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20100721

Fousquare bate a marca de 100 milhões de check-ins

O serviço de geolocalização Foursquare atingiu 100 milhões de check-ins esta semana. De acordo com a companhia, a marca foi alcançada na noite de segunda-feira.

Este é um registro importante para a rede social de geolocalização, que apresentou um rápido crescimento nos últimos meses. No fim de junho, a companhia anunciou que o Foursquare estava ganhando cerca de 100 mil novos usuários a cada dez dias. Dessa forma, a base teria ultrapassado 2 milhões de cadastros caso tenha mantido o crescimento estável desde junho.

O Foursquare permite que usuários compartilhem sua localização através de check-ins. Geralmente, essas informações são postadas em redes sociais, como é o caso do Twitter. Caso o local não esteja no banco de dados do serviço, é possível registrá-lo.
Fonte: Olhar Digital

NOVAS MÍDIAS - O fim dos jornais impressos?

O anúncio feito nesta semana sobre a migração do Jornal do Brasil para plataforma totalmente digital reacendeu as discussões sobre a substituição dos meios impressos de comunicação por conteúdos digitais. A partir de setembro, o periódico surgido em 1891, no Rio de Janeiro, e considerada uma das mais tradicionais publicações da imprensa nacional, estará disponível apenas através da internet, mediante pagamento de uma assinatura mensal. Uma das motivações da reformulação consiste na adequação do famoso JB ao iPad e similares.

Diante do fato, opiniões contrastantes surgiram: alguns afirmam que se trata de um caso isolado, decorrente de problemas organizacionais da empresa carioca. Outros, mais apocalípticos, acreditam ser este mais um sinal de que os jornais impressos, assim como livros e conteúdos culturais físicos, não continuarão existindo por muito tempo.

No início do ano, o semiologista e escritor Umberto Eco lançou um livro – em parceria com os franceses Jean Claude Carrière e Jean-Philippe de Tonac, roteirista de cinema e jornalista, respectivamente. Intitulada Não contem com o fim do livro, a obra tem distribuição no Brasil pela Editora Record e é traduzida por André Talles. Nela, os três autores dialogam e sugerem alguns argumentos para mostrar que o papel dificilmente será substituído de forma total por tecnologias digitais.

Rotina e intimidade

Ainda assim, deve-se destacar o surgimento de novos e-readers, que tentam deixar a leitura de formatos digitais mais intimistas e sem os tradicionais inconvenientes, possibilitando que jornais e livros consigam ser acompanhados com conforto no aparelho. O Kindle, da gigante de vendas online Amazon, por exemplo, chama a atenção por sua tela, que não cansa a vista – utiliza uma espécie de tinta que "corre" sobre o visor.

É fato que tentar traçar qualquer tipo de prognóstico sobre um tema cujas influências mudam a cada dia é praticamente impossível. O próprio Umberto Eco, apesar de não acreditar que essa extinção do uso do papel acontecerá tão brevemente, deixa claro sua incerteza: "Tudo pode acontecer. Amanhã, os livros podem vir a interessar apenas a um punhado de irredutíveis que irão saciar sua curiosidade nostálgica em museus e bibliotecas."

De qualquer forma, é interessante observar como no curso de toda a história humana documentada as novas mídias, na maioria dos casos, não substituíram as anteriores. Pode-se dizer que cada tipo de meio de comunicação envolve uma diferente experiência, tanto sensorial quanto social, e que se trata de um agregamento de novas formas de se obter informação e conhecimento. O cinema, por exemplo, não foi substituído pelo surgimento da televisão, dos videocassetes, DVDs e nem mesmo pelos downloads na internet. O ato de ir ao cinema não acontece puramente por questões de entretenimento, mas envolve toda a mística e o fetiche que envolvem uma sessão –o cheiro de pipoca e outras guloseimas, a companhia, a organização do espaço da sala e até o próprio fato de, por muitas vezes, ser um pretexto para sair de casa e esquecer, por algumas horas, os problemas da vida pós-moderna. O mesmo acontece com o jornal impresso e com os livros, que frequentemente extrapolam suas funções comunicativas para serem partes de uma certa rotina e intimidade, de efetivo contato físico. (Quem nunca tomou um café da manhã com um jornal aberto?)

Uma revista em formato de jornal

Essa perda de intimidade pode ser descrita a seguir:"O que ganharemos com esses novos livrinhos brancos e, principalmente, o que perderemos? Hábitos ancestrais, talvez. Certa sacralidade com que o livro foi aureolado no contexto de uma civilização que o instalara no altar. Uma intimidade especial entre o autor e seu leitor que a noção de hipertextualidade irá necessariamente constranger. A ideia de `cercado´ que o livro simbolizava e, justamente por isso, evidentemente, algumas partes de leitura", afirma Tonac, no prefácio de Não contem com o fim do livro.

