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20100730

Twitter pago? Não, obrigado

Em pesquisa, 49% dos americanos dizem ter usado microblog, mas nenhum deles pagaria por isso.
Metade dos americanos disse já ter usado microblogs como o Twitter. Porém, ninguém concordaria em pagar pelo serviço, revelou a nona edição da pesquisa Digital Future Report 2010, do Centro para o Futuro Digital da Universidade do Sul da Califórnia (USC).


De acordo com o estudo, divulgado na sexta-feira (23/7), 49% dos entrevistados disseram já ter usado microblogs como o Twitter. Mas, perguntados sobre se pagariam por tal serviço, o porcentual dos que disseram sim foi 0%.

“O resultado ilustra, acima de qualquer dúvida, o tremendo problema de transformar usuários gratuitos em usuários pagantes”, ressaltou o diretor do Centro para o Futuro Digital, Jeffrey Cole, em comunicado.

Propaganda e notícias

O relatório detectou ainda que 50% dos usuários nunca clicam em publicidade online, e 70% disseram achar as propagandas na web um “aborrecimento”.  Por outro lado, 55% dos usuários ouvidos afirmaram preferir ver propaganda online a pagar pelo conteúdo.

Sobre o hábito de ler jornais, o estudo destacou que, como fonte de informação, os jornais estão abaixo da Internet e da TV. Perguntados quais seriam as fontes importantes ou mais importantes, 78% apontaram a Internet, 68% a TV e 56%, os jornais.

Além disso, 18% dos entrevistados admitiram ter cancelado uma assinatura de jornal por causa da Internet. E, se eventualmente seu jornal preferido parasse de circular, 59% disseram que procurariam pela edição online e 37% procurariam a edição impressa de outra publicação.

Política online

Curiosamente, mais de 70% dos usuários concordaram com a afirmação de que a Internet é importante para campanhas políticas. No entanto, apenas 27% dos usuários disseram acreditar que, por meio da Internet, os representantes públicos ouvirão mais o que pensam as pessoas.

A pesquisa também procurou retratar o comportamento do usuário americano de Internet. Soube-se, pelo levantamento, que a rede já é visitada por 82% dos americanos, com tempo médio online de 19 horas por semana.

Embora 100% dos pesquisados com 24 anos ou menos esteja online, 15% dos americanos entre 36 e 45 anos não usam a Internet. Entre os entrevistados de 46 a 55 anos, esse índice é de 19%.
Quanto à confiança nas informações online, 61% dos usuários disseram que apenas metade ou menos da metade das informações online é confiável.

Fonte: IDG Now

Consolidado nos EUA, Facebook cresce mais de 13% em dois meses no Brasil

Site de métricas dá ao País o 6.º lugar em crescimento no número de usuários da rede social que, nesse ritmo, alcançaria o Orkut em dois anos.

O Brasil é o 20.º país em número de usuários no Facebook, com quase 5,5 milhões cadastrados, mas é o 6.º em crescimento. De acordo com dados do site Facebakers.com, mais de 700 mil internautas brasileiros aderiram à rede social nos últimos dois meses - um crescimento de 13,45% entre maio e julho. 

O líder do ranking em números absolutos, claro, são os Estados Unidos, com 128 milhões de usuários, pouco mais que a soma dos números de Inglaterra, Indonésia, Turquia, França, Itália e Canadá – os países que vêm em seguida na classificação. 

Na classificação por taxa de crescimento, o Brasil fica atrás de Laos, China, Serra Leoa, Paquistão e Coreia do Sul. De todos esses, o Brasil é, de longe, o que tem a maior base de usuários - mais que o dobro da do Paquistão (2,2 milhões) e aproximadamente 130 vezes maior que a da China (43 mil).

Os EUA também estão em primeiro em quantidade absoluta de novos integrantes do Facebook - mais de 3 milhões nos últimos dois meses - mas, compararando os números de usuários americanos do portal entre maio e julho, o país despenca para o 118.º lugar, com taxa de crescimento de apenas 2,42%. 

Assim, a tendência para os próximos meses é que a maior rede social social do mundo cresça cada vez mais em outras nações, enquanto que nos EUA o número deverá se manter estável. 

