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20100825

Vendas na internet avançam 40% no semestre, diz e-bit

As vendas por meio da internet somaram R$ 6,7 bilhões nos seis primeiros meses deste ano, o que representou um crescimento nominal de 40% em relação ao mesmo período do ano passado. Para todo o ano de 2010, as vendas de bens de consumo na internet, que excluem veículos e sites de leilão virtual, deverão totalizar R$ 14,3 bilhões, o que indica uma alta de 35% em relação a 2009, segundo projeção divulgada ontem pelo relatório WebShoppers, elaborado pela empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). A previsão supera a estimativa inicial, publicada em março, de faturamento de R$ 13,6 bilhões neste ano.

As compras vêm sendo puxadas pela expansão do crédito, aliada à maior confiança dos consumidores em adquirir bens na internet, afirma a e-bit. O setor vem crescendo ainda com a entrada de novas empresas, a consolidação de outras e a fusão de grandes grupos de varejo. Para o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti, a Copa do Mundo alavancou as vendas de produtos de maior valor agregado, como televisores de tela plana, enquanto o fim do prazo de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incentivou a antecipação das compras de itens da linha branca, como geladeiras e lavadoras, no início do ano.

O tíquete médio das vendas na internet totalizou R$ 379 no fim de junho deste ano, ante R$ 323 no mesmo período do ano passado. As categorias de produtos mais vendidas, em termos de pedidos, no primeiro semestre deste ano foram livros, assinaturas de revistas e jornais. Em seguida aparecem eletrodomésticos, produtos de saúde, beleza e medicamentos, equipamentos de informática e eletrônicos.

No segundo semestre de 2010, que representa cerca de 55% das vendas anuais do e-commerce, o faturamento deve alcançar R$ 7,6 bilhões. O número de pessoas que devem realizar ao menos uma compra na internet vai encerrar 2010 em aproximadamente 23 milhões, enquanto no ano passado foram 17,6 milhões de consumidores. Há quatro anos, o número de consumidores na internet era de 6 milhões.
Fonte: Amanhã

20100721

Provedoras de banda larga podem oferecer só 10 porcento da velocidade contratada. E a Lei permite!

O serviço de banda larga no Brasil é um dos mais caros em todo o mundo. A qualidade do produto, porém, nem de longe é proporcional ao cobrado pelas operadoras. Além dos altos valores, as companhias não costumam entregar a velocidade de internet ofertada – e o pior é que elas estão amparadas pela Lei! Você pode nem ter reparado mas, no contrato que assinou, existe uma cláusula que garante à empresa fornecedora de banda larga o direito de oferecer apenas 10% da velocidade contrata sem sofrer represálias. Mas por que isso acontece? Na verdade, esta é uma forma das empresas de internet otimizarem a rede. Se elas tivessem que garantir 100% da velocidade o tempo inteiro, a infraestrutura implementada teria que ser bem mais robusta. Da forma como é hoje, em horários de pico a velocidade cai. E elas também utilizam uma outra arma, o IP Dinâmico. Para entender esse lance de Ips: o IP, ou internet protocol, é como se fosse um endereço. É um número que identifica o seu computador quando ele se conecta à rede. Agora, imagine o seguinte: você acaba de desconectar a sua banda larga normal aí na sua casa. Em seguida, seu vizinho conecta a internet dele. Em vez da empresa ter 2 IPs, um pra cada um de de vocês, ela vai pegar o seu e transferir para o vizinho. Para a empresa é benéfico porque ela não precisa criar um IP para cada usuário. Por isso a infraestrutura é mais simples, barata, e consegue atender um maior número de usuários.

Mas existe uma outra forma de disponibilizar internet que é utilizada, principalmente, pelo mercado corporativo. Grandes empresas normalmente optam pelo Link Dedicado. As empresas que fornecem internet dessa forma garantem velocidade integral e sem quedas durante 99,9% do tempo. Para isso, é preciso muita infraestrutura.

