, amiguis. Muitos amiguis, aliás – hoje, o falso Mussum já tem 57 mil seguidores. Bem menos que o de humoristas famosos como Danilo Gentili, do CQC (671 mil), ou Bruno Mazzeo (226 mil), mas bastante para gente desconhecida.
O humor que nasce no Twitter, sem apoio de outros meios de comunicação, veio para ficar. É feito por gente comum, que aproveitou o espaço da internet e a agilidade do microblog para ganhar visibilidade. Leandro, do @MussumAlive, trabalha na cidade de São Paulo como inspetor de segurança veicular e estuda engenharia de produção. E há outros como ele. Disputam a atenção de uma audiência de quase 10 milhões de pessoas no Brasil, um público predominantemente jovem, entre 18 e 24 anos, que se acostumou a rir com o humor rápido e visceral do Twitter. Em 140 toques não há espaço para construir uma piada convencional. Cabe apenas uma ideia e uma formulação feliz. Quando essa combinação dá certo, é muito bom.
@Cleycianne
26.905 seguidores
Bio O funcionário público Thiago Henrique Ferreira é o homem por trás da evangélica que escorrega na religião, mas não na irreverência
MELHORES TWEETS
- Depois que eu me converti, até os meu gases ficaram mais cheirosos!! É que a podridão saiu de minha alma!! #Gloria3xGloria
- Bom dia!!! Dia ensolarado, ótimo dia para você mulher de bem lavar um ungido tanque de roupa!! #gloria3xgloria
- Ontem as irmãs da Igreja ficaram passadas em Cristo quando eu disse que Jesus em inglês é Jesus mesmo! Adoro passar conhecimento!
O publicitário catarinense Dino Cantelli, de 25 anos, chegou a ter uma coluna de humor num jornal do interior. Até que conheceu o Twitter e criou o @TioDino. Colocou um avatar de Abraham Lincoln e saiu escrevendo o que lhe viesse à cabeça, com o deboche e o azedume que marcam seu estilo até hoje. A inspiração? Tudo. A vida, a política, celebridades – e os próprios tuiteiros. História parecida tem o assistente administrativo carioca Leonardo Lanna, de 31 anos. Fã de programas de humor do mundo inteiro, ele entrou no Twitter no ano passado com um amigo para fazer microcontos de 140 caracteres. Aos poucos, porém, as observações ácidas sobre o cotidiano tomaram conta de seu espaço. Hoje, o @microcontoscos já tem 20 mil seguidores, entre eles alguns nomes da nova geração do humor, como o redator Fábio Porchat e o ator Gregório Duvivier. “Até então eu desconhecia meu potencial para fazer graça”, afirma. Como Lanna e Cantelli, o funcionário público paulistano Thiago Henrique Ferreira, de 26 anos, entrou no Twitter sem grandes ambições. Para “espantar o tédio”, inventou a personagem @Cleycianne, uma evangélica fervorosa que comenta seu dia a dia e a vida das celebridades. Tudo é inspiração para Cleycianne. “Desde o óbvio, como a programação evangélica da TV, até conversas que escuto diariamente no ônibus”, diz.
Tuiteiro assíduo, com 168 mil seguidores, o casseta Hélio de La Peña se diz fã do humor que nasce no microblog. “É uma vitrine para talentos que, em outra época, você nem perceberia”, afirma. Na lista de humor de sua conta, convivem os consagrados e os novatos, sem hierarquia. Outro famoso do mundo do humor, o redator e ator carioca Marcius Melhem (128 mil seguidores) elogia a liberdade de fazer graça no microblog. “Esse humor experimental, sem patrão, é genial”, afirma. “Resisti muito antes de entrar no Twitter. Muito de minha decisão de participar veio desse clima de experimentação e troca”, diz. O fenômeno do humor no Twitter é parecido com o dos blogs, que revelou nomes como Kibeloco e Mr. Manson, do Cocadaboa. Mas é mais ágil e diversificado, reflexo da natureza dessa nova rede social.
@TioDino
19.577 seguidores
Bio O publicitário catarinense mistura humor e notícias
MElHORES TWEETS
- Tenho alguns amigos imaginários. Quando imagino que posso
contar com eles, me ferro
- Você reclama que não teve uma infância feliz. Mas pelo menos não foi batizado pela Baby Consuelo
- A vida sorriu pra mim. E não tinha os dois dentes da frente
Nem todos os humoristas que nasceram no Twitter querem se identificar. Pelo menos por enquanto. Alguns temem a reação de seus chefes e colegas – já que têm empregos “sérios”. Outros acham que a graça está no mistério. O dono do Twitter @NairBello não conta seu nome nem de onde é. E ainda responde aos e-mails como uma confusa e simpática “nonna”, inspirada na comediante que morreu em 2007. “Oi, Bella, depois eu respondo que agora está na hora da novela do Manoel Carlos. Ma che!”, diz.
Levando em conta que ainda é de manhã e que Viver a vida já havia terminado, pode-se perceber que ela (ou ele) não tem hora para fazer piadas. Não à toa tem 46 mil seguidores. Outro que protege sua identidade secreta é @OCriador, o maior dos “tuiteiros-de-raiz” – como eles próprios se batizaram. São 278 mil pessoas que acompanharam diariamente os conselhos e pitos que descem diretamente do Céu. Desconfiado, “o Pai” mandou sua fotografia para a revista – sem que seu rosto aparecesse. Conta que é alagoano, solteiro e tem 24 anos. “Muitos conhecidos meus desconfiam que eu sou O Criador. Mas eu nego até a morte!”, afirma.
O sucesso já levou alguns para fora das fronteiras do Twitter. Thiago Ferreira negocia levar Cleycianne, a “serva do Senhor no mundo da internet”, para a televisão. O Criador já tem um quadro na Rádio Mix, no qual suas frases são interpretadas com voz grave. Um dos maiores exemplos dessa migração de mídias é o publicitário Bruno Rocha. Brasiliense, ele criou o Twitter @HugoGloss, um personagem que ironiza o mundo das celebridades. Apesar das críticas, caiu no gosto de gente famosa e foi convidado por Luciano Huck para ser redator do Caldeirão. “O Twitter me abriu portas, mas é preciso saber por qual delas você pode entrar”, afirma. “Brilhar em 140 caracteres não significa que você fará bem qualquer coisa.” Um raro momento de seriedade.
@OCriador
279.638 seguidores
Bio Formado em Direito, o alagoano assume a voz de Deus e dá conselhos e pitos a seus “filhos”
MELHORES TWEETS
- Newton, diferentemente de Adão, entendeu Meu recado sobre a gravidade da maçã
- A frase “encontrei Jesus” foi dita pela primeira vez por uma criança em Nazaré, durante uma brincadeira de pique-esconde
- Se Moisés houvesse ouvido sua esposa e parado para pedir informação, não teria vagado 40 anos perdido pelo deserto.
Por Martha Mendonça.