Já no Brasil a penetração do Facebook entre os internautas é de apenas 8%, ou 2,8% da população total. A disparidade em relação ao Orkut é enorme; estima-se que a rede social da Google tenha 26 milhões de usuários no País,  ou 68,4% de todos os internautas ativos no país. 

Se os números do Orkut não sofrerem grandes variações e o crescimento do Facebook no País se mantiver constante em 6,5% ao mês, seriam necessários 26 meses - mais de 2 anos - para que a rede de Zuckerberg alcançasse o site da Google.

Ainda sobre o número de usuários no Facebook, na comparação com outros países da América Latina o Brasil está atrás da Argentina, que tem 11 milhões, e do Chile, com 7,1 milhões de internautas cadastrados na rede. 

Quanto ao gênero dos brasileiros no Facebook, há uma leve maioria feminina: 54%. E é uma multidão jovem, já que 60% deles têm entre 18 e 34 anos.

Fonte: IDG Now

Número de internautas cresce 20% no país em um ano


Relatório do Ibope Nielsen também revela que o interesse pelos sites de esportes cresceu 21% em junho, em relação ao mês anterior.

O número de internautas no Brasil cresceu 20% entre junho de 2009 e junho deste ano, chegando a quase 40 milhões de usuários ativos em casa e no trabalho. Os números foram divulgados na tarde desta quinta (29/07) pelo Ibope Nielsen.

O destaque do relatório, referente ao mês de junho, foi o crescimento do interesse por sites esportivos – turbinado, obviamente, pela Copa do Mundo. No total, 59% dos internautas ativos no país, ou 23,5 milhões, visitaram páginas sobre o tema – evolução de 21% em relação ao mês anterior e de 54% na comparação com junho de 2009.

Em uma lista de 10 países em que a medição é feita, o Brasil foi o que demonstrou maior interesse pelos esportes no mês da Copa. Em segundo, veio a França, onde 51% dos internautas acessaram sites esportivos, seguido de Reino Unido (48%), Espanha (45%) e EUA, com 42%. 

Já o tempo de acesso por pessoa caiu. Considerando-se aplicativos (e-mail e Messenger, por exemplo), o internauta brasileiro passou 64h55 min online em junho, queda de 6% em relação a maio. Excetuando-se o aplicativos, foram 43h31 min (-7%).

Fonte: IDG Now

Menos de 30% dos usuários do Twitter são "reais", indica pesquisa

 Por Rui Maciel

Estudo considera como “usuários ativos” aquele que seguem e são seguidos por pelo menos dez pessoas.

Uma pesquisa realizada pela empresa de segurança digital Barracuda Networks indicou que menos de 30% das contas do Twitter – 28,87% - são “reais”, ou seja, seguem e são seguidas por pelo menos dez usuários. Para chegar a esta conclusão, a companhia analisou 25 milhões de contas do microblog.

O estudo indicou ainda que metade dos usuários ativos do Twitter "tuíta" pelo menos uma vez por dia, mas, um em cada dez deles o faz de cinco a dez vezes, no mesmo período. Além disso, cerca de 12% deles têm dez vezes mais seguidores do que estão seguindo.

O documento aponta também que apenas 10% dos usuários seguem mais de 100 pessoas e quase metade deles não segue mais do que cinco.

Além destes números, o relatório indica ainda que 30% das contas do Twitter não são atualizadas nunca e 1,67% delas foram suspensas por uso indevido no primeiro semestre de 2010.

“A pesquisa da Barracuda mostra também que os criminosos virtuais têm dedicado grandes esforços para ficar sempre um passo a frente dos usuários de redes sociais, como o Twitter”, declarou Paul Judge, chefe de pesquisa e vice-presidente da Barracuda. “A partir daí, eles tentam criar golpes cada vez mais sofisticados para atrair as pessoas. Portanto, continuaremos a analisar suas abordagens e criar novas técnicas para localizá-los”, completou.

Fonte: IDG Now

20100728

Brasil: 87% dos internautas usam redes sociais

Pesquisa do Ibope Inteligência mapeou o comportamento de internautas em 27 países; País é o décimo em número de usuários.


Os brasileiros realmente se renderam ao universo das redes sociais. De acordo com pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), 87% dos internautas do País acessam redes sociais (como Facebook, Orkut e Twitter) com frequência.