"O Link Dedicado é um serviço de internet, como o próprio nome diz, ele é dedicado. Então ele é um serviço diferenciado, um acesso dedicado de internet para a empresa. Ou seja, há uma preocupação muito grande na estabilidade desse link, na velocidade desse link, é realmente um serviço que pretende ter uma estabilidade muito grande para empresas que necessitam de internet o tempo todo, 24 horas, e um suporte diferenciado para esse tipo de serviço", diz Matheus Spagnuolo, analista de produtos da Telium.

É... mas oferecer essa estrutura custa bastante. Alguns planos podem chegar a custar 3 mil reais por “apenas” 2 mega de velocidade. A questão é que, nesse caso, a velocidade é real. E o IP é só daquela empresa, não fica trocando de mãos – o que permite fazer várias coisas que nós, usuários domésticos, teríamos dificuldade...

"Para um cliente empresarial um IP fixo é importante, às vezes ele aplicações como servidores web ou banco de dados que rodam na rede dele e que precisam ser sempre acessados pelo mesmo IP. Então ele vai ter um IP fixo e esse é também um dos diferenciais do link dedicado", afirma Matheus.
Fonte: Olhar Digital

Compras online: sua transação está segura?

Marisa Viana, executiva da TrustSign, esclarece sobre a efetiva proteção de dados sigilosos em operações de e-commerce

Garantir a segurança de dados confidenciais em um segmento que, segundo a eBit, empresa especializada em informações de e-commerce, movimentou R$10,6 bilhões em 2009, com crescimento de 30% ante os R$ 8,2 bilhões de 2008 é, hoje, um grande desafio para fidelizar o consumidor. Afinal, o crescimento das fraudes virtuais é proporcional à expansão do segmento de compras pela internet e diversos fatores podem comprometer o sigilo das informações.

Segundo Marisa Viana, gerente Comercial da Trust Sign, ter segurança em um website não é simplesmente apresentar um certificado digital com a mensagem “site seguro”. Para a executiva, isso representa um erro, pois os certificados digitais garantem somente a autenticidade e a criptografia de dados em áreas restritas do site, nada mais.

Ela exemplifica os riscos presentes em uma transação online descrevendo o seguinte cenário: “O site, por exemplo, possui um certificado digital, mas está hospedado em um servidor vulnerável a ataques, logo não é seguro, alerta. Se o ambiente está vulnerável, o vazamento de informações é provável, o que pode expor dados da empresa e de seus clientes, avisa.

Não é à toa que os consumidores andam desconfiados. Afinal, o simples selo de certificação digital em um site há tempos deixou de ser sinônimo de privacidade. Cada vez mais, aqueles que fazem negócios pela rede exigem mais garantias, que se tornam itens tão competitivos quanto preço e prazo de entrega de mercadorias.

“Proteção dos dados já não é mais diferencial, é commodity”, diz Marisa. Afinal, as companhias de vendas online consolidam sua marca ao conquistar a confiança dos clientes. Portanto, para que uma empresa seja reconhecida no mercado, é fundamental que, comprovadamente, se faça a adequada classificação e tratamento de informações. “Hoje, trata-se de pré-requisito para a sobrevivência de uma companhia cujo modelo de negócio se baseia em comércio via web.”
Fonte: Techlider

A interação que cria valor

“Como as organizações podem envolver seus clientes e criar valor junto com eles?”. O questionamento do presidente da Experience Co-Creation Partnership, o indiano naturalizado norte-americano Venkat Ramaswamy, calou a plateia presente no 11º Congresso Internacional da Gestão, promovido pelo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP) em Porto Alegre. As novas dinâmicas de interação estão abalando os pressupostos tradicionais do mercado. Entre eles, o de que qualquer empresa pode criar valor isoladamente, sem contar com a presença de seus parceiros. E é nesse ponto que a chamada ECC – experience co-criation, ou cocriação de experiências – entra em cena. Mais do que oferecer produtos e serviços de qualidade, a empresa precisa pensar no desenvolvimento de uma experiência positiva para os clientes.