Fonte: Revista Época
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20100922
Ashton Kutcher: o Twitter já era suficiente
Por Danilo Venticinque
A história é digna de Hollywood: um jovem boa-pinta é recrutado por olheiros e larga a faculdade para trabalhar como modelo. Descoberto pelos grandes estúdios, atua em algumas comédias românticas e se casa com uma das atrizes mais desejadas do planeta. De quebra, seus comentários bem-humorados sobre o cotidiano viram hit e ele se torna uma das maiores celebridades da internet mundial, com mais de 5 milhões de seguidores no Twitter. O roteiro seria perfeito, se não fosse por um detalhe: Ashton Kutcher decidiu continuar a fazer filmes.
A história é digna de Hollywood: um jovem boa-pinta é recrutado por olheiros e larga a faculdade para trabalhar como modelo. Descoberto pelos grandes estúdios, atua em algumas comédias românticas e se casa com uma das atrizes mais desejadas do planeta. De quebra, seus comentários bem-humorados sobre o cotidiano viram hit e ele se torna uma das maiores celebridades da internet mundial, com mais de 5 milhões de seguidores no Twitter. O roteiro seria perfeito, se não fosse por um detalhe: Ashton Kutcher decidiu continuar a fazer filmes.
Par perfeito, que estreia no Brasil nesta semana, é a mais nova empreitada cinematográfica do ator, e um de seus maiores fracassos. Lançado em junho nos Estados Unidos, arrecadou apenas US$ 47 milhões no país, embora tenha custado mais de US$ 75 milhões, de acordo com os produtores. Como costuma ocorrer em casos como esse, as vendas de ingressos no mercado internacional diminuíram o prejuízo e devem levar a um lucro de cerca de US$ 10 milhões. É melhor do que o desastre anunciado há dois meses, mas uma ninharia para os padrões de Hollywood.
É difícil não culpar Kutcher pelo mau desempenho do filme. Em Par perfeito, ele interpreta Spencer, um agente secreto responsável por eliminar inimigos do governo. No meio de uma de suas missões, apaixona-se pela bela Jen (Katherine Heigl) e decide trocar a vida de matador pela rotina de homem casado. O plano funciona bem por alguns anos, até que seu ex-chefe volta à cena e põe em risco a vida e o casamento de Spencer. Nas mãos de outro ator, a mistura de romance, comédia e ação poderia render momentos impagáveis. A interpretação de Kutcher, porém, não convence em nenhum dos gêneros – e piora quando os três se misturam. Não importa se o personagem está explodindo um helicóptero, fugindo de seus vizinhos, flertando embaixo da mesa ou andando de sunga no elevador do hotel: a julgar pelas inalteradas expressões faciais do ator, não há nenhuma diferença entre todas essas situações. Com tanto charme, não há público que resista.
Para quem ainda acha que as mensagens curtas do Twitter são insuficientes para a comunicação, Ashton Kutcher é a refutação definitiva: o ator consegue ser mais expressivo em 140 caracteres de texto do que em 93 minutos de filme. Se você quiser se divertir com Kutcher, siga o perfil @aplusk no Twitter – e fique longe dos cinemas.
Fonte: Revista Época
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20100913
Tome cuidado com o "maltweetment"
Falar mal do chefe é um dos passatempos preferidos do mundo corporativo. Pouco importa se o sujeito é boa praça ou se é encarnação de Mr. Burns, o detestável manda-chuva da série “Os Simpsons”: cedo ou tarde, quem tem a responsabilidade de liderar equipes tende a se tornar alvo das línguas mais afiadas da companhia. A novidade é que, com a popularidade das redes sociais, o alcance da rádio-corredor está se tornando cada vez maior. Hoje, as fofocas e maledicências do trabalho não ficam mais restritas aos corredores da empresa. Elas se estendem para a internet e ganham visibilidade em comunidades virtuais do Orkut, nas redes de amigos no Twitter e do Facebook e até em blogs especializados em malhar chefes – que espalham as informações na velocidade de um clique.
Um dos canais mais utilizados é o Twitter. Hoje, é comum ver pessoas postando microdesabafos – o máximo são 140 caracteres – sobre más condições de trabalho ou situações desagradáveis envolvendo o chefe. A maioria dos posts, claro, são polidos e se resumem a reclamações genéricas ou anônimas: um pedido de folga negado, uma descompostura em um colega, uma tarde com trabalho demais a ser feito etc. Mas alguns usuários vão mais longe e colocam a imagem de suas empresas em xeque.
AMANHÃ monitorou o Twitter durante o mês de junho, em plena Copa do Mundo, e pinçou algumas pérolas nas vésperas dos jogos do Brasil – quando muitos funcionários tentavam encontrar uma maneira de tirar folga. “Quero uma vuvuzela para assoprar na orelha do meu chefe”; “Aguentar meu chefe amanhã, ter de ver aquela careca dele...”; “Receber um e-mail do chefe com trocentas coisas a serem feitas em pleno Brasil x Chile: curto muito”; “Quarta-feira é o dia preferido do meu chefe: ele já teve dois dias pra me f**** e sabe que ainda tem mais dois pela frente”. Foram apenas alguns exemplos colhidos e, evidentemente, todos eles são de pessoas que têm nome e fotos visíveis no Twitter.
Um caso que ficou famoso foi de uma jovem britânica que se identificava somente como Lindsay. No final do ano passado, em um acesso de fúria virtual, ela postou para seus seguidores no Facebook uma mensagem aterradora: “Oh, meu Deus, eu odeio meu emprego! Meu chefe é um pervertido que passa o tempo todo me mandando fazer m**** só para encher o saco”. O detalhe é que entre as centenas de internautas que leram o desabafo estava o próprio chefe de Lindsay, de nome Brian. Conforme o jornal London Evening Standard, que deu ampla repercussão ao assunto, Lindsay acabou sendo demitida por Brian pelo próprio sistema de mensagens do Facebook, minutos depois.
O Twitter e o Facebook são os espaços mais visíveis do “maltweetment” – como vem sendo chamado o ato de maltratar chefes, colegas de trabalho e até mesmo empresas por meio de tweets em redes sociais. Mas há outros canais que proporcionam o “serviço” com mais requinte. O portal Bossrater.com, por exemplo, permite que o internauta avalie o próprio chefe em 50 atributos diferentes, desde o respeito com que trata a equipe até a capacidade de “tornar o trabalho divertido”. A avaliação é anônima e os nomes avaliados são mantidos em sigilo. Mas as notas podem ser enviadas a cada chefe através do próprio site, sem revelar quem atribuiu as notas – o que, em tese, cumpre o objetivo de ajudar os internautas a dar um feedback qualificado aos seus líderes.
Já o portal Ebosswatch.com vai mais longe: mantém um ranking aberto com os 25 piores chefes dos Estados Unidos, todos eles devidamente eleitos por voto popular. Tal como no Bossrater.com, as avaliações são permitidas. A diferença é que os resultados ficam à disposição para todo mundo ver, com nome e sobrenome dos chefes ranqueados, bem como a empresa em que eles trabalham. Até agora, só têm aparecido na lista personagens envolvidos em acusações de assédio sexual. Mesmo companhias reconhecidas por proporcionar bons ambientes de trabalho, como a Basf e o banco HSBC, acabam aparecendo de lambuja nesse ranking indesejável.