Considerando todas as nações avaliadas pelo estudo do Ibope Inteligência, o Brasil é o décimo país em número de usuários. A Índia lidera o ranking, uma vez que 100% de seus internautas garantem utilizar as redes. Na sequência aparecem, em ordem, Sérvia, Coreia do Sul, Rússia, Espanha, China, Turquia, Romênia e Itália.

Entre os brasileiros usuários de redes sociais, a grande maioria (83%) declarou ter feito perfis por vontade pessoal, enquanto que outros 33% afirma que entrarem nas comunidades virtuais por razões profissionais. Dentro dessas comunidades, 98% dos brasileiros navegam e lêem as suas mensagens com freqüência e 76% a utilizam também como canal de conversa com os amigos e atualizam constantemente o próprio perfil.

A pesquisa também avaliou alguns traços do uso de redes sociais nas regiões brasileiras. Nesse ponto, a região Nordeste aparece como o local brasileiro de maior uso das redes sociais, sendo que 90% dos internautas da região possuem perfil em alguma comunidade virtual. No Sudeste, o segundo colocado entre as regiões brasileiras, esse índice é de 85%. A pesquisa foi realizada com 28.944 pessoas de 27 países diferentes.  
Fonte: M&M Online

20100720

Quem tem medo do ROI?

Accountability. Este assunto causou muita polêmica no Carnaval passado e até algumas reações calorosas quando o nosso caro Bruno Mello chamou atenção para o volume de dinheiro que é gasto todo ano com patrocínios, mídia, eventos, festas, e muito mais sem que haja uma medição precisa do retorno de todo esse investimento, sem falar de toda responsabilidade inerente quando se trata de lidar com dinheiro dos acionistas. Ou seja, qual é o ROI (Return On Investment) do Carnaval? Como é possível medir todo o valor que é agregado à marca? Como medir o retorno de gravar na mente de milhões de pessoas uma associação de imagens e experiências de consumo que durem na memória do consumidor-alvo pelo resto do ano?

Com certeza não é nada fácil medir fatores subjetivos como atitude, emoção, impulso de compra e a memorização de slogans que "encapsulam" os benefícios e diferenciais do produto. Na pesquisa de mercado tradicional existem algumas métricas clássicas como Top of Mind, Share of Voice e Market Share que dão uma noção bem tosca de uma relação entre lembrança espontânea de marca e o investimento em mídia que influenciam na participação de mercado, em outras palavras, quanto mais se gasta e mais se expõem a marca, maiores são as chances de ganhar share de mercado. Óbvio e nebuloso ao mesmo tempo.

O que é ROI?
Do ponto de vista do acionista, o dono do dinheiro, o que interessa mesmo é saber quanto ele ganhará em vendas para cobrir o investimento feito em marketing. Quantas unidades de produtos ou entregas de serviços precisam ser vendidas para empatar com o investimento? Assim, por definição, ROI é o valor de vendas dividido pelo custo da campanha. Por exemplo, uma campanha que custou R$ 500 mil e gerou uma venda adicional de R$ 4,5 milhões significa que alcançou um ROI de 9 vezes o investimento.

Rastros digitais
Uma vantagem no marketing digital é exatamente a variedade de métricas disponíveis para medir as reações das pessoas que visitam um web site. Por exemplo, quantas pessoas vieram através de um determinado banner num portal de alto tráfego e quantas destas compraram on line. Tudo registrado no database.

No marketing direto também é possível aferir o retorno de uma mala direta ou campanha de telemarketing ativo. Contudo, o retorno de ações de marketing direto "massivo", isto é, a mesma mensagem impressa enviada pelos Correios para todos numa lista de nomes, tem sido historicamente em torno de 1 a 2%. Um pouco mais de retorno quando a mala direta é mais criativa, ou apresenta-se como algum objeto em 3D, ou então provoca alguma interatividade com a pessoa que a recebe.

Seguindo na escala, as mensagens personalizadas e de conteúdo relevante para cada cliente individualmente alcançam níveis mais altos em torno de 8 a 15%. Quando se adiciona inteligência adquirida através de análise de bases de dados e estatística para encontrar padrões nos dados de consumo que se transformem em ofertas relevantes de produtos, então o retorno pode superar a marca de 20 a 30% de retorno ou mais.