O termo “cocriação” não é novo. Foi proposto por Ramaswamy no livro O Futuro da Competição, lançado em 2004 e escrito em coautoria com o professor de gestão de negócios da Michigan Business School, Coimbatore Krishnarao Prahalad – um dos maiores gurus do management mundial, morto em abril deste ano. “A empresa precisa dispor de plataformas de cocriação que permitam uma interação permanente com seus clientes e sua rede estendida, gerando um desenvolvimento contínuo de novas experiências para o cliente e novas oportunidades de negócios”, destaca Ramaswamy em seu livro. No evento do PGQP, o tom do discurso foi o mesmo: “Essas plataformas podem ser tanto físicas quanto digitais, como call centers, sites ou aplicativos para celular, desde que seja uma via de mão dupla. As pessoas precisam participar e ter um retorno a respeito de suas solicitações”.

Para Rasmawamy, o consumidor e a empresa devem se envolver na criação de valor. “A empresa não pode criar nada de valor sem o envolvimento dos indivíduos. Os gestores devem cuidar da qualidade da cocriação de experiências em vez de zelar apenas pela qualidade dos produtos e processos da empresa”. A proposta da cocriação é colocar o cliente no centro, com padrões de atividade econômica no modelo C2B2C (consumer-to-business-to-consumer) – um contraponto aos modelos B2B (business-to-business) e B2C (business-to-consumer), que colocam a empresa no centro da criação de valor.

Isso não significa, contudo, que as organizações devem abandonar os padrões de qualidade dos produtos e serviços. “A questão é que, agora, criar produtos não será mais suficiente. As pessoas querem ser envolvidas nesse processo”, afirma o autor. “A cocriação converte o mercado em fórum, onde se desenvolve o diálogo entre o consumidor, a empresa, as comunidades de consumidores e as redes de empresas”.

Referências para a criação de valor
TRADICIONAIS

 A empresa cria valor
 Os produtos e serviços são base do valor
 Os consumidores representam demanda para as ofertas da empresa
 A interface empresa-consumidor é o lugar da extração de valor
 Criação e entrega de uma variedade de ofertas
 Personalização das ofertas e encenação das experiências
 Foco nas cadeias de valor e na qualidade dos processos internos
 Foco na inovação da tecnologia, dos produtos e dos processos
 Foco nas cadeias de suprimento e na gestão de demanda

NOVO SISTEMA

 O consumidor e a empresa cocriam valor
 As experiência de cocriação são a base de valor
 O individuo é o ponto central da experiência de cocriação
 A interação consumidor-empresa é o lugar da cocriação de valor
 Variedade de cocriação de experiências, por meio de interações heterogêneas
 Personalização da experiência de cocriação
 Foco na qualidade das interações consumidor-empresa
 Foco na inovação dos ambientes de experiências
 Foco na rede de experiência

Os consumidores de hoje têm acesso a um volume cada vez maior de informações. As pessoas, contudo, não têm tempo de avaliar todos os produtos e serviços e, por isso, a oferta crescente de produtos e serviços acaba confundindo e frustrando a maioria delas. Nesse cenário, os gestores não podem mais se concentrar somente na qualidade dos produtos e dos processos ou na velocidade e na eficiência; eles também têm de buscar fontes de inovação e criatividade. “A mudança mais básica decorreu da transformação do papel do consumidor – de isolado para conectado, de desinformado para informado, de passivo para ativo”, explica Rasmawamy.

Capazes de tomar decisões mais qualificadas, os consumidores estão transformando os mercados tradicionais também por outro aspecto: a comunicação entre os próprios consumidores através das mídias sociais. A independência em relação às empresas e a diminuição das barreiras geográficas e sociais tornam essas comunidades cada vez mais relevantes para o mercado. “As redes de consumidores invertem os padrões tradicionais do marketing”, destaca Rasmawamy. “Elas possibilitam a experiência por procuração, ou seja, aprender com as experiências dos outros”.

Os exemplos vão da medicina ao mercado automobilístico. A Fiat, por exemplo, começou no ano passado o desenvolvimento do FiatMio (www.fiatmio.cc) carro-conceito baseado em sugestões de internautas. A partir dessas ideias, os engenheiros da empresa fazem uma análise para verificar quais delas são ou não viáveis. No Rio Grande do Sul, esse processo também pode ser visto através de ações como a Agenda 2020 (www.agenda2020.org.br)moimento que, desde março de 2006, une os gaúchos em busca de melhorias para o Estado. Ainda é difícil avaliar o impacto dessas iniciativas, mas o fato é que os consumidores estão cada vez mais atentos e exigentes, buscando construir redes e compartilhar experiências.