Posts inofensivos
Mas, afinal, o que está por trás do “maltweetment”? O que leva as pessoas a utilizar as redes sociais como válvula de escape para as frustrações cotidianas do trabalho? As respostas começam por uma constatação básica a respeito das redes sociais virtuais: para muitos, elas são meras extensões das redes convencionais – que já existiam muito tempo antes de haver internet. “Falar mal do chefe em uma rede social equivale a fazê-lo em um papo de cafezinho. É um comportamento bem conhecido nas empresas. Não há nada de novo aí”, sustenta a consultora Simoni Missel, sócia diretora da Missel Capacitação Empresarial, especializada em gestão de pessoas.
O problema, nesses casos, é que um desabafo virtual não fica restrito à roda de amigos. Ele fica registrado na rede e ao alcance de todos – clientes, fornecedores, acionistas e, é claro, o próprio chefe. Uma pesquisa feita pelo site britânico MyJobGroup, especializado em recolocação profissional, mostra que 70% dos profissionais sequer cogita a possibilidade de ter suas mensagens virtuais monitoradas pelo chefe ou por qualquer outra pessoa da empresa em que trabalham. Para 40% deles, falar sobre o trabalho no Twitter ou em qualquer outra comunidade virtual é uma atitude simplesmente “inofensiva”. Publicado no final de maio, o estudo avaliou as opiniões de mil funcionários do Reino Unido e chegou a uma conclusão interessante: um em cada quatro entrevistados se sentia absolutamente seguro para criticar o chefe na internet.
No Brasil, ainda não há pesquisas muito abrangentes sobre o assunto. Mas os especialistas garantem que o quadro não deve ser muito diferente daquele encontrado em outras partes do mundo. “O brasileiro, de um modo geral, utiliza bastante as redes sociais para aumentar suas conexões, mas muitas vezes o faz com pouca preocupação em relação à privacidade”, atesta Raquel Recuero, doutora em Comunicação e pesquisadora na área de redes sociais da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).
A profusão de brasileiros na rede, aliás, faz com que alguns casos de “maltweetment” passem despercebidos. Recentemente, o consultor de recursos humanos Álvaro Mello, sócio da Carvalho & Mello, de São Paulo, acompanhou a história de um funcionário que falava mal do chefe no Twitter. Ao descobrir o problema, o chefe adotou uma solução pitoresca: em vez de chamar o funcionário para esclarecer as coisas, decidiu acompanhá-lo anonimamente na rede. “Mas o twitteiro descobriu que estava sendo seguido e então criou outro perfil para despistar. Que eu saiba, não aconteceu nada de grave com ele”, conta Álvaro, que prefere não revelar os nomes envolvidos.
Um dos fatores que motivam o falatório virtual é a falta de um ambiente propício ao diálogo. Companhias fechadas, com códigos de conduta opressores demais, sem espaço para o feedback e para o bom relacionamento entre chefes e subordinados, tendem a ser as primeiras vítimas do “maltweetment”. “Pode ser um alerta de que algo está errado na empresa. Cabe ao líder da área ouvir o que o funcionário tem a dizer. Mas não adianta somente ouvir e não tomar medidas práticas para resolver o problema apresentado”, alerta Ruy Shiozawa, presidente do capítulo brasileiro do Great Place To Work (GPTW), consultoria responsável pelos rankings das melhores empresas para se trabalhar.
A necessidade de falar (e ser ouvido) é característica padrão dos executivos mais jovens, nascidos no início dos anos 80 e que, hoje, começam a bater às portas das grandes empresas. Também conhecidos como Geração Y, eles rejeitam as velhas relações hierárquicas e a lei do “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. O que vale, para eles, é o poder do diálogo, que tem de ser aberto, franco e, de preferência, informal.
Quando a empresa é incapaz de proporcionar esse tipo de interação, crescem as chances de eles buscarem apoio nas redes de amigos das comunidades virtuais – não necessariamente com mensagens elogiosas. “Antigamente, um funcionário insatisfeito, que não recebia atenção, só tinha a opção de ficar incomodado – até o momento em que acabava indo embora. Hoje é diferente: quando necessário, ele busca outros canais para extravasar a insatisfação”, explica Simoni Missel.
Paredão virtual
Há vezes, porém, em que um ambiente aberto e comunicativo é incapaz de conter o “maltweetment”. Um caso emblemático é o do HSBC, reconhecido pela excelência nos processos de comunicação interna. A rede de intranet do banco é mais do que um mero banco de dados. É uma verdadeira central de relacionamento onde todos os funcionários encontram notícias atualizadas, comunicados internos, sistemas de treinamento e até programas de TV. A empresa estima que 97% dos seus funcionários – o equivalente a mais de 23 mil pessoas só no Brasil – utilizam a intranet diariamente. Isso sem contar o “Blog do Presidente”, um diário virtual em que Conrado Engel, principal líder do banco no Brasil, compartilha visões e abre espaço para o diálogo informal com todos os funcionários. Mesmo com esses procedimentos, que se repetem no mundo todo, o HSBC teve três executivos dos Estados Unidos colocados no paredão do Ebosswatch.com.
O HSBC não impõe restrições ao diálogo interno. Cada funcionário tem liberdade para falar o que bem entende – inclusive formular críticas – para seus superiores imediatos. Os executivos americanos do banco foram citados pelos internautas devido a problemas pessoais de conduta que não tinham relação com o sistema de gestão. “Talvez tenhamos pecado ao não ter uma política para redes sociais. Mas mostramos aos funcionários que estamos dispostos a melhorar o que não estiver bom aqui dentro”, aponta Juliana Marques, superintendente de comunicação interna do HSBC. Ela explica que a instituição ainda busca diretrizes mais claras sobre o uso interno de redes sociais – que, em alguns departamentos, é proibido.
Em fevereiro deste ano, a Basf lançou um “manual de diretrizes de mídia social on-line”. Gislaine Rossetti, diretora de comunicação para a América do Sul, garante que a iniciativa não tem nada a ver com o fato de a empresa ter sido citada no Ebosswatch.com. “Esse assunto sequer teve repercussão aqui dentro”, diz. De qualquer forma, Gislaine acredita que é necessário orientar os funcionários na forma de lidar com as redes sociais – e o manual foi criado justamente com esse objetivo.
Até porque algumas dessas redes podem ser úteis para quem trabalha com vendas e outras atividades que demandam agilidade no contato com um grande número de pessoas. “Os funcionários têm opiniões próprias e nós temos de respeitá-las. Mas acredito que é bom ter um direcionador, até para que tenhamos um código de conduta. É preciso ficar claro que, quando estão na internet, eles são porta-vozes da nossa empresa”, sustenta Gislaine.
Repercussão real
Não se sabe, ainda, como as empresas vão reagir ao “maltweetment”. Para muitas, o fenômenos das redes sociais em si ainda é um mistério – tal como mostrava AMANHÃ na reportagem “Perdidas no Ciberespaço”, que foi capa da edição 262 (março/2010). Outras ainda esbarram em uma dificuldade tipicamente brasileira: a de dar e receber feedbacks internos. Aqui, os traços culturais básicos do Brasil, como a descontração, o bom humor e a sociabilidade, não ajudam em nada. Ao contrário: atrapalham. Em linhas gerais, dizem os especialistas, o brasileiro se apega demais aos laços de amizade no local de trabalho – e, por isso, evita comentários mais contundentes sobre seus pares. Portanto receber uma crítica é mais do que uma tarefa indigesta: muitas vezes, é algo que suscita sentimentos de deslealdade e traição. “A qualidade e a quantidade de feedbacks nas empresas brasileiras são muito baixas. Existe, ainda, uma grande margem de intolerância”, atesta o consultor Álvaro Mello.