É inegável que a internet, principalmente por seu caráter colaborativo, é talvez a forma mais rápida de se obter informações sobre fatos relevantes que estão acontecendo no momento da leitura. Também é impossível deixar de afirmar que essa talvez seja a maior revolução e democratização do conhecimento livre da história, se tornando uma ferramenta fantástica. Ainda que grande parte dos leitores dos periódicos tradicionais deixem de acompanhá-los, é possível manter uma base sólida de assinantes, dando ao jornalismo impresso um caráter mais reflexivo, opinativo, denso – com grandes reportagens (tendência que já vem acontecendo desde o surgimento da televisão e do rádio, mas que deve se fortalecer nos próximos anos).

Um bom exemplo é o semanário alemão Die Zeit (O tempo). Em um formato de papel grande para o que estamos acostumados no Brasil, mas comumente utilizado nos países nórdicos, a publicação resiste e mantém a média de 500 mil exemplares vendidos por edição. Talvez a sua vendagem não tenha sofrido quedas devido ao fato de a publicação contar com abordagens densas dos temas considerados mais relevantes na semana, por muitas vezes quase filosóficas, quando há o envolvimento de questões políticas, culturais e comportamentais; atingindo quase o status de uma revista, em formato de jornal. Se esse será o destino de boa parte da mídia impressa, nos resta aguardar.
Fonte: Observatório da Imprensa

20100719

Redes sociais prejudicam as notas escolares? Parece que não

Há algum tempo um estudo da Universidade Estadual de Ohio apontou que a rede social Facebook era a grande culpada pelas notas baixas dos estudantes norte-americanos. De acordo com o estudo, os jovens que passavam tempo navegando pela rede social tinham menos disposição para estudar. No entanto, um novo estudo surgiu afirmando que a rede social não influencia nas notas escolares.

A conclusão foi de pesquisadores da Universidade Northwestern, com um estudo chamado "Preditores e consequências de diferentes práticas em sites de redes sociais". De acordo com eles, o uso sem medidas de redes sociais como Facebook e MySpace por estudantes não afeta as notas escolares. Outros pontos como etnia, sexo e nível educacional dos pais são mais decisivos nas notas.

Segundo o estudo, garotas tendem a ter notas melhores que garotos durante a idade escolar. Além disso, alunos cujos pais possuem diploma universitário apresentam melhor rendimento na escola.

Os pesquisadores também incluíram no estudo dados sobre o uso da internet em geral comparado ao uso de redes sociais, apontando que não há diferenças significativas no rendimento escolar.

Ainda de acordo com o estudo, o uso da internet e redes sociais melhora as habilidades dos estudantes e até auxilia no desempenho escolar. Além disso, os pesquisadores apontam que os estudantes são perfeitamente capazes de diferenciar o momento escolar do tempo livre dedicado à internet.
Fonte: Olhar Digital

20100601

'Time' coloca 'Farmville' entre as 50 piores invenções do mundo

O Farmville, jogo mais popular do Facebook, foi considerado pela revista Time como uma das 50 piores invenções do mundo. O game é descrito pela publicação como uma plataforma que prevê uma série de tarefas estúpidas que requerem o uso do mouse de forma contínua.

A Time ainda questionou quantas horas de produtividade foram perdidas com o Farmville, uma vez que a desenvolvedora de jogos Zynga, dona do aplicativo, afirmou que 10% dos americanos possuem uma conta no jogo.

A lista da Time contém diversas invenções infelizes, como o Hair in a Can ("Cabelo enlatado" em inglês), que supostamente serve para tapar espaços carecas no couro cabeludo. "Nada realmente bom vem de dentro de uma lata", comentou a revista.

Uma máscara facial elétrica para rejuvenescer e uma máquina de lavar animais de estimação também estão listados.

O Foursquare, rede social com mais de um milhão de usuários - que já chegou a ser considerado o próximo Twitter -, também apareceu na lista da Time.
Fonte: Veja.com

20100323

Nova Mídia Social: Foursquare no Brasil

Fousquare já está disponível no Brasil, nas cidades do Rio de Janeiro e em São Paulo. Ele têm funcionamento semelhante ao twitter mas a rede é voltada para celulares e o seu principal difrencial é a geo localização. Pessoas podem marcar lugares, falar sobre o local, deixar depoimentos e serem localizados por seus amigos.

Quanto mais lugares você explora, mais pontos ganha no sistema e pode se tornar um "prefeito", uma espécie de referência para os outros usuários, e alguns estabelecimentos comerciais que usam o foursquare dando descontos a esses prefeitos.

. O twitter também lançou essa funcionalidade de geo localização. É so ir no setting e permitir os geotagging.

Geotagging tem ajudado a publicidade a garantir targets mais específicos, no google adwords, por exemplo permite anúncios locais e cada vez mais outros serviços vão se adequar aos novos tempos (ruim para quem pula a cerca | essa localização em tempo real pode ser um problema!

Algumas dicas do foursquare para negócios: no Brasil acho que vale a pena apenas para empresas que tem consumidores de classe mais elevada, e tem celular que pode ser adpatado ao sistema.

A própria empresa diz que quer ser melhor que o twitter! Mas vamos ver o que acontece! Como é uma rede voltada especificamente para celular acho que ainda vai demorar paga funcionar aqui no Brasil.

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