A perspectiva de criação de valor centrada na empresa tem raízes profundas e foi, até o século passado, o grande fundamento da competição. “O futuro da competição, no entanto, situa-se em uma nova abordagem, baseada na cocriação de valor”, prevê Rasmawamy. E sentencia: “Para vermos esse futuro, devemos nos libertar daquele passado”.
Fonte: Amanhã

20100720

Umbro de olho no Twitter acerta freela empacado

A cada dia que passa mais pessoas percebem que as redes sociais são fontes preciosas de informação para se acompanhar como está a relação entre uma marca e seus consumidores ou público-alvo.

Hoje quem descobriu o poder das redes sociais foi uma atriz bem conhecida, quando resolveu tuitar sobre sua insatisfação com a Umbro, por ter feito um trabalho para a marca mas ainda não ter conseguido receber o devido pagamento por isso:
A atriz estava tentando acertar o problema há dois meses, mas ninguém resolvia. Foi só ela tuitar sobre o assunto, que grande parte dos seus quase 25.000 seguidores “tomaram as dores”, como dizem por aí, por ela e resolveram retuitar a respeito.

Foi o suficiente para colocar a marca de materiais esportivos em primeiro lugar no volume de menções durante algumas horas, inclusive à frente da Adidas e Nike, que desde o início da Copa do Mundo sempre estiveram entre as 10 Mais Amadas da #copadasmarcas:

Como você viu (se chegou até esta parte do texto) no gráfico acima, entre as marcas que patrocinam os uniformes das maiores seleções do mundo, a Umbro vinha “quietinha” até este comentário.

Para ser sincero com quem leu este post até agora, monitorar as patrocinadoras de uniformes sequer fazia parte do escopo da #copadasmarcas. Mesmo assim acreditamos que valeria a pena acompanhar, só pela “diversão” mesmo e descobrimos este caso bem específico da Umbro com Susana Werner.

Além de dividir com vocês este caso bem específico que conseguimos observar, é interessante perceber como a Umbro está ligada nas redes sociais; afinal foi só este assunto se propagar um pouco no microblog que alguém que trabalha para a marca percebeu o “problema” e a atriz teve seu problema resolvido, como podemos ver no tweet abaixo:
Muitas marcas estão aproveitando as redes sociais para se aproximar dos consumidores. Há poucos dias atrás, saiu uma notícia interessante no Advertising Age, sobre como a AT&T utiliza as redes sociais para cuidar da sua imagem. Vale muito a pena dar uma olhada. Fica a dica.
Fonte: Webinsider

Importância da simplicidade

Quando analisamos produtos inovadores, a importância da simplicidade é um tema que sempre ganha destaque para indicar os produtos que possuem maior chance de sucesso. Com essa premissa em mente, as empresas precisam saber que criar um produto simples não é fácil, mas que esse esforço trará um grande diferencial competitivo.

Alcançar a simplicidade exige investimento de tempo e dinheiro. Além de certa dose de arte e genialidade no desenvolvimento do produto, a criação de um produto simples exige um contato constante com os usuários. Muito mais importante do que as ideias da equipe de projeto, ouvir o usuário é a melhor forma de saber o que o mercado realmente precisa e entender como melhorar o produto para tornar seu uso mais simplificado.

Produtos simples geram redução de custo na criação de material publicitário e de suporte, além do destaque no mercado e consequente aumento nas vendas. Quanto mais intuitivo for seu uso, menos a empresa precisará investir em estratégias de comunicação atrativas, manuais de instrução e suporte ao usuário. Isso significa que além do uso ser simples, também é fundamental que os benefícios do produto a seu público-alvo sejam comunicados de forma simples na campanha de vendas.

Isso acontece porque produtos simples são entendidos mais rapidamente. Eles não só diminuem a necessidade de tirar dúvidas, como ainda facilita muito a vida do usuário quando ele quiser demonstrar seu funcionamento e indicá-lo para seus amigos, familiares e colegas de trabalho. Quanto menos atrito a mensagem tiver, mais facilmente ela se espalhará e posicionará o produto como referência no mercado.