Se quiserem se manter livres dos detratores virtuais, porém, as companhias brasileiras terão de solucionar esse tipo de problema. A receita é estimular os funcionários a abrir o coração para que suas frustrações apareçam – e sejam tratadas – dentro dos domínios da empresa, e não nos trendtopics do Twitter. Outra medida que também ajuda é estabelecer regras claras de conduta.
“É preciso mostrar que a reputação do funcionário está diretamente ligada à reputação da empresa”, argumenta Andrea Huggard-Caine, membro do comitê de criação do Congresso Nacional de Gestão de Pessoas (Conarh), evento que é realizado anualmente pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). Andrea ressalta que essas regras têm de ser comunicadas e reforçadas sistematicamente. Sempre com o objetivo de estabelecer um senso de justiça. Se um funcionário prega mentiras ou difunde acusações levianas à empresa ou ao chefe, tem de ser exemplarmente punido. Mas se a crítica é procedente e revela oportunidades de melhoria, vale a pena ser considerada. “O gestor tem de analisar a situação de seus funcionários pelos olhos deles”, destaca Andrea.
A pressão do “maltweetment” serve de estímulo para que as empresas se aprimorem na gestão dos feedbacks, o que também atende a uma reivindicação inerente da Geração Y. Para Andrea, os executivos mais jovens não se satisfazem mais com as velhas pesquisas de clima e nem com as possibilidades abertas pelos sistemas de avaliação 360º. As respostas têm de ser imediatas. “É como se eles quisessem um ‘backtwitter’, uma resposta rápida e imediata para suas frustrações”, compara ela. Para Ruy Shiozawa, do Great Place To Work, as grandes empresas já se deram conta de que é preciso diminuir a distância entre os períodos de pesquisa de clima. Muitos bancos, diz ele, já não fazem mais pesquisas de clima bianuais, como manda a cartilha. “Hoje, alguns preferem fazer avaliações menos espaçadas, de ano em ano e até com acompanhamento trimestral”, garante.
“Bemtweetment”
Para as empresas que já cumprem todos os requisitos do diálogo interno, a dica é explorar o caminho da cumplicidade. Isto é: utilizar a boa relação entre chefes e subordinados para que a exposição da empresa nas redes sociais aconteça de forma positiva. Pelo menos é essa a receita adotada pela Serasa Experian, empresa especializada em análise de crédito. O RH da companhia – que é conhecido como “Departamento de Desenvolvimento Humano” – não restringe o acesso a redes sociais. Ao contrário: estimula os funcionários a explorá-las de forma positiva e segura. Uma das ênfases está em zelar pela privacidade. A Serasa recomenda que os empregados não exponham na internet o nome da escola dos filhos, por exemplo, e que mantenham em sigilo qualquer pista sobre o lugar em que moram, o trajeto que costumam fazer até a empresa etc. Para reforçar a mensagem, a companhia busca referências de posturas inadequadas no YouTube.
“Mostramos que um post, por exemplo, pode prejudicar a imagem do funcionário no mercado e, por isso, defendemos que ele se preserve de possíveis danos”, conta Marília Lomonaco, coordenadora de desenvolvimento humano da Serasa Experian. Também em fevereiro, a Serasa lançou seu manual de instruções para a utilização de redes sociais – chamado internamente de “Política de Orientação ao Ser Serasa Experian nas Redes Sociais”. O livro foi feito em conjunto com as equipes de marketing, TI e segurança da empresa.
A interação não se dá somente na internet. A política de comunicação da Serasa também contempla a premissa de que o líder deve ser o ponto de partida do processo e que todas as informações sejam devidamente comunicadas aos funcionários – mais de 3 mil, no total. Ao assumir a presidência da empresa, em janeiro, Ricardo Loureiro colocou em sua agenda encontros com os gerentes do Brasil e da América Latina.
Durante cinco meses, cerca de 300 executivos se encontraram com ele, alternadamente, em diversas ocasiões – cafés da manhã, almoços, reuniões informais etc. Hoje, Loureiro mantém encontros mensais com cerca de 50 executivos para discutir temas estratégicos que depois são repassados para todos os funcionários. “Nosso propósito é fazer uma comunicação colaborativa, ágil, consistente e transparente. Tudo bem ao estilo da Geração Y”, conta Marília.
“A relação construtiva faz com que o funcionário se comprometa em não malhar seu chefe abertamente. Ele terá uma atitude mais séria, com certeza”, aposta a diretora executiva da consultoria Human Capital, Selma Paschini. Com o devido cuidado, é possível converter o fenômeno em “bemtweetment” – e evitar que os chefes da empresa fiquem com fama de Mr. Burns.
A CARTILHA DO "BEMTWEETMENT"
O que os especialistas recomendam para evitar desgastes nas redes sociais
O que os funcionários devem fazer:
Mesmo que expresse opiniões meramente pessoais, tenha em mente que você representa a empresa na qual trabalha.
Se não tiver certeza de uma informação, solicite orientação superior.
Certifique-se de que a informação é pública e pode ser noticiada.
Seja honesto e transparente no conteúdo que publica.
Escreva apenas sobre o que você realmente sabe.
Associe-se a posicionamentos oficiais da empresa até mesmo indicando links.
Seja cuidadoso ao fornecer informações sobre sua vida pessoal e profissional.
O que os funcionários não devem fazer:
Violar direitos autorais.
Divulgar informações confidenciais.
Comentar assuntos ou rumores de alçada do departamento jurídico.
Falar a respeito de assuntos financeiros, preços e previsões.
Escrever sobre a empresa de forma anônima.
Confiar em termos de responsabilidade – eles não evitam problemas jurídicos.
O que as empresas devem fazer:
Ter uma política clara de comunicação.
Oferecer manuais de conduta em redes sociais.
Manter um clima sempre aberto ao diálogo e às críticas.
Usar as redes sociais de forma positiva – inclusive para os funcionários.
Responsabilizar funcionários que mentirem ou expuserem a marca a constrangimentos.
Diminuir o intervalo das aplicações dos sistemas internos de avaliação.
AS PESQUISAS DE CLIMA FICARAM MAIS VELOZES
As redes sociais não servem apenas como válvula de escape para os maus ambientes de trabalho. Elas também podem ser utilizadas para aprimorar o clima organizacional – com mais agilidade e rapidez que qualquer outro tipo de ferramenta. Essa é a proposta de uma nova ferramenta que o Great Place to Work (GPTW) está desenvolvendo. Responsável por elaborar os famosos rankings das melhores empresas para se trabalhar, a empresa pretende lançar a solução em até um ano. A pesquisa não será tão detalhista quanto as tradicionais avaliações 360º, por exemplo. Mas Ruy Shiozawa, presidente do GPTW no Brasil, garante que a menor profundidade será compensada pela velocidade com que os resultados serão gerados. “Hoje, todos na empresa têm pressa em obter as avaliações. Ninguém quer esperar um longo período para ler os relatórios”, conta.