No meu artigo publicado em Out.2009, "Marketing de Relevância..ahn?` apresento alguns fatos que demonstram uma relação irrefutável: quanto maior a relevância do conteúdo da mensagem, conseguida através da personalização e do uso da inteligência disponível a respeito de cada cliente na base de dados, maior será o interesse e consequentemente a possibilidade de fechamento de venda. No "case" do Boticário, o ROI alcançou 80 vezes o investimento feito numa campanha de email com ofertas customizadas de produtos por padrão de comportamento de compra de cada associado no programa Fidelidade.

Case Study – Clube de Turismo EUA
É um outro "case" mais recente que comprova a eficácia do database marketing com conteúdo relevante por usuário que foi desenvolvido entre Maio-Junho de 2009. Trat-se de uma campanha segmentada de mala direta digital (VDP) para um clube de turismo nos EUA com mais de 60.000 associados que pagam uma anuidade de US$ 30 para receber catálogos com pacotes turísticos a preços muito competitivos. Veja os detalhes abaixo:

O Desafio
Club XYZ Tours, localizado em New Jersey - EUA é um dos maiores clubes de viagens do mundo com cerca de 60 mil associados que pagam uma pequena anuidade de US$30 para receber pacotes com desconto para mais de 250 destinos no mundo inteiro. Nos últimos 40 anos todos os associados vinham recebendo catálogos (3 edições por ano) e "blasts" de emails contendo ofertas genéricas para alguns membros do clube. Uma área de telemarketing interna cuida de todas as vendas e relacionamento com os clientes. Eles também dispõem de um rico database com registros detalhados de todas as viagens dos associados nos últimos anos. O desafio era melhorar a estratégia habitual de "mala direta massificada" para algo mais inteligente e direcionado que pudesse incentivar mais viagens entre os clientes existentes, aquisição de novos associados e encorajar a recomendação de amigos para juntar-se ao clube de vantagens.

A Solução
Uma amostra de 20.000 clientes de alto valor foi dividida em 3 segmentos: associados com alta frequência de viagens, clientes "adormecidos" que há tempo não viajam e uma amostra aleatória de controle para receber uma mensagem genérica. Um conjunto de regras de conteúdo variável foi desenvolvido para direcionar as ofertas, imagens e texto mais relevantes para cada segmento. Foi desenvolvido também uma campanha de follow up customizada por segmento para orientar o telemarketing receptivo na abordagem mais apropriada para cada segmento, monitorar as visitas ao web site e também para abordar os não respondentes numa segunda tentativa.

Os Resultados
A receita de vendas foi próxima a US$ 500.000 com 180 reservas espontâneas ao longo de 30 dias - Maio-Junho 2009. Foram 142 novos associados no período de 30 dias e mais de 100 prospects com expectativa de adesão nos próximos 60 dias. Foi considerada a campanha de maior retorno em 40 anos de empresa. O ROI foi em torno de US$ 20 para cada US$ 1 investido no projeto.

Conclusão
O Marketing vem passando por uma transformação inexorável em busca de uma relevância de conteúdo mais específica para consumidores cada vez mais segmentados que respondem muito melhor quando recebem uma mensagem que lhe diz respeito. A época de milhões de pessoas assistindo um mesmo programa de TV com o mesmo comercial repetido várias vezes está dando espaço para uma estratégia multicanal que exige do departamento de mídia das agências muito mais atenção na distribuição da verba do anunciante, e do pessoal de criação exige um esforço de adaptação cada vez maior para gerar anúncios de conteúdo variável sem perder a identidade da marca.