Um exemplo do poder da combinação da simplicidade de uso com simplicidade na comunicação vem da Apple. Pensar em uma empresa de computadores produzindo mp3 players, telefones e câmeras pareceria uma ideia esdrúxula caso não conhecêssemos a Apple. Alguém consegue imaginar um mp3 player ou um telefone criados pela IBM?

Nesse caso, a empresa não se posiciona apenas como uma fabricante de computadores. Ao pensarmos na Apple, imaginamos dispositivos multimídia extremamente fáceis de usar, com grande interação com a internet e possibilidade de integração com aplicativos diversos para facilitar o dia a dia. Seja qual for o dispositivo, no primeiro contato já temos uma boa noção de como ele irá funcionar e quais suas aplicações em nosso cotidiano.

Um ponto importante é que a simplicidade não é importante apenas para produtos de tecnologia. Mesmo prestadores de serviço precisam sempre avaliar a simplicidade de sua comunicação ao se fazer as seguintes perguntas:

- Os principais benefícios do meu produto/serviço são demonstrados de forma clara?
- Ao fazer a compra, o cliente saberá exatamente como usufruir dos benefícios do meu produto/serviço?
- Caso aconteçam problemas que não haviam sido previstos, como irei resolvê-los?
- Existem formas claras para que o cliente possa reportar problemas e enviar sugestões de melhoria?
- Eu consigo explicar meu produto/serviço em menos de 30 segundos para alguém que não é do meu mercado?

Caso a resposta para alguma dessas perguntas seja “não”, a empresa precisa urgentemente reavaliar seus processos e refiná-los até que soluções para esses problemas sejam encontradas.
Como dito antes, criar produtos e serviços simples é um investimento. Como qualquer investimento, possui um custo de tempo e dinheiro em prol de resultados no longo prazo. Cada segundo gasto para deixar o produto mais simples será compensado na economia de tempo para resolução de problemas futuros.

Lembre-se que simplicidade é o resultado de um processo extremamente complexo para fazer um produto realizar as tarefas desejadas da forma mais intuitiva possível. Alcançar esse estágio de simplicidade é um processo extremamente complexo, mas que irá diferenciar os produtos “comoditizados” das verdadeiras obras de arte que tomarão a liderança do mercado.

Millor Machado (Engenheiro de Controle e Automação pela Unicamp com experiência em vendas e consultoria estratégica. É co-fundador do Empreendemia (www.empreendemia.com.br). Recentemente lançou com seus sócios o livro “Desenvolvimento de Produtos sem enrolação”, relatando sua experiência no desenvolvimento do Empreendemia.)
Fonte: HSM Online

Ranking: ser o 'mais' lembrado não significa ser 'bem' lembrado

Todos os anos, resultados de pesquisas mostram como estão avaliadas as marcas dos mais diversos segmentos de mercado. O resultado vai desde memória do consumidor, como a Top of Mind, até valor, como o último ranking da consultoria global Interbrand divulgado recentemente. Este último levantamento apontou o Banco Itaú como a marca mais valiosa do Brasil pela sétima vez consecutiva, avaliada em R$ 20,651 bilhões.

O valor é quase 100% superior ao apresentado em 2008 (R$ 10,552 bi), data do último ranking. Ao todo, o ranking da Interbrand divulga as 25 marcas mais valiosas do país, com base em informações públicas de cerca de 100 empresas brasileiras de capital aberto que atendem aos critérios do estudo. Os quesitos base da avaliação são solidez financeira, impacto da marca junto ao consumidor e potencial para geração de lucro.

Para chegar ao valor de cada marca a empresa avaliadora faz o estudo sob a ótica do desempenho financeiro, assim como os analistas financeiros aferem outros ativos das empresas: medindo a capacidade que elas têm de capturar a preferência dos consumidores e a probabilidade de geração de receitas futuras. Nessa perspectiva a marca é entendida como ativo fundamental no conjunto de informações financeiras, atributos e valores das corporações.