Usar redes sociais para avaliar funcionários não chega a ser uma revolução. A própria GPTW já usou a intranet de uma empresa para fazer pesquisas sobre determinados assuntos. Obviamente, a maior velocidade das respostas sobre o clima organizacional permitirá que as empresas tenham maior agilidade para tomar decisões e solucionar possíveis problemas internos.
Fonte: Amanhã
Fonte: Amanhã
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20100805
Novos Tempos
Heródoto Barbeiro
As eleições deste ano podem ser um divisor de águas na construção da democracia brasileira com uma participação maior da cidadania e a diminuição dos antigos vícios que enriquecem e felicitam alguns e infelicitam e empobrecem muitos. A sociedade está mais atenta, participativa e formando opinião em quem escolher para gerir os diversos níveis do Estado. Não deve estar fácil pedir votos seja para que cargo for. As pessoas estão mais aparelhadas para contestar, perguntar, debater, e decidir se apóiam ou não um candidato. Ninguém está com pressa de decidir, aprenderam no passado que essa correria só favorece os que desenvolveram técnicas, geralmente não éticas, para se perpetuar no poder. Há candidatos que fogem de determinados temas como o gato escaldado de água fria, não quer se comprometer porque sabe que para agradar uns é preciso desagradar outros e essas raposas querem os votos de todo o galinheiro. Assim, respondem com uma generalidade estonteante a perguntas como aborto, pena de morte, fim do bolsa família, casamento gay, criação de novos estados no Brasil, política externa, privatização, aparelhamento da máquina estatal com cabos eleitorais, combate ao desmatamento e outros temas chamados de sensíveis. Para isso treinam e treinam com suas assessorias respostas para qualquer pergunta que possa ser embaraçosa. Todos os dias, antes de fazer a peregrinação se exercitam na arte de falar o óbvio ululante e não se posicionar claramente diante dos desafios nacionais. Por que não se comprometem pelo a submeter esses temas polêmicos a uma consulta popular como o plebiscito ou o referendo? Podem desagradar a bancada religiosa, ruralista, industrialista, desenvolvimentista, esquerdista, direitista, atéia, conservacionista ou qualquer outra. Uma decisão popular não é fácil de manipular, por isso é preferível que os grande temas sejam decididos nos petits comitês nos escritórios reservados ou nos restaurantes da moda durante a madruga,
Não interessa para os que pretendem deter o poder em benefício próprio, ou ao grupo a que pertencem a participação popular direta nas decisões governamentais. Isso tiraria o poder de barganha que os torna os intermediários entre o poder e a realização da ação do Estado , ou seja a democracia representativa. A democracia direta os enfraquece e se começa a questionar porque se gasta tanto com eles. Membros do executivo e do legislativo se tornam verdadeiros tutores da população como se esta fosse uma incapaz e por isso precisa de suas atuações. Os mecanismos hoje existentes foram urdidos ao longo dos últimos 25 anos para impedir uma participação do cidadão nos destinos nacionais. Ele vota e pronto. Assina um cheque em branco que os detentores dos poderes usam e abusam ao longo de 4 anos e o saldo não termina nunca, uma vez que são criativos e inventivos. Embaralham de uma tal forma as coisas que mesmo os que se esforçam para acompanhar as decisões desses poderes se perdem em um cipoal sem saída. Com o tempo alguns desistem e a grande maioria não se lembra nem do nome da pessoa para que assinou o cheque em branco. Não é má vontade, falta de cidadania, incapacidade intelectual, mas a forma que o poder está estabelecido que conduz a esse marasmo, onde o cidadão é um mero expectador do desenrolar de uma tragicomédia e sua obrigação é pagar a conta através dos impostos.
Há alguma coisa diferente desta vez. Temas como corrupção, desperdício de dinheiro público, grandes escândalos e grandes obras estão na boca de muita gente que antes não se envolvia. Já se pensa inclusive na escolha de membros para os parlamentos que redirecionem os legislativos como fiscalizadores do executivo e não em um bando de vendidos e tranbiqueiros que participam do poder decisório para mordiscar propinas habilmente enfunadas em paraísos fiscais, ou favores materiais que não constem das declarações de imposto de renda. O eleitor está ressabiado, cansado de ser enganado e querer agir de boa fé com quem não tem o menor parâmetro ético e moral. As pessoas estão se falando mais, agora tem a internet, e é possível, que o Brasil emirja melhor no final do ano. Há esperança no ar.
Fonte: Blog do Barbeiro
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Viciados em Internet têm mais risco de depressão
Adolescentes que passam tempo demais na Internet têm quase 50 por cento mais chances de desenvolver depressão do que usuários moderados, segundo um estudo chinês.
O pesquisador Lawrence Lam disse que adolescentes que passam de 5 a 10 horas por dia conectados apresentam agitação quando não estão na frente do computador e perdem o interesse pelas interações sociais.
"Alguns passam mais de dez horas por dia, eles são usuários realmente problemáticos e demonstram sinais e sintomas de comportamento aditivo ... ao navegar na Internet e jogar games", disse Lam, coautor do estudo publicado na terça-feira pela revista Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine.
"Eles não conseguem tirar a cabeça da Internet, sentem-se agitados se não voltam após um curto período distantes", disse por telefone o psicólogo da Escola de Medicina da Universidade Notre Dame, de Sydney.
"Eles não querem ver amigos, não querem participar de reuniões familiares, não querem passar tempo com pais e irmãos", acrescentou.
O estudo envolveu 1.041 adolescentes de 13 a 18 anos em Guangzhou, no sul da China. Nenhum deles tinha depressão no começo do estudo. Nove meses depois, 84 apresentavam a doença, e os que passavam tempo demais na Internet eram 50 por cento mais vulneráveis que os usuários moderados.
Lam, que trabalhou em parceria com Zi-wen Peng, da Universidade Sun Yat-sem, de Guangzhou, disse que a falta de sono e o estresse causado pelos jogos online podem explicar a tendência depressiva.
"Quem passa tempo demais na Internet perde o sono, e é um fato muito bem estabelecido que quanto menos se dorme, maiores as chances de depressão", disse Lam.
Segundo ele, foi a primeira vez que um estudo examinou aspectos patológicos do uso da Internet como possível causa da depressão.
Um estudo anterior havia apontado a depressão como possível fator causal para o vício em Internet, e outros estudos haviam demonstrado uma correlação entre ambas as coisas, mas sem definir claramente o que era causa e o que era consequência.
Lam disse que as escolas deveriam ficar atentas aos alunos que estejam viciados em Internet para lhes oferecer tratamento e orientação.
Fonte: Reuters
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O que a F-1 ensina sobre estratégia
Quem acompanha a Fórmula 1 como eu, sem maior atenção, surpreende-se a cada início de temporada. De uma hora para outra, escuderias que apresentavam desempenho ruim em um ano despontam como líderes no outro, como que por mágica.
Daí a imprensa especializada esmera-se em descobrir de onde vem o aparente milagre: de um motor novo, desenvolvido ao longo de anos, de um sistema aerodinâmico mais eficiente, de uma suspensão aprimorada etc. Era assim quando Ferrari, McLaren, Benetton e Williams se revezavam no pódio dos anos 80 e 90, e tem sido assim mais recentemente, com a Brawn GP (2009) e a Red Bull (2010).