Quem sabe a agência do futuro precisará de "duplas de criação" por tipo de segmento de consumidor no lugar de especialistas em mercado automotivo, financeiro, varejo etc. O criativo com capacidade de adaptação como um camaleão dará lugar aos ícones famosos da propaganda com suas campanhas memoráveis em torno de um único slogan que servia para todos. Nesse sentido, o dono do dinheiro se sentirá bem mais seguro se puder aferir os resultados na ponta do lápis no lugar de jogar dinheiro fora como confete e serpentina.
Fonte: HSM Online

Ranking: ser o 'mais' lembrado não significa ser 'bem' lembrado

Todos os anos, resultados de pesquisas mostram como estão avaliadas as marcas dos mais diversos segmentos de mercado. O resultado vai desde memória do consumidor, como a Top of Mind, até valor, como o último ranking da consultoria global Interbrand divulgado recentemente. Este último levantamento apontou o Banco Itaú como a marca mais valiosa do Brasil pela sétima vez consecutiva, avaliada em R$ 20,651 bilhões.

O valor é quase 100% superior ao apresentado em 2008 (R$ 10,552 bi), data do último ranking. Ao todo, o ranking da Interbrand divulga as 25 marcas mais valiosas do país, com base em informações públicas de cerca de 100 empresas brasileiras de capital aberto que atendem aos critérios do estudo. Os quesitos base da avaliação são solidez financeira, impacto da marca junto ao consumidor e potencial para geração de lucro.

Para chegar ao valor de cada marca a empresa avaliadora faz o estudo sob a ótica do desempenho financeiro, assim como os analistas financeiros aferem outros ativos das empresas: medindo a capacidade que elas têm de capturar a preferência dos consumidores e a probabilidade de geração de receitas futuras. Nessa perspectiva a marca é entendida como ativo fundamental no conjunto de informações financeiras, atributos e valores das corporações.

Independente da numeração que se consegue, a empresa e o profissional de marketing precisam estar atentos não apenas à posição que sua organização ocupa nos rankings, como também a toda a metodologia e abrangência de avaliação de cada um. Portanto, existe uma grande diferença em ser uma marca lembrada e uma bem lembrada, ou ser uma marca bem colocada em resultados e ser uma marca com solidez, construída para garantir os benefícios que esses bons resultados podem trazer.

“Pesquisas são sempre importantes no mundo corporativo. Além de fazer diagnósticos, elas apontam possíveis caminhos, servindo como bússola para a tomada de decisões. Uma pesquisa com foco em marca permite analisar como uma empresa se relaciona com seus stakeholders. Funciona como um termômetro sobre o que ela representa.

Quando uma marca conquista um bom espaço num ranking de avaliações, significa que ela conquistou fidelidade por parte de seus consumidores. A promessa e as expectativas sobre ela estão sendo cumpridas e todos seus atributos estão claros. Consequentemente, ela atrairá mais investimentos para a instituição, o que gerará um aumento em seu valor de mercado”, afirma Eduardo Przybylski, designer de informação da dBrain, agência especializada em marketing de canais.

Antes disso, porém, a orientação é para que se destacar todos os investimentos que a instituição fez e faz de modo ininterrupto na área de comunicação. Reforçar os conceitos de produtos e serviços de boa qualidade em ações de grande visibilidade do público faz com que seja criada uma associação direta com a marca, salientando os compromissos e as relações. É preciso manter a marca viva na cabeça do consumidor.

Em contrapartida, Przybylski afirma que uma queda em um ranking como esse pode significar que em algum momento a marca deixou de cumprir com aquilo que prometeu. Certamente, isso se reflete no consumidor e, consequentemente, na atração de investidores.

“É importante que a empresa sempre fique atenta a pesquisas, sejam quais forem. Entretanto, é preciso ter claro que este não deve ser o único método de análise de uma marca, devendo a empresa buscar também meios próprios de auto-avaliação. Estar atento às respostas do mercado é um passo primordial para a manutenção da marca, fortalecendo e ampliando seus laços com os consumidores”, conclui.
Fonte: HSM

63% das mulheres latinas fazem pesquisa em redes sociais antes de irem às compras

Você costuma pesquisar por um produto em redes sociais antes de comprá-lo? 63% das mulheres latinas fazem isso. A conclusão é de uma empresa de inteligência de mercado, a Sophia Mind, que pesquisou cerca de 3.300 mulheres entre 18 e 60 anos residentes no Brasil, Argentina, México e também latinas que moram nos Estados Unidos.

E a opinião de um contato da rede social é ainda mais valiosa: 70% das mulheres apontaram que as chances de adquirir o produto são bem maiores quando um amigo da rede o indica.

No topo da lista de produtos mais procurados por elas nas redes sociais antes de efetuar a compra estão os eletrônicos - 66% das mulheres afirmam que a busca em redes sociais é imprescindível para esse tipo de produto - seguidos por revistas e livros (48%), músicas (47%), filmes e turismo (45%).

Do outro lado, 66% das brasileiras expõem suas experiências com produtos em redes sociais para ajudar outras mulheres que estejam procurando por eles. Se o produto não for recomendado, 50% das mulheres latinas desistem da compra.

Entre as redes sociais, a preferência é pelo Facebook, sendo que 25% das entrevistadas adquiriram um produto se baseando em comentários da rede e uma em cada cinco mulheres acabou desistindo da compra por comentários negativos sobre o produto. O Twitter aparece em segundo lugar, com preferência de 17% das entrevistadas.

Para as brasileiras, o Orkut é o grande aliado antes das compras: 85% delas recorrem à rede social e 21% delas já deixaram de comprar algum produto quando viram comentários negativos na rede.
Fonte: Olhar Digital

20100719

Redes sociais prejudicam as notas escolares? Parece que não

Há algum tempo um estudo da Universidade Estadual de Ohio apontou que a rede social Facebook era a grande culpada pelas notas baixas dos estudantes norte-americanos. De acordo com o estudo, os jovens que passavam tempo navegando pela rede social tinham menos disposição para estudar. No entanto, um novo estudo surgiu afirmando que a rede social não influencia nas notas escolares.

A conclusão foi de pesquisadores da Universidade Northwestern, com um estudo chamado "Preditores e consequências de diferentes práticas em sites de redes sociais". De acordo com eles, o uso sem medidas de redes sociais como Facebook e MySpace por estudantes não afeta as notas escolares. Outros pontos como etnia, sexo e nível educacional dos pais são mais decisivos nas notas.

Segundo o estudo, garotas tendem a ter notas melhores que garotos durante a idade escolar. Além disso, alunos cujos pais possuem diploma universitário apresentam melhor rendimento na escola.

Os pesquisadores também incluíram no estudo dados sobre o uso da internet em geral comparado ao uso de redes sociais, apontando que não há diferenças significativas no rendimento escolar.

Ainda de acordo com o estudo, o uso da internet e redes sociais melhora as habilidades dos estudantes e até auxilia no desempenho escolar. Além disso, os pesquisadores apontam que os estudantes são perfeitamente capazes de diferenciar o momento escolar do tempo livre dedicado à internet.
Fonte: Olhar Digital

20100708

3G: confira um estudo da qualidade do sinal no Brasil

Você sabe qual é a melhor operadora de telefonia móvel do país? Esta é uma pergunta difícil de ser respondida, já que a qualidade do sinal varia de cidade para cidade e até mesmo de bairro para bairro. Mas foi na tentativa de trazer mais informações pra os brasileiros que o carioca e técnico em informática Gabriel Subtil criou o Sinal3G, um site que utiliza a plataforma do Google Maps para que usuários de pacote de dados em todo o país possam relatar suas experiências com o serviço de forma rápida e gratuita.

Desde o início do ano, Gabriel está encorajando os visitantes do site a responder algumas perguntas como velocidade contratada, estabilidade do sinal e preço cobrado pelo serviço no local onde residem. O resultado foi um banco de dados com informações de mais de 1500 voluntários espalhados por todos os estados do Brasil.

Apesar de pequena, a amostra conseguiu levantar algumas informações bastante interessantes: 29% dos participantes consideram o sinal 3G ruim onde moram, contra 8% que consideram o sinal muito bom. Apenas 15% dos entrevistados usam o 3G para acessar a internet pelo celular. O restante usa o 3G para conexão no computador, o que pode indicar uma deficiência na rede de banda larga em cidades menores (52% dos participantes não moram nas capitais de seus respectivos estados).

Você pode conferir a pesquisa completa aqui e relatar suas próprias experiências com o sinal 3G aqui. Muito em breve, o Olhar Digital e o site Sinal 3G farão uma pesquisa ainda mais aprofundada, dando um panorama geral da qualidade da cobertura em todo o Brasil. Você também poderá participar. Fique de olho!
Fonte: Olhar Digital