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20110318

Marketing digital – investimento necessário para as empresas

Muitas empresas têm investido de forma equivocada neste mercado

Por Simone Arrifano
 
Marketing Digital: esta é a nova onda no segmento de comunicação no Brasil que tem gerado empregos com altos salários, em virtude da falta de profissionais capacitados para esta função. As redes sociais como o Facebook, LinkedIn, Youtube e, principalmente o Twitter, são hoje ferramentas estratégicas para pequenas, médias e grandes empresas aumentarem ainda mais seu lucro.

Além disso, aparecer com destaque no Google, maior site de busca do mundo, também é o desafio das empresas que a cada dia têm investido pesado em SEO (Search Engine Optimization) e SEM (Search Engine Marketing), links patrocinados, sites otimizados, entre outras ferramentas que agregam valor à comunicação como uma importante arma para se diferenciar neste mercado cada vez mais competitivo no mundo globalizado.

Entretanto, muitas empresas têm investido de forma equivocada neste mercado digital. Não basta apenas otimizar seu site com uma linguagem que "agrade" ao Google, que é muito mais inteligente do que pensamos, e investir milhares de reais em links patrocinados. A expressão de ordem neste quesito para se obter sucesso é "conteúdo relevante".

Quanto mais informação relevante tiver no site da sua empresa e nas suas redes sociais, mais chance ela terá de aparecer na primeira página do Google, sem necessariamente investir em link patrocinado, ou seja, prender a atenção do seu potencial cliente no seu site por o máximo de tempo possível.

Neste sentido, o Google também vem revolucionando o papel do jornalista, mais especificamente, do assessor de imprensa, que é uma peça chave neste quebra-cabeça tecnológico, principalmente quando o assunto é conteúdo. Hoje há no mercado diversos cursos de SEO voltados para este profissional.

As empresas de assessoria de imprensa mais do que divulgar e garantir que seus clientes estejam na mídia de forma espontânea, precisam ter alguns cuidados na hora de elaborar o material divulgacional (seja para a imprensa ou para as redes sociais da empresa), como usar palavras-chaves no título, no texto, utilizar links, créditos, entre outros, que tragam ainda mais visibilidade para seu cliente na internet.

É preciso que o assessor de imprensa pense da seguinte maneira: se eu fosse procurar pelo serviço/produto que meu cliente oferece como eu realizaria a busca na Internet?

Entretanto, esta é uma realidade ainda distante das assessorias de imprensa e uma das principais dificuldades para os profissionais da área. É preciso pesquisar as palavras-chaves mais usadas, antes de escrever um texto e publicá-lo de acordo com os desejos do Google.

Este é um serviço diferencial que agrega valor ao trabalho do assessor de imprensa, afinal gera mais visibilidade para o cliente. Além disso, para quem contrata uma empresa de assessoria de imprensa é fundamental verificar se o site da mesma é atualizado constantemente, com o material divulgado dos clientes, as matérias publicadas e toda e qualquer informação que agregue conteúdo.

Sendo assim, quer investir em Marketing Digital? Então, lembre-se no processo como um todo, otimização, palavras-chaves filtradas, assessoria de imprensa especializada e muito conteúdo, assim o sucesso é garantido. Faça do Marketing Digital o seu cartão de visita, afinal nem todos os seus potenciais clientes sabem que sua empresa existe e a Internet é o ponto chave da lucratividade.

Simone Arrifano – jornalista, diretora da Marsi – Assessoria de Imprensa & Comunicação, especializada em Search Engine Optimization (SEO) para jornalistas (simone@marsicomunicacao.com.br).

Fonte: Portal Administradores

20110215

Redes sociais entram no mapa das contratações

“Executivos e profissionais qualificados que desejam uma recolocação precisam estar atentos ao networking proporcionado pelas redes sociais eletrônicas, tais como o Twitter, o LinkedIn, o Orkut e o Facebook. Elas entraram definitivamente no mapa das contratações”. Quem alerta é o CEO da Thomas Case & Associados, Norberto Chadad.

"O uso das redes sociais já pode ser considerado uma ferramenta de recolocação profissional", explica. Entretanto, ele esclarece que elas devem ser utilizadas com foco e bom senso: "Elas devem ser entendidas como mais um mecanismo que se agrega aos esforços de busca de uma nova colocação profissional. Outras medidas importantes, como o planejamento baseado no perfil do candidato ou o próprio coaching, não podem ser deixadas de lado".
O twitter, com seu imediatismo e agilidade, é um bom exemplo do uso das redes sociais na recolocação profissional. "O microblogging se tornou, inclusive, uma ferramenta de negócios e divulgação. Utilizá-lo de forma criteriosa pode ser um aspecto bem avaliado pelas empresas no momento da contratação. É sinal de que o profissional está antenado com as tendências de mercado", opina Norberto. Segundo sua avaliação, headhunters que trabalham com a área de tecnologia são ainda mais propensos a ver as redes sociais como potencial campo para a identificação de talentos.