É possível associar esses altos e baixos dos times de F-1 com alguns conceitos de estratégia. Para triunfar de maneira inconteste em uma temporada, uma equipe precisa construir uma vantagem competitiva perante suas concorrentes. Essa vantagem - geralmente decorrente de melhorias no carro - tenderá a ser decisiva para as vitórias caso seja valiosa (ou seja, caso diga respeito a um aspecto fundamental do desempenho do carro) e inimitável (difícil de copiar em um curto período de tempo; por exemplo, menos de uma temporada).
É o que as escuderias geralmente conseguem: melhoram o carro em aspectos essenciais (valiosos, portanto), a ponto de conseguir consagrar pilotos apenas razoáveis. E dedicam bastante tempo a isso; embora o telespectador só descubra a mudança de uma hora para outra, ela vem sendo construída ao longo de um ano inteiro. Enquanto uma parte da equipe se dedica à competição em andamento, a outra já pensa na do ano seguinte. Por isso - e pelas próprias condições internas de cada time, como recursos humanos, tecnológicos e financeiros -, a melhoria se torna incopiável de maneira imediata, garantindo uma vantagem duradoura ao longo de uma temporada, ao menos.
O ideal para uma equipe é que a fonte de sua vantagem competitiva seja um mistério para os concorrentes
Melhor dos mundos? Nem tanto. Além dessas duas características, o ideal para uma equipe é que a fonte de sua vantagem competitiva seja um mistério para os concorrentes. Ou seja, que existam dúvidas sobre a causa do carro lanterninha do ano passado estar sempre no pódio na temporada atual.
Esta é a parte mais difícil. Como evitar que imprensa e concorrentes descubram os segredos da vitória? Complicado, inclusive porque, até onde sei, os carros são inspecionados pela FIA, que torna públicas suas principais características, para garantir a transparência da competição.
Desse jeito, com a informação circulando de maneira relativamente aberta, seguir ganhando por muitas temporadas é mais plausível do que conseguir guardar segredo sobre os motivos que tornam o carro superior.
Por isso, estão sempre sujeitas a serem superadas na temporada seguinte – o que torna a acomodação uma palavra proibida na F-1.
Fonte: Amanhã
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20100721
NOVAS MÍDIAS - O fim dos jornais impressos?
O anúncio feito nesta semana sobre a migração do Jornal do Brasil para plataforma totalmente digital reacendeu as discussões sobre a substituição dos meios impressos de comunicação por conteúdos digitais. A partir de setembro, o periódico surgido em 1891, no Rio de Janeiro, e considerada uma das mais tradicionais publicações da imprensa nacional, estará disponível apenas através da internet, mediante pagamento de uma assinatura mensal. Uma das motivações da reformulação consiste na adequação do famoso JB ao iPad e similares.
Diante do fato, opiniões contrastantes surgiram: alguns afirmam que se trata de um caso isolado, decorrente de problemas organizacionais da empresa carioca. Outros, mais apocalípticos, acreditam ser este mais um sinal de que os jornais impressos, assim como livros e conteúdos culturais físicos, não continuarão existindo por muito tempo.
No início do ano, o semiologista e escritor Umberto Eco lançou um livro – em parceria com os franceses Jean Claude Carrière e Jean-Philippe de Tonac, roteirista de cinema e jornalista, respectivamente. Intitulada Não contem com o fim do livro, a obra tem distribuição no Brasil pela Editora Record e é traduzida por André Talles. Nela, os três autores dialogam e sugerem alguns argumentos para mostrar que o papel dificilmente será substituído de forma total por tecnologias digitais.
Rotina e intimidade
Ainda assim, deve-se destacar o surgimento de novos e-readers, que tentam deixar a leitura de formatos digitais mais intimistas e sem os tradicionais inconvenientes, possibilitando que jornais e livros consigam ser acompanhados com conforto no aparelho. O Kindle, da gigante de vendas online Amazon, por exemplo, chama a atenção por sua tela, que não cansa a vista – utiliza uma espécie de tinta que "corre" sobre o visor.
É fato que tentar traçar qualquer tipo de prognóstico sobre um tema cujas influências mudam a cada dia é praticamente impossível. O próprio Umberto Eco, apesar de não acreditar que essa extinção do uso do papel acontecerá tão brevemente, deixa claro sua incerteza: "Tudo pode acontecer. Amanhã, os livros podem vir a interessar apenas a um punhado de irredutíveis que irão saciar sua curiosidade nostálgica em museus e bibliotecas."
De qualquer forma, é interessante observar como no curso de toda a história humana documentada as novas mídias, na maioria dos casos, não substituíram as anteriores. Pode-se dizer que cada tipo de meio de comunicação envolve uma diferente experiência, tanto sensorial quanto social, e que se trata de um agregamento de novas formas de se obter informação e conhecimento. O cinema, por exemplo, não foi substituído pelo surgimento da televisão, dos videocassetes, DVDs e nem mesmo pelos downloads na internet. O ato de ir ao cinema não acontece puramente por questões de entretenimento, mas envolve toda a mística e o fetiche que envolvem uma sessão –o cheiro de pipoca e outras guloseimas, a companhia, a organização do espaço da sala e até o próprio fato de, por muitas vezes, ser um pretexto para sair de casa e esquecer, por algumas horas, os problemas da vida pós-moderna. O mesmo acontece com o jornal impresso e com os livros, que frequentemente extrapolam suas funções comunicativas para serem partes de uma certa rotina e intimidade, de efetivo contato físico. (Quem nunca tomou um café da manhã com um jornal aberto?)
Uma revista em formato de jornal
Essa perda de intimidade pode ser descrita a seguir:"O que ganharemos com esses novos livrinhos brancos e, principalmente, o que perderemos? Hábitos ancestrais, talvez. Certa sacralidade com que o livro foi aureolado no contexto de uma civilização que o instalara no altar. Uma intimidade especial entre o autor e seu leitor que a noção de hipertextualidade irá necessariamente constranger. A ideia de `cercado´ que o livro simbolizava e, justamente por isso, evidentemente, algumas partes de leitura", afirma Tonac, no prefácio de Não contem com o fim do livro.
É inegável que a internet, principalmente por seu caráter colaborativo, é talvez a forma mais rápida de se obter informações sobre fatos relevantes que estão acontecendo no momento da leitura. Também é impossível deixar de afirmar que essa talvez seja a maior revolução e democratização do conhecimento livre da história, se tornando uma ferramenta fantástica. Ainda que grande parte dos leitores dos periódicos tradicionais deixem de acompanhá-los, é possível manter uma base sólida de assinantes, dando ao jornalismo impresso um caráter mais reflexivo, opinativo, denso – com grandes reportagens (tendência que já vem acontecendo desde o surgimento da televisão e do rádio, mas que deve se fortalecer nos próximos anos).
Um bom exemplo é o semanário alemão Die Zeit (O tempo). Em um formato de papel grande para o que estamos acostumados no Brasil, mas comumente utilizado nos países nórdicos, a publicação resiste e mantém a média de 500 mil exemplares vendidos por edição. Talvez a sua vendagem não tenha sofrido quedas devido ao fato de a publicação contar com abordagens densas dos temas considerados mais relevantes na semana, por muitas vezes quase filosóficas, quando há o envolvimento de questões políticas, culturais e comportamentais; atingindo quase o status de uma revista, em formato de jornal. Se esse será o destino de boa parte da mídia impressa, nos resta aguardar.