Independente da numeração que se consegue, a empresa e o profissional de marketing precisam estar atentos não apenas à posição que sua organização ocupa nos rankings, como também a toda a metodologia e abrangência de avaliação de cada um. Portanto, existe uma grande diferença em ser uma marca lembrada e uma bem lembrada, ou ser uma marca bem colocada em resultados e ser uma marca com solidez, construída para garantir os benefícios que esses bons resultados podem trazer.

“Pesquisas são sempre importantes no mundo corporativo. Além de fazer diagnósticos, elas apontam possíveis caminhos, servindo como bússola para a tomada de decisões. Uma pesquisa com foco em marca permite analisar como uma empresa se relaciona com seus stakeholders. Funciona como um termômetro sobre o que ela representa.

Quando uma marca conquista um bom espaço num ranking de avaliações, significa que ela conquistou fidelidade por parte de seus consumidores. A promessa e as expectativas sobre ela estão sendo cumpridas e todos seus atributos estão claros. Consequentemente, ela atrairá mais investimentos para a instituição, o que gerará um aumento em seu valor de mercado”, afirma Eduardo Przybylski, designer de informação da dBrain, agência especializada em marketing de canais.

Antes disso, porém, a orientação é para que se destacar todos os investimentos que a instituição fez e faz de modo ininterrupto na área de comunicação. Reforçar os conceitos de produtos e serviços de boa qualidade em ações de grande visibilidade do público faz com que seja criada uma associação direta com a marca, salientando os compromissos e as relações. É preciso manter a marca viva na cabeça do consumidor.

Em contrapartida, Przybylski afirma que uma queda em um ranking como esse pode significar que em algum momento a marca deixou de cumprir com aquilo que prometeu. Certamente, isso se reflete no consumidor e, consequentemente, na atração de investidores.

“É importante que a empresa sempre fique atenta a pesquisas, sejam quais forem. Entretanto, é preciso ter claro que este não deve ser o único método de análise de uma marca, devendo a empresa buscar também meios próprios de auto-avaliação. Estar atento às respostas do mercado é um passo primordial para a manutenção da marca, fortalecendo e ampliando seus laços com os consumidores”, conclui.
Fonte: HSM

Cresce o uso de mobile commerce

O uso de mobile commerce, ou m-commerce, vem aumentando a passos largos. Enquanto alguns ainda discutem se a tecnologia é sucessora legítima do e-commerce ou se ambos se complementam, mais e mais pessoas vêm experimentando as facilidades de incluir os aparelhos celulares em suas transações comerciais e criando novas oportunidades de negócios.

Pagamentos via telefonia móvel vêm sendo viabilizados com segurança. Tanto o sistema financeiro como as operadoras estão num estágio interessante de desenvolvimento em relação ao amplo uso da tecnologia. O dinheiro, que já foi de metal, papel e plástico, passará a ser virtual em curto espaço de tempo. Toda transação será realizada via dispositivo móvel. Não só isso, a partir do aparelho celular, será possível fazer todo tipo de transação: desde um financiamento bancário até a compra de tíquetes para o teatro. Nesse caso, bastaria aproximar o celular a uma célula de identificação instalada nas catracas.

Várias tecnologias disputam entre si para serem adotadas como padrão dos pagamentos físicos e virtuais. Afinal, o número de celulares em uso no Brasil é praticamente igual ao de sua população – quase 190 milhões. Com os dispositivos de segurança em fase de aperfeiçoamento, pagar uma conta fazendo uso do aparelho celular oferece um nível igual ou superior de segurança nas transações bancárias via internet.

Criptografados, os dados pessoais do usuário podem ser acessados somente se o cliente digitar sua senha – semelhante ao cartão de débito. Basta aproximar o celular a um leitor habilitado (POS), conectado a um terminal. As informações são transmitidas pelo telefone através de uma antena de curto alcance e a informação de pagamento é processada rápida e seguramente.

A popularização do mobile commerce dependerá das vantagens competitivas, principalmente em termos de custo e praticidade. Outro detalhe importante e que previne problemas é o estabelecimento de um teto para algumas transações comerciais em tempo real. Para compras acima do valor estipulado, a operação não seria mais semelhante ao débito automático, e sim ao cartão de crédito tradicional.