Há também o lado inverso, o uso das redes pelas empresas para divulgarem suas oportunidades de emprego. “Nessa categoria, pode-se acrescentar o uso do YouTube como instrumento para levar aos candidatos informação revelante sobre contratações”, acrescenta.

Fonte: HSM






20110104

Habilitar uso seguro de redes sociais no trabalho desafia a TI

Gestores são pressionados a afrouxar as regras de acesso às comunidades virtuais como o LinkedIn, o Facebook e o YouTube.
Por Network World/EUA

A tentação de bloquear o acesso às redes sociais no ambiente de trabalho é grande, mas não tem futuro. Os departamentos de TI são pressionados a afrouxar as regras de acesso às comunidades virtuais como o LinkedIn, o Facebook e o YouTube.

Essa pressão vem de várias frentes diferentes e tem motivações igualmente variáveis. As equipes de marketing e comerciais, por exemplo, vão contatar seu público usando essas mídias. Na perspectiva do RH das organizações, funcionários com vivência nessas redes serão melhor avaliados, mas de nada valerá contratar esses colaboradores se não puderem exercer seus conhecimentos no trabalho.

Mudança de paradigma

O vice-presidente e analista-chefe da Forrester, Chenxi Wang, afirma que há um movimento grande de mudança de paradigma nas organizações, à medida que elas adotam modelos mais liberais de interação digital de seus funcionários. Falta apenas encontrar a mistura balanceada entre liberdade e segurança.

Especialistas no assunto sugerem que a abertura seja efetuada de maneira gradativa e com base em um planejamento. Se, por um lado, empresas afrouxaram sensivelmente o uso do email, muito pouco foi feito com o objetivo de transferir essa liberdade aos sites de relacionamento.

“A primeira tarefa das empresas é estender as políticas de uso do e-mail pessoal a todas as vias de comunicação digital”, diz Bradley Anstis, que ocupa a cadeira de vice-presidente de estratégia digital da empresa M86 Security.

Cada caso um caso

No planejamento da “abertura social” devem ser considerados os níveis de acesso com foco em segurança. O YouTube, por exemplo, não precisa ser acessado por todos. O mesmo pode ser dito sobre os aplicativos para Facebook. Quem sabe, seja questão de configurar acesso em modo leitura apenas, o que impede que programas alheios aos interesses da empresa gravem qualquer bit no sistema corporativo. Como em tudo, educação é a pedra fundamental nessa questão e deve abordar o perigo de vazamento de informações confidenciais.

“Nosso papel não é nem será o de policiar a diversão e a alegria das pessoas”, diz Anstis. “Basta às empresas compreender isso e habilitar o uso seguro das redes sociais no trabalho”, completa.

Pesquisa

Um levantamento realizado pela empresa FaceTime Communications com 1.654 gerentes de TI e usuários de redes sociais em 2010 revelou que a presença de redes sociais no ambiente de trabalho é certa para 62% dos respondentes. Recursos digitais, como a partilha de arquivos acontecem em 74% das empresas, respondem os usuários. Aos olhos de gestores, porém, essa realidade não é percebida. Apenas 32% destes responderam que existe a disponibilidade desse tipo recurso em suas estruturas. Outra discrepância é percebida quando o assunto são programas de chat. 95% dos usuários responderam que sim, usam esses programas ou sites em seu trabalho. Apenas 31% dos administradores de TI confirmam esse fato.

Outras ameças

Mas o vazamento de dados é apenas um dos pontos críticos. Há várias ameaças digitais que comprometem as organizações por violar determinadas regulamentações de segurança. É o caso dos botnets, de malwares e de tentativas de phishing. Para John Vecchi, líder de marketing de produtos da empresa Check Point, a web 2.0 traz consigo muitos desafios aos departamentos de TI. “Especialmente no que tange à proteção dos dados, em que o surgimento de vários canais aumenta de forma quase exponencial o perigo de informações confidenciais ganharem a rede”.

A regulamentação de mídias sociais pode, e deve, acontecer junto com a configuração das políticas de grupo e de usuário. Normalmente isso acontece via integração ao diretório corporativo. Ferramentas que não tenham opções de filtragem nesse nível não bastam para garantir a segurança dos dados. Outra questão de fundamental importância é gerir o acesso (leia-se “o bloqueio”) de malwares baseados em scripts e verificar a natureza de dados baixados e carregados na internet – tudo com vistas a preservar as políticas internas.

Logo

Se, por um lado, é importante resguardar os bens da empresa dos riscos impostos pelo uso de redes sociais, é igualmente importante aceitar que o uso do Facebook, Twitter e do LinkedIn não têm como ser erradicados à base de cliques e de configurações em servidores. Os funcionários irão encontrar um jeito de entrar na rede, nem que seja para comemorar que venceram os esforços da organização e comentar quando perceberem na tentativa de separá-los de seus “amigos”.

“O negócio é manter uma mente aberta sobre seus colaboradores e como percebem as mídias sociais”, recomenda Wang. “Acredito que seja fundamental informar os usuários sobre os riscos associados às redes de relacionamento, dar-lhes as ferramentas para que se protejam e deixar que tomem as medidas que acharem necessárias”.

Fonte: Computer World

20101217

Conselhos para destacar seu perfil no LinkedIn em 2011

Maioria dos perfis está recheada de chavões como "dinâmico", "inovador" e "foco em resultados". Se é o seu caso, está na hora de uma revisão.

Por Kristin Burnham

Se seu perfil no LinkedIn inclui qualquer um desses termos _ “dinâmico, motivado, orientado a resultados e solucionador de problemas com testemunhos de eficiência comprovada” _ provavelmente chegou a hora de uma atualização.

Esta semana o LinkedIn divulgou os 10 termos mais usados em perfis de usuários americanos – e que, segundo o serviço, são ambíguos e não querem dizer realmente nada.

“Quer saber o que aborrece as pessoas em um perfil do LinkedIn? Os clichês, palavras e frases que todo mundo usa?”, diz Menu Sharma, diretor de pesquisas, via o blog oficial da empresa. São elasl:

Extensa experiência

Inovador

Motivado

Orientado a resultados (prático)

Dinâmico

Experiência comprovada

Trabalho em equipe

Ágil

Solucionador de problemas

Empreendedor

“Esses são os chavões que as pessoas veem com frequência na mídia – e, portanto, refletem o que leem e ouvem”, diz Lewis Howes, autor de “LinkedWorking: Generating Success on the World’s Largest Professional Networking Website”.

“Eles buscam estas palavras automaticamente porque pensam que é o que as pessoas querem ouvir. O fato é que, se todo mundo as usa, está na hora de descobrir um jeito de se destacar.”

Fenômeno global

Os Estados Unidos não estão sozinhos nesse uso exagerado de chavões. Estados Unidos, Canadá e Austrália usam em excesso a frase “ampla experiência”, de acordo com o LinkedIn. Brasil, Espanha e Índia abusam do termo “dinâmico”. No Reino Unido, “motivado” aparece bastante. Na França, Alemanha, Itália e Holanda, a palavra número um da lista das mais utilizadas é “inovador”.

Quer começar o ano novo de forma realmente nova? Eis três mudanças rápidas que você poderá aplicar agora mesmo em seu perfil no LinkedIn para assegurar que seu perfil se destacará diante dos outros.

1:: Mantenha seu perfil simples

Leia seu perfil. Culpado por abusar dos chavões? Em caso afirmativo, remova-os e comece seu perfil do zero – e busque dizer as coisas de forma simples. Quando tiver terminado, pergunte-se a si mesmo se uma criança de 12 anos entenderia o básico do que você quis dizer, aconselha Howes.

“O segredo é usar palavras simples para explicar a outros quem você é, o que faz e como pode ajudá-los”, explica. “Essa é a mensagem que você quer passar. Mantenha-a clara e certifique-se de que seja facilmente compreendida.”

2:: Palavras-chave são fundamentais

Um dos erros mais comuns, adverte Wayne Breitbarth, autor do “The Power Formula for LinkedIn Success”, é aderir ao LinkedIn com um propósito.

“Se você não sabe por que está lá, como poderia elaborar uma estratégia?”, pergunta o autor.

Breitbarth recomenda dedicar algum tempo para determinar o que você espera obter do serviço. Então, desenvolva uma lista de palavras-chave apropriadas que as pessoas poderiam usar para encontrá-lo no LinkedIn.

Se você é um consultor de TI, suas palavras poderiam ser “TI”, “consultor” e “consultor de tecnologia”. Distribua o uso dessas palavras em seu perfil, mas evite abusos, aconselha.

3:: Incremente seu perfil com Add-Ons

O LinkedIn oferece diversos aplicativos e recursos de laboratório que podem ajudar a incrementar seu perfil. Um deles é obrigatório, diz Howes: o app SlideShare Presentations, que lhe permite carregar um vídeo de apresentação.

“Se você pode se diferenciar de outros profissionais, então será notado”, diz Howes.

Grave um vídeo de si mesmo com no máximo um minuto e meio de duração. Nele, procure sintetizar o conteúdo de seu perfil. Inclua uma rápida introdução de quem você é, o que faz, como pode ajudar outros e a melhor forma de ser contatado – telefone, Skype ou e-mail, por exemplo.

Tenha o cuidado de se vestir adequadamente, grave o clipe com boa iluminação e agradeça a todos que visitam sua página, acrescenta Howes.

Para carregar seu vídeo no LinkedIn, visite a página Upload do app SlideShare do LinkedIn. Quando o vídeo estiver carregado, você será levado a uma página de vídeo para, de lá, compartilhar o conteúdo no LinkedIn, Twitter e outras redes sociais.

Fonte: Computer World

20101120

Como construir sua marca pessoal através de mídias sociais

Você tem uma marca pessoal? Uma reputação que o acompanha independentemente da empresa ou da instituição onde está no momento? Claro, todos temos uma. A questão real é se ela é forte o suficiente para sustentar-se, e até crescer, se não estiver atrelada a um “sobrenome” corporativo.

Ainda que seja bem real, entretanto, é uma questão “zen”, no sentido em que o importante não é respondê-la, mas “ficar diante dela”. Em termos menos “esotéricos”, você não pode esperar passivamente uma resposta, pois ela pode vir tarde demais. Você precisa se antecipar ao destino, construindo ou consolidando sua reputação. Principalmente nestes nossos tempos, online e real-time praticamente o tempo todo.

Algumas medidas são simples. Por exemplo, criar um destino para sua marca pessoa através de um domínio próprio: http://www.seunome.com./ Ou, mais facil ainda, fazer isso através de uma ferramenta oferecida por redes sociais, como por exemplo, LinkedIn. Ou Facebook. Esta última, aliás, junto com o Twitter, transforma-se mais e mais em um instrumento multiplicador de reputações. For better or for worse.

Até porque, mesmo sem querer, estamos permanentemente recriando nossa reputação. Graças ao nosso “lifestreaming”, ou “fluxo de vida”. Esse termo foi criado na Universidade de Yale, em meados de 1990, por Eric Freeman e David Gelenter, e significa, de acordo com a Wikipedia, “o fluxo de documentos ordenado temporalmente que funciona como um diário da nossa vida eletrônica; cada documento que criamos e cada documento que outras pessoas nos enviam é armazenado em ánosso eletrônico registro de nascimento).

A partir da cauda, em direção ao presente, nosso fluxo contém documentos mais recentes – texto nmão terminado ou novas mensagens de email; outros documentos (imagens, correspondências, contas, filmes, mensagens gravadas, softwares) são armazenados nesse intervalo. A partir do presente, em direção ao futuro, o fluxo contém documentos que precisaremos: lembretes, itens de calendário, listas de tarefas”.

Segundo Jeff Bullas, um consultor, coach, mentor e palestrante, que se especializou em marketing digital e principalmente o uso de mídias sociais, há essencialmente duas maneiras de se enxergar sua marca pessoal online:

1. Como uma marca pessoal online que aperfeiçoa uma marca offline já substancial (o exemplo que ele oferece é Oprah Winfrey que inicialmente criou uma marca pessoal via mídia de massa que a amplificou online);

2. Como uma marca cuja presença online alavanca a presença offline (o exemplo que me ocorre disso é o @Ocriador, que ganhou tantos seguidores que já foi contratado para uma recente campanha publicitária – online, é certo, mas o dinheiro que recebeu é bem offline!).

Outro dado importante: marcas pessoais online são mais efetivas quando se concentram em um nicho. Portanto, se você deseja alavancar sua marca pessoal, a seleção do nicho onde irá se concentrar é um dos primeiros passos mais importantes da jornada.

De volta à questão inicial, o problema é como alavancar sua marca pessoal em um mundo crescentemente digital e atingir massa crítica. David Armano em uma apresentação que fez na conferência sobre convergência de Chicago sugere 5 maneiras de fazer sua marca pessoal crescer e multiplica até atingir massa crítica.


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