Fonte: Observatório da Imprensa
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20100720
Adolescentes perdem interesse no Facebook, revela estudo
Que o Facebook é um gigante ninguém contesta. Porém, o site que conta com milhares de usuários pelo mundo, vem perdendo adolescentes de sua base.
De acordo com um estudo feito pela OTX e o site Roiworld nos EUA, aproximadamente 1 em cada 5 adolescentes deixaram de usar ou cancelaram seu perfil na rede social em abril de 2010.
Não é só o Facebook que vem sofrendo com o abandono dos teens. O MySpace registrou em seus números 22%, enquanto o YouTube e Twitter 15%.
Quais são os motivos?
A pesquisa mostra que, no caso do Facebook, onde poderia se esperar uma reação devido às questões envolvendo segurança que surgiram esse ano, a razão principal é que eles consideram o site chato. Simples assim.
Manter esse público conectado e interessado é um grande desafio. Para uma rede poderosa como o Facebook mais ainda. A questão é: o que fazer pra manter esses jovens ávidos por novidades envolvidos em um site?
Eles amam jogos online
Jogos online podem ser uma boa saída e considerados uma alternativa barata para relaxar, se divertir e matar o tempo junto aos amigos.
De acordo com o estudo, 73% desse público joga na internet, com 81% dentro do Facebook. O tempo destinado à diversão é incrível, chega a 7h por semana.
Principais números da pesquisa
Razões para menor uso do Facebook em abril de 2010
Perda de interesse / é chato – 45%
Maior interesse em visitar outros sites – 28%
Muitas notificações – 27%
A maioria ou todos os amigos não usam o Facebook – 21%
Está cansado de tentar manter todas as atividades – 21%
Muitos anúncios – 20%
Teve problemas em encontrar pessoas conhecidas – 18%
A maior parte dos amigos está em outra rede social – 16%
Outras redes sociais são melhores – 16%
O Facebook não oferece as funções que querem – 16%
Os pais entraram da rede – 16%
Fonte: Portal Voit
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20100525
Se um cachorro fosse o seu professor, você aprenderia coisas assim:

Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade de ir passear.
Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.
Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
Corra, pule e brinque todos os dias.
Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.
Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.
Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta
culpado...volte e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
Se alimente com gosto e entusiasmo.
Coma só o suficiente.
Seja leal.
Nunca pretenda ser o que você não é.
E o MAIS importante de tudo....
Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.
A amizade verdadeira não aceita imitações!!!
E NÓS PRECISAMOS APRENDER ISTO COM UM ANIMAL QUE DIZEM SER IRRACIONAL!?!?!
Claro!!!! É porque nesses assuntos, razão até atrapalha, vale mesmo é o que se sente!
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20100205
Internautas já fazem até bolão no Twitter para acertar hora da chuva em SP
No 'bolão da chuva', maioria aposta em temporal hoje entre 16h30 e 17h. Há esperançosos que acreditam que a cidade não terá tempestade.
A previsão é de chuva para esta sexta-feira (5) em São Paulo. Isso não é nenhuma novidade, já que desde 23 de dezembro chove todo dia na capital paulista. Até esta quinta (4), eram 44 dias ininterruptos de temporais. Tentar prever o horário talvez seja a notícia que pode mais interessar aos paulistanos... e aos usuários do microblog Twitter, que já fazem um bolão na internet para ver quem acerta o horário em que o céu ficará preto, o vento será forte, as ruas irão alagar, as árvores irão cair e bairros e ruas inteiros ficarão sem energia elétrica.
Para esta sexta-feira (5), quando está prevista a 45ª chuva consecutiva, as apostas estão concentradas entre 16h30 e 17h. Mas há aqueles que ainda acham que o temporal pode vir mais cedo, lá pelas 15h49. Há os esperançosos que, apesar das previsões de todos os institutos de meteorologia, escrevem em letras maiúsculas, que na internet é como gritar, que hoje “NÃO CHOVE”.
“Eu estou apostando que será às 18h30 porque a chuva vai pegar um engarrafamento”, ironizou um twitteiro. Há quem acredite que a chuva seja pontual, e cravou 16h, nem um minuto a mais ou a menos. Uma twitteira, rezando para ter uma volta pra casa menos complicada do que tem sido rotina, apostou que será à noite. Segundo ela, só depois das 18h30.
O bolão da chuva em São Paulo já ganhou uma “hashtag”: #bolaodachuvaSP. No Twitter, quando o ‘jogo da velha’ vem à frente de uma palavra ou expressão, ele indica um assunto.
Previsão do tempo
Para esta sexta-feira (5), a previsão é de sol forte, calor durante o dia e chuva à tarde. No fim de semana, o tempo não muda muito. Os dias devem ser ensolarados e com pancadas de chuva de verão.
Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) em São Paulo mostram que já choveu mais de 60% da média histórica para fevereiro na capital paulista. Até esta quinta-feira (4), foram registrados no Mirante de Santana, na Zona Norte de São Paulo, 145,6 mm de chuva. A média para todo o mês é de 235,4 mm. Apenas nesta quinta-feira, choveu 13,4 mm. Os meteorologistas do Inmet esperam que a cidade acumule cerca de 300 mm durante todo o mês.
Bruno Azevedo | G1. em São Paulo
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20100202
Reparação Trailer oficial do documentário longa-metragem estréia em 2010
Documentário conta história de vítima da violência da guerrilha durante o regime militar.
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O "maravilhoso" mundo do Twitter
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20100111
A anti-mídia social e a invasão no ‘Big Brother’
No momento em que o décimo Big Brother Brasil estrear, terça-feira à noite, as principais redes sociais da internet brasileira sofrerão uma transformação profunda.
No jogo da TV Globo, estarão representados Twitter, Orkut, YouTube e Fotolog. (Aproveitem enquanto há tempo: Facebook é território livre de BBBs e afins.)
Será um encontro curioso: redes sociais e TV aberta são bichos com naturezas completamente distintas.
A TV aberta é o cerne da mídia de massa e, nela, nenhum programa atinge os picos de audiência do BBB. É o momento do ano no qual a TV Globo deposita todas suas fichas publicitárias.
Não é à toa.
A audiência de um programa popular assim se conta às dezenas de milhões. Mais do que isso, ele engole as conversas. O BBB tem seu jeito de monopolizar capas de jornal e revista, está presente nos diálogos de vários canais de televisão, incluindo concorrentes. Está na primeira página de inúmeros portais – principalmente os maiores –, nos rádios.
Nenhum programa da televisão brasileira investe tanto em promover a si próprio.
Televisão, meio das massas, é por definição um veículo no qual o monólogo impera. Ele fala, os milhões ouvem e se calam. A TV precisa dominar o assunto. Não quer imprevistos: deseja o monopólio das atenções. É sua natureza.
Mídias sociais vão no sentido contrário. Um fala, todos podem responder. Num Twitter ou Fotolog, ninguém jamais é tão famoso que não possa ouvir um desconhecido e respondê-lo. Nunca se está distante, nos lemos uns aos outros o tempo todo.
As mídias sociais não são avessas a celebridades do mundo aqui fora. Mas tampouco são fáceis para elas. Não basta contratar um assessor que jogue uns torpedos. É preciso um senso de humor capaz de fazer graça de si mesmo, é preciso ser pessoal e interagir é fundamental. Na internet, a gente percebe quem não está de verdade ali no terceiro comentário.
É um espaço que William Bonner dominou e no qual Xuxa se perdeu. Ela manteve a distância, não aguentou o contato próximo.
Na entrevista a Gustavo Miller, nesta edição do Link, Boninho logo deixa claro: os membros da casa poderão usar o Twitter mas não receberão nada. Claro que não. E não é só porque são regras do jogo. A televisão fala, não ouve.
A TV é a anti-mídia social.
Mas as mídias sociais não escaparão ao seu toque. É uma bomba arrasa-quarteirão. A moça Twittess estará todos os dias na TV, nas revistas, namorará algum colega de casa, flertará com celebridades do B, posará nua em algum mês futuro, seguirá sua sina de Big Sister sem descumprir um único passo do roteiro conhecido.
E enquanto seguem a novela de sua vida, milhões de brasileiros saberão simultaneamente da existência do Twitter, criarão suas contas e em conjunto invadirão o sistema. Tantos entrando assim, sem conhecer-lhe os meandros, ao mesmo tempo, terminarão por transformar o serviço.
O BBB 10 ampliará em um par de meses uma transformação que, mais lenta, terminaria por acontecer. Ao final, o Twitter será outro. Vai virar chat? Transformará o diálogo? Tornará inúteis os trending topics brasileiros?
Nos quadrinhos de Asterix, Roma ocupa quase todos os espaços com a exceção solitária da aldeia dos irredutíveis gauleses. É como o BBB 10 e as mídias sociais. O cotidiano dos gauleses é naturalmente perturbado pelas constantes tentativas romanas de se intrometer em sua vida.
Mas também Roma, apesar de seu tamanho, muda pelo contato com os gauleses.
As mídias sociais mudarão. E a TV, será que muda a partir deste contato?
por Pedro Doria | Estadão
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20100110
O dia em que o reality show encontrou a web
Para quem se acostumou a associar o Big Brother Brasil a cariocas-caraca, caipiras ingênuos e pitboys de sunga branca, a escolha da Twittess para a 10ª edição do reality show da Globo parece uma surpresa.
Mas o flerte do programa com a web não é novo. “A internet vem sendo usada desde o BBB 3 e cresceu tanto no BBB 9 que virou nossa própria rede social, com a plataforma 8P”, explica o diretor do programa, J. B. Oliveira, o Boninho. “Neste ano fizemos uma inscrição mais fechada, mas expandimos a pesquisa para as outras redes: Orkut, Facebook, Twitter e Skype foram fundamentais.”
Ao escarafunchar a rede atrás de brothers e sisters, a produção do BBB mira a audiência crítica, dita formadora de opinião, que frequenta os serviços de web 2.0. Por quê? É que a audiência de um programa de TV, hoje, não se resume aos televisores ligados de um grupo de pessoas escolhido pelo Ibope.
Nos EUA, desde dezembro a Nielsen Media (que mede a audiência por lá) confere os dados de acessos dos programas de TV na internet. Por aqui, o que começa a ser avaliado é o buzz gerado na rede – que assumiu o papel que já foi da rua.
No dia em que o blog da produção do BBB anunciou os participantes, BBB 10 esteve entre os assuntos mais comentados do Twitter. Do País? Não, do mundo. Em questão de horas, internautas iam atrás da vida dos participantes. “Esse é o objetivo de um bom reality: criar burburinhos. Estar no trending topics foi um reconhecimento”, discursa Boninho.
Além de Tessália, a menina que usa trucagens para arrebanhar seguidores ao seu Twitter, o programa que começa na terça-feira (22h) tem outras subcelebridades virtuais. O paulistano Sérgio, vulgo Sr. Orgastic, é dono de um popular fotolog, já o maquiador Dicesar faz sucesso com músicas no YouTube na pele da drag queen Dimmy Kieer.
A dançarina Eliane também é famosa no portal de vídeos do Google como a Lia Khey, a garota do Rebolation. Fora a blogueira Elenita Rodrigues, que paga de “dona da maior comunidade contra homofobia do Orkut”.
Mas o lado hi-tech não está apenas nos confinados – que poderão usar o Twitter (em edições anteriores podia-se blogar, e não deu lá muito certo). O diretor adianta que o programa usará da tecnologia de realidade aumentada, microfones à prova d’água e câmeras com sensores de calor. “Para a twittada em tempo real, estamos criando uma ferramenta. Seria algo para disparar mensagens, nunca para recebê-las.”
Ele diz se divertir com o número de “pedintes” que entraram em seu perfil após a escolha da Twittess. E brinca sobre sua fama de grosseirão, que bloqueia qualquer um que lhe critica. “Aprendi a encarar o Twitter como um espaço pessoal e fico com quem eu gosto. Não o uso para dizer frases inteligentes, mandar aquela sacada, contar que fiz um grande feito ou deixar a dica do último gadget que saiu no T3”, provoca.
“Quem entra na minha onda e entende meu ‘humor’ tem a porta aberta. Com essa galera, jogo conversa fora, ouço dicas e trocamos figurinhas. Agora, se o clima bater diferente, uso essa incrível e prática ferramentinha... Block!”
Você perguta, @boninho responde
Boninho respondeu, no próprio Twitter, às questões feitas por telespectadores sobre a nova edição do BBB. Selecionamos alguns destes tweets.
- Para @EnigMahticA – “Foram convidados, pra falar a verdade chamei mais de 50 twitteiros”
Sobre como foi a escolha das celebridades virtuais.
- Para @rodrigolaurenti: “Não, o BBB não é o retrato do povo brasileiro. São pessoas escolhidas por uma galera doida para jogar um jogo insano!”
Reply, ao estilo locução da Sessão da Tarde, para um seguidor que achou que a seleção “só tem gente feia, gays, lésbicas e a pior farsa do Twitter”.
- Para @eduardocastanho: “Não Edu, lugar de humorista stand-up é no palco!”
@eduardocastanho queria saber porque não havia nenhum comediante dessa modalidade tão em voga no País entre os escolhidos.
- Para @annetrevisan: “Tu por acaso é peixe??? Brincadeira!”
Cheio de graça, ao responder para uma garota que queria entrar na casa pela repescagem.
- Para @rafao_psy: “Não achamos e olha que entrevistamos um monte. Outros acredite, estavam fazendo regime! Mas a doutora tá nesse time”
Sobre o fato de a 10ª edição não ter nenhum representante do clube dos gordinhos.
- Para @Kristiane123: “Faltou 384 mil que queriam entrar. Não é fácil fazer a seleção!”
A garota perguntou porque desta vez há apenas um negro.
- Para @joelma2005: “Não, vc é a voz da razão, por isso o BBB é uma fraude!”
A @joelma2005 disse que o BBB é um jogo de cartas marcadas, que só traz participantes que já tiveram 15 minutos de fama.
O Estadão
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