As redes 3G já são consideradas um divisor de águas. E as 4G devem chegar ao Brasil em 2012. Hoje, as 3G representam apenas 1% da base instalada. Trata-se de um grande passo da tecnologia móvel, com três modos opcionais: o W-CDMA (wireless code division multiple access), muito usado na Europa e em alguns países asiáticos; o CDMA (code division multiple access), adotado na América do Norte; e o TDD/CDMA (time division duplex/CDMA), utilizado na China.

No Brasil, ainda não há muitas definições sobre o modo a ser adotado como padrão. Muitos avanços vêm sendo realizados em termos de protocolos, padrões, infraestrutura e aceitação do conceito m-commerce. Mas são as limitações relacionadas a memória, bateria e segurança que ainda exigem mais atenção.
Fonte: Techlider

20100716

Arquivos portáteis

Os pendrives já se tornaram objetos de primeira necessidade para carregar arquivos de áudio, vídeo e texto. Então, por que não aliar função com estilo? Há várias opções diferentes, coloridas e de todos os tamanhos.

1 - Cabe tudo
R$ 199
Com 32 GB, pode armazenar até 76,6 horas de vídeo, 38.400 fotos ou 4.000 músicas. Além da ampla memória, o dispositivo se destaca também por contar com uma prática tampa giratória.
Modelo: Twist
Fabricante: Multilaser
Informações: www.multilaser.com.br

2 - Galera do surfe
R$ 89,90
Em formato de prancha de surfe, tem 8 GB. Pode ser usado como chaveiro.
Modelo: Surf
Fabricante: Dane Elec
Informações: www.comprafacil.com.br

3 - Cheio de “músculos”
R$ 49,75
Design moderno, jovem e masculino, com 4 GB.
Modelo: DataTraveler C10
Fabricante: Kingston
Informações: www.comprafacil.com.br

4 - Escudo do timão
R$ 49,90
No formato do símbolo do Corínthians, tem 2GB. Pode ser usado como chaveiro
Modelo: Timão
Fabricante: U-Tech
Informações: www.comprafacil.com.br

5 - Som de personagens
R$ 159
Produzido por Simone Legno, vem com a revista digital mimoZine e PC Suíte mimoDesk (ícones, avatares, papel de parede e protetor de tela). Reproduz sons dos personagens.
Modelo: Mimoco Melleta 2GB
Fabricante: Mimobot
Informações: Imaginarium

6 - Robôzinho animado
R$ 159
Tem o desenho do robô C-3PO, da série Star Wars. Também vem com a revista digital mimoZine e PC Suíte mimoDesk. Reproduz sons dos personagens.
Modelo: Mimoco Melleta 2GB
Fabricante: Mimobot
Informações: Imaginarium

7 - Modelo bem pequenininho
R$ 99,90
Com um tamanho bem reduzido, o Pico é um dos menores pendrives do mercado. Disponível em quatro cores.
Modelo: Mini Super Talent 8GB
Fabricante: Pico
Informações: www.carrefour.com.br  
Fonte: Gazeta Online

20100709

Insatisfeito com o serviço de banda larga? Agora você pode romper o contrato sem multa

Lentidão da internet, suspensão temporária da prestação do serviço e falta de atenção com o consumidor são os problemas mais recorrentes de quem contrata uma banda larga. De acordo com o relatório da Anatel, em 2009 o serviço foi o líder em reclamações, respondendo por 13,5% das queixas.

Mas agora, você não precisa mais ter dor de cabeça se estiver insatisfeito com a qualidade dos serviços prestados pelas operadoras. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) acaba de conseguir uma liminar que garante ao usuário o direito de romper, sem ônus, com o contrato de banda larda durante o período de fidelização.

No site do Instituto há um modelo de carta para ser enviada à operadora e a alerta é que o consumidor mantenha um comprovante da solicitação feita à empresa. Caso ele envie a carta pelo correio, o ideal é solicitar o aviso de recebimento (AR), já se a entrega for pessoalmente, a dica é levar uma cópia para a empresa protocolar.
Fonte: Olhar